Núcleo 7 · relações
Mapa de vínculos
Cada linha é um fato documentado e tipado: nomeou, julgou, denunciou, delatou, firmou acordo, aliou-se. Uma foto conjunta ou a presença no mesmo evento não vira vínculo. Toque num nome para ver as ligações; a lista completa, com fontes, está abaixo do mapa.
Todos os vínculos
Paulo Roberto Costa dirigiu Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras
Diretor de Abastecimento (Chief Downstream Officer) da Petrobras segundo o 20-F de 2014.
Fontes (1)
A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.
Documento oficialComprovado em documentoFonte: Petrobras — Form 20-F do exercício de 2014 (demonstrações auditadas, nota 3 sobre a Lava Jato) — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 15/05/2015 · Nota 3 das demonstrações — The Lava Jato Operation · abrir original ↗
Renato Duque dirigiu Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras
Diretor de Serviços (Chief Services Officer) da Petrobras segundo o 20-F de 2014.
Fontes (1)
A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.
Documento oficialComprovado em documentoFonte: Petrobras — Form 20-F do exercício de 2014 (demonstrações auditadas, nota 3 sobre a Lava Jato) — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 15/05/2015 · Nota 3 das demonstrações — The Lava Jato Operation · abrir original ↗
Nestor Cerveró dirigiu Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras
Diretor Internacional (Chief International Officer) da Petrobras segundo o 20-F de 2014.
Fontes (1)
A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.
Documento oficialComprovado em documentoFonte: Petrobras — Form 20-F do exercício de 2014 (demonstrações auditadas, nota 3 sobre a Lava Jato) — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 15/05/2015 · Nota 3 das demonstrações — The Lava Jato Operation · abrir original ↗
Pedro Barusco trabalhou para Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras
Gerente executivo da área de Serviços da Petrobras segundo o 20-F de 2014.
Fontes (1)
A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.
Documento oficialComprovado em documentoFonte: Petrobras — Form 20-F do exercício de 2014 (demonstrações auditadas, nota 3 sobre a Lava Jato) — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 15/05/2015 · Nota 3 das demonstrações — The Lava Jato Operation · abrir original ↗
Tribunal de Contas da União julgou Nestor Cerveró · 30/08/2017
Condenação de tribunal de contas (débito solidário, multa e inabilitação por 8 anos) no Acórdão 1881/2017, com José Sérgio Gabrielli; tema: Carta de Intenções da compra de Pasadena. Não é condenação criminal.
Fontes (1)
Pelo Acórdão 1881/2017 (Plenário, TC 005.261/2015-5, sessão de 30/08/2017), o TCU condenou José Sérgio Gabrielli e Nestor Cerveró, em tomada de contas especial sobre a Carta de Intenções da compra da refinaria de Pasadena, a ressarcir solidariamente mais de US$ 79 milhões, multa de R$ 10 milhões a cada um e inabilitação por 8 anos para cargo em comissão.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: TCU condena ex-gestores da Petrobras ao pagamento de débito e multa pela compra de Pasadena (Acórdão 1881/2017 — Plenário, TC 005.261/2015-5) — Tribunal de Contas da União, 06/09/2017 · notícia do TCU de 06/09/2017 · abrir original ↗
Tribunal de Contas da União julgou Sérgio Gabrielli · 30/08/2017
Condenação de tribunal de contas no Acórdão 1881/2017, com Nestor Cerveró (Pasadena). Não é condenação criminal.
Fontes (1)
Pelo Acórdão 1881/2017 (Plenário, TC 005.261/2015-5, sessão de 30/08/2017), o TCU condenou José Sérgio Gabrielli e Nestor Cerveró, em tomada de contas especial sobre a Carta de Intenções da compra da refinaria de Pasadena, a ressarcir solidariamente mais de US$ 79 milhões, multa de R$ 10 milhões a cada um e inabilitação por 8 anos para cargo em comissão.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: TCU condena ex-gestores da Petrobras ao pagamento de débito e multa pela compra de Pasadena (Acórdão 1881/2017 — Plenário, TC 005.261/2015-5) — Tribunal de Contas da União, 06/09/2017 · notícia do TCU de 06/09/2017 · abrir original ↗
Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras relação com Odebrecht (hoje Novonor) · 29/12/2014
Bloqueio cautelar do grupo (e de outros 22) para contratações e licitações a partir de 29/12/2014, com base em depoimentos; não é condenação. Termo de compromisso de integridade em 06/07/2018, segundo reportagem.
Fontes (2)
Em 29/12/2014 a Diretoria Executiva da Petrobras criou comissões de análise de sanção (CAASE) e determinou o bloqueio cautelar de empresas de 23 grupos econômicos citados como participantes de cartel em depoimentos de Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e dos delatores da Toyo Setal e Setal, a que a empresa teve acesso em 03/12/2014.
Documento oficialComprovado em documentoFonte: Petrobras — Form 6-K (comunicado de 29/12/2014): comissões CAASE e bloqueio cautelar de empresas — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 29/12/2014 · 6-K de 30/12/2014 (comunicado de 29/12/2014), lista numerada 1–23 · abrir original ↗
O eixos informou que em 06/07/2018 a Petrobras aprovou termo de compromisso de integridade com a Odebrecht, que permitiria a saída do bloqueio cautelar da Odebrecht Engenharia e Construção (sujeita a reavaliação após cumprir melhorias) e da Ocyan (com reavaliação do grau de risco na assinatura).
ReportagemFonte únicaFonte: Três anos de bloqueio cautelar da Petrobras: quem entrou, quem saiu e quem nunca entrou — eixos, 06/07/2018 · texto da reportagem · abrir original ↗
Jair Bolsonaro nomeou Sergio Moro · 01/11/2018–24/04/2020
Convidou e nomeou Moro ministro da Justiça e da Segurança Pública (aceite em 1º/11/2018; posse em janeiro de 2019, data a confirmar).
Fontes (1)
Em 1º/11/2018, após reunião de 1h42 no Rio de Janeiro com o presidente eleito Jair Bolsonaro, Sergio Moro divulgou nota em que diz ter aceitado o convite para ser ministro da Justiça e da Segurança Pública.
DeclaraçãoFonte únicaFonte: Sérgio Moro aceita convite e será ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (leia a nota) — Poder360, 01/11/2018 · texto da matéria e nota transcrita · abrir original ↗
Sergio Moro foi subordinado a Jair Bolsonaro · jan. 2019–24/04/2020
Ministro de Estado subordinado ao presidente da República; a PF era vinculada ao ministério.
Fontes (1)
Em 1º/11/2018, após reunião de 1h42 no Rio de Janeiro com o presidente eleito Jair Bolsonaro, Sergio Moro divulgou nota em que diz ter aceitado o convite para ser ministro da Justiça e da Segurança Pública.
DeclaraçãoFonte únicaFonte: Sérgio Moro aceita convite e será ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (leia a nota) — Poder360, 01/11/2018 · texto da matéria e nota transcrita · abrir original ↗
Sergio Moro acusou publicamente Jair Bolsonaro · 24/04/2020
Acusou Bolsonaro, ao se demitir em 24/4/2020 e em depoimento de 2/5/2020, de tentar interferir politicamente na PF. Acusação atribuída a Moro; Bolsonaro nega; a PF não encontrou interferência em 2022 e em 2026, e o inquérito segue aberto.
Fontes (4)
Em 24/04/2020 Moro anunciou que deixava o Ministério da Justiça, acusando Bolsonaro de insistir na troca do comando da PF e de querer pessoa de contato pessoal para obter informações e relatórios de inteligência, e disse não ter assinado o decreto de exoneração de Valeixo.
AcusaçãoAlegaçãoFonte: Leia a íntegra e assista ao discurso de demissão de Sergio Moro — Poder360, 24/04/2020 · discurso integral (37min58s) · abrir original ↗
O depoimento de Moro, liberado por Celso de Mello em 4/5/2020 e divulgado em 5/5, relata que Bolsonaro cobrou em 22/04/2020 a troca da superintendência do Rio e do diretor-geral, disse que precisava de pessoas de confiança para obter relatórios de inteligência e que 'trocaria o diretor-geral e o próprio ministro'; Moro disse que a pressão retornou em janeiro de 2020 com o nome de Ramagem.
Documento descrito em reportagemFonte únicaFonte: 'Você tem 27 superintendências, eu quero apenas uma, a do RJ': confira depoimento de Moro à PF — Tribuna de Jundiaí, 05/05/2020 · seções 'Pressão por mudanças', 'Trocas no RJ e em PE' e 'O nome de Ramagem' · abrir original ↗
Em março de 2022 a PF concluiu que Bolsonaro não interferiu na corporação e defendeu o arquivamento; o relatório afirma que 18 pessoas foram ouvidas e que nenhuma prova consistente foi encontrada.
Documento descrito em reportagemVárias fontes independentesFonte: Moraes pede que PGR avalie arquivamento de inquérito contra Bolsonaro — Agência Brasil (EBC, empresa pública), 17/05/2024 · citação do relatório · abrir original ↗
Segundo a Gazeta do Povo (12/04/2026), a PF entregou a Moraes em 2/4/2026 novo relatório que, segundo a matéria, analisou os Inq 4781 (fake news) e 4828 (atos antidemocráticos) e conclui, pela segunda vez, que Bolsonaro não interferiu em investigações que atingiam familiares e aliados; Moraes manteve o inquérito aberto e enviou o relatório a Gonet.
Documento descrito em reportagemFonte únicaFonte: PF contraria Moraes e Gonet e repete que Bolsonaro não interferiu em investigações — Gazeta do Povo, 12/04/2026 · parágrafos 1 a 8 · abrir original ↗
Sergio Moro rompeu com Jair Bolsonaro · 24/04/2020–03/10/2022
Pediu demissão do ministério em 24/4/2020 alegando não ter condições de preservar a autonomia da PF.
Fontes (1)
Em 24/04/2020 Moro anunciou que deixava o Ministério da Justiça, acusando Bolsonaro de insistir na troca do comando da PF e de querer pessoa de contato pessoal para obter informações e relatórios de inteligência, e disse não ter assinado o decreto de exoneração de Valeixo.
AcusaçãoAlegaçãoFonte: Leia a íntegra e assista ao discurso de demissão de Sergio Moro — Poder360, 24/04/2020 · discurso integral (37min58s) · abrir original ↗
Jair Bolsonaro exonerou/demitiu Maurício Valeixo · 24/04/2020
Exonerou Valeixo da direção-geral da PF em 24/4/2020 (ato publicado como 'a pedido' e republicado sem essa justificativa). Valeixo foi indicado por Moro.
Fontes (2)
A exoneração de Valeixo foi publicada no Diário Oficial de 24/04/2020 como se fosse 'a pedido' e, no fim da tarde, republicada em edição extra sem essa justificativa.
ReportagemFonte únicaFonte: 'Moro, o Valeixo sai nessa semana. Isso está decidido', escreveu Bolsonaro — Poder360, 23/05/2020 · seção 'A exoneração de Valeixo' · abrir original ↗
Mensagem de WhatsApp de Bolsonaro a Moro em 22/04/2020, 6h26, reproduzida pelo Estado de S. Paulo a partir do celular entregue por Moro à PF, dizia que a saída de Valeixo estava decidida para aquela semana; Moro respondeu às 6h37 pedindo conversa pessoal.
Mensagem divulgadaFonte únicaFonte: 'Moro, o Valeixo sai nessa semana. Isso está decidido', escreveu Bolsonaro — Poder360, 23/05/2020 · parágrafos 1 a 5 · abrir original ↗
Alexandre de Moraes julgou Alexandre Ramagem · 29/04/2020
Suspendeu, em liminar de 29/4/2020, o decreto de nomeação de Ramagem para a PF (decisão provisória no MS 37.097).
Fontes (1)
Em 29/04/2020, no MS 37.097 (PDT), o ministro Alexandre de Moraes suspendeu o decreto que nomeava Alexandre Ramagem diretor-geral da PF, apontando viabilidade, 'em tese', de desvio de finalidade, e citou as declarações públicas de Moro e o inquérito aberto (a menção expressa às mensagens divulgadas não foi confirmada; texto da decisão não aberto).
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: Alexandre suspende nomeação de Ramagem para a chefia da PF — Consultor Jurídico, 29/04/2020 · trecho da decisão reproduzido; 'MS 37.097' · abrir original ↗
Augusto Aras investigou Jair Bolsonaro · abr. 2020
Pediu ao STF, em abril de 2020, a abertura do Inq 4831 para apurar os fatos noticiados por Moro; vínculo de pedido de investigação, não de imputação.
Fontes (1)
Em 27/04/2020, Celso de Mello autorizou a instauração do Inquérito 4831 a pedido do procurador-geral Augusto Aras, para apurar fatos noticiados por Moro; Aras citou, em tese, falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça e corrupção passiva.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Ministro Celso de Mello autoriza inquérito para apurar declarações do ex-ministro Sérgio Moro envolvendo o presidente da República — Supremo Tribunal Federal (portal de notícias), 27/04/2020 · texto da notícia · abrir original ↗
Sergio Moro apoiou politicamente Jair Bolsonaro · 04/10/2022–30/10/2022
Declarou apoio a Bolsonaro no segundo turno de 2022 contra Lula, em 4/10/2022; depois disse que não é bolsonarista.
Fontes (2)
Em 4/10/2022, dois dias após ser eleito senador, Moro anunciou no Twitter apoio a Bolsonaro no segundo turno contra Lula. O Poder360 apurou que Moro e Bolsonaro se reconciliaram por telefone, via Flávio Bolsonaro, na véspera.
DeclaraçãoVárias fontes independentesFonte: Moro anuncia apoio a Bolsonaro no 2º turno — Poder360, 04/10/2022 · parágrafos 1 a 4 · abrir original ↗
Em 23/5/2023, em entrevista à GloboNews, Moro disse não ser bolsonarista e que apoiou Bolsonaro no segundo turno de 2022 porque não havia alternativa.
DeclaraçãoFonte únicaFonte: Moro: 'Não sou bolsonarista, só apoiei o Bolsonaro no 2º turno' — Estado de Minas, 23/05/2023 · parágrafos 3 a 5 · abrir original ↗
Sergio Moro aliou-se eleitoralmente a Flávio Bolsonaro · 24/03/2026
Aliança eleitoral de 2026: filiou-se ao PL na presença de Flávio (24/3/2026), que o apoiou ao governo do Paraná; Moro pediu votos para Flávio no segundo turno presidencial (22/10/2026).
Fontes (2)
Em 24/3/2026 Moro oficializou em Brasília a saída do União Brasil e a filiação ao PL, partido de Bolsonaro, ao lado de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, e confirmou a intenção de disputar o governo do Paraná.
ReportagemVárias fontes independentesFonte: Após idas e vindas, Moro se filia ao PL, sela aliança com Flávio Bolsonaro e mira governo do Paraná — O Tempo, 24/03/2026 · parágrafos 1 a 5 · abrir original ↗
Em 22/10/2026, em carreata em Ponta Grossa, Moro (governador eleito) declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25/10/2026.
DeclaraçãoFonte únicaFonte: Moro participa de carreata em apoio a Flávio Bolsonaro — NPDiário, 22/10/2026 · parágrafos 1 a 6 · abrir original ↗
Sergio Moro filiou-se a Partido Liberal — PL · 24/03/2026
Filiado ao PL desde 24/3/2026 (antes: Podemos de 10/11/2021 a 31/3/2022; União Brasil de 31/3/2022 a março de 2026).
Fontes (3)
Em 24/3/2026 Moro oficializou em Brasília a saída do União Brasil e a filiação ao PL, partido de Bolsonaro, ao lado de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, e confirmou a intenção de disputar o governo do Paraná.
ReportagemVárias fontes independentesFonte: Após idas e vindas, Moro se filia ao PL, sela aliança com Flávio Bolsonaro e mira governo do Paraná — O Tempo, 24/03/2026 · parágrafos 1 a 5 · abrir original ↗
Moro filiou-se ao Podemos em 10/11/2021, em Brasília, em ato que marcou o início de pré-candidatura à Presidência em 2022.
ReportagemVárias fontes independentesFonte: Podemos confirma filiação de Moro em 10 de novembro — Poder360, 01/11/2021 · parágrafos 1 e 2 · abrir original ↗
Em 31/03/2022 Moro anunciou que desistia da pré-candidatura presidencial para se filiar ao União Brasil, a convite de Luciano Bivar, e a presidente do Podemos disse ter sabido da saída pela imprensa.
ReportagemVárias fontes independentesFonte: Sergio Moro desiste de candidatura à Presidência (Agência Brasil) — O Imparcial (reprodução da Agência Brasil), 31/03/2022 · parágrafos 1 e 2 · abrir original ↗
Partido Liberal — PL processou Sergio Moro · 2022–21/05/2024
Ação eleitoral do PL (e da federação PT/PCdoB/PV) contra Moro pedindo cassação; rejeitada pelo TRE-PR em 9/4/2024 e pelo TSE em 21/5/2024. Hoje o PL é o partido de Moro.
Fontes (2)
Em 9/4/2024 o TRE-PR rejeitou, por 5 votos a 2, as ações de PL e da federação PT/PCdoB/PV que pediam a cassação do mandato de Moro por abuso de poder econômico, caixa 2 e uso indevido dos meios de comunicação na campanha de 2022 (eleitoral).
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: Em derrota para PT e PL, Moro é absolvido pelo TRE-PR e escapa da cassação: 5 a 2 — InfoMoney, 09/04/2024 · parágrafos 1 a 4 · abrir original ↗
Em 21/5/2024 o TSE rejeitou, por unanimidade, os recursos de PL e PT contra a decisão do TRE-PR, mantendo o mandato de Moro; o relator, Floriano de Azevedo Marques, considerou irregulares gastos de R$ 777 mil, mas sem prova convincente de desvio de recursos partidários ou de candidatura simulada.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: TSE rejeita, por unanimidade, cassação de mandato de Sergio Moro — Estado de Minas, 21/05/2024 · parágrafos 1 a 8 · abrir original ↗
Sergio Moro relação com Flávio Bolsonaro · 23/06/2020
Vínculo alegado, não demonstrado: a defesa de Moro apontou, em petição de 2020, que o pedido de troca da PF no Rio coincidiu em agosto de 2019 com o pedido da defesa de Fabrício Queiroz para ter acesso a inquérito sigiloso que citaria Flávio. Não é acusação direta de Moro contra Flávio; Flávio e Jair Bolsonaro negam interferência.
Fontes (2)
A defesa de Moro afirmou, em petição anexada ao inquérito pela delegada Christiane Correa Machado, que a primeira vontade de Bolsonaro de trocar o superintendente do Rio ocorreu em agosto de 2019, o mesmo mês em que a defesa de Fabrício Queiroz pediu vista de um inquérito sigiloso da PF do Rio que citaria Queiroz e, indiretamente, Flávio Bolsonaro.
AcusaçãoAlegaçãoFonte: Moro relaciona troca na PF do RJ a pedido de Queiroz para acesso à investigação — Congresso em Foco, 23/06/2020 · parágrafos 1 a 4 e 10 · abrir original ↗
Em nota, a defesa de Flávio Bolsonaro negou categoricamente o relato de Paulo Marinho e o chamou de tentativa de manipular a Justiça em interesse próprio; o chefe de gabinete de Flávio negou, em depoimento de 10/06/2020, ter recebido informação sobre a Operação Furna da Onça.
Resposta/defesaFonte únicaFonte: Chefe de gabinete de Flávio Bolsonaro nega vazamento de operação — Poder360, 04/08/2020 · parágrafos 1 e 6 · abrir original ↗
Carla Zambelli relação com Sergio Moro · abr. 2020
Em mensagens exibidas por Moro ao Jornal Nacional, pediu que ele aceitasse Ramagem e sugeriu ajudar em indicação dele ao STF; ele respondeu que não estava à venda. A relação de Zambelli com Bolsonaro nessa conversa não consta nas mensagens.
Fontes (1)
Moro mostrou ao Jornal Nacional conversa com a deputada Carla Zambelli em que ela pede que ele aceite Ramagem na PF e sugere que ajudaria a viabilizar uma indicação dele ao STF; ele responde que não está à venda. Zambelli, consultada, não comentou na ocasião.
Mensagem divulgadaVárias fontes independentesFonte: JN exibe suposta troca de mensagens de Moro com Bolsonaro — Poder360, 24/04/2020 · parágrafos 9 a 12 · abrir original ↗
Lula processou Deltan Dallagnol
Lula ajuizou ação indenizatória por danos morais contra Dallagnol pela entrevista do PowerPoint; condenação civil no STJ em 2022.
Fontes (1)
Em 22/03/2022 a 4ª Turma do STJ, por maioria, no REsp 1.842.613, condenou Deltan Dallagnol a pagar R$ 75 mil de indenização por danos morais a Lula pela entrevista do 'PowerPoint' de 2016, mais honorários de 20% e custas; Lula pedira R$ 1 milhão, e as instâncias ordinárias haviam julgado o pedido improcedente.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Dallagnol pagará R$ 75 mil a Lula por entrevista do PowerPoint — Superior Tribunal de Justiça, 22/03/2022 · corpo da notícia · abrir original ↗
Renan Calheiros acusou publicamente Deltan Dallagnol · 2019
Renan Calheiros representou contra Dallagnol no CNMP por postagens sobre a eleição do Senado; resultou em censura (2020).
Fontes (1)
Em 08/09/2020 o Plenário do CNMP aplicou, por maioria, pena de censura a Dallagnol no PAD 1.00982/2019-48, por 14 postagens no Twitter, entre 09/01 e 03/02/2019, contra a eleição de Renan Calheiros para a presidência do Senado, entendidas como quebra de decoro; relator: Otavio Rodrigues Jr.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Plenário do CNMP aplica pena de censura a membro do MPF — Conselho Nacional do Ministério Público, 08/09/2020 · corpo da notícia · abrir original ↗
Kátia Abreu acusou publicamente Deltan Dallagnol · 2020
Pedido de remoção de Dallagnol da coordenação da força-tarefa apresentado no CNMP (2020); resultado final não localizado.
Fontes (1)
Em 17/08/2020 o ministro Celso de Mello (STF) suspendeu a tramitação de dois processos no CNMP, um disciplinar de Renan Calheiros e um pedido de remoção de Kátia Abreu, ambos pedindo a saída de Dallagnol da coordenação da força-tarefa; a AGU pediu a revisão da decisão alertando que o processo disciplinar prescreveria em 10/09/2020.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Por risco de prescrição, AGU pede que Celso reveja decisão sobre Dallagnol — CNN Brasil, 31/08/2020 · corpo da matéria · abrir original ↗
CNMP julgou Deltan Dallagnol · 26/11/2019–08/09/2020
Plenário do CNMP aplicou advertência (2019) e censura (2020) a Dallagnol, em sanções disciplinares.
Fontes (2)
Em 26/11/2019 o Plenário do CNMP aplicou, por 8 votos a 3, pena de advertência a Dallagnol no PAD 1.00898/2018-99, pela entrevista ao 'Jornal da CBN' de 15/08/2018 em que chamou ministros do STF de 'panelinha'; o relator, Luiz Fernando Bandeira de Mello, viu descumprimento do dever de decoro e urbanidade (LC 75/1993, art. 236, VIII e X); foram rejeitadas as preliminares de ne bis in idem (por maioria) e de prescrição (por unanimidade).
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: CNMP aplica penalidade de advertência ao procurador da República Deltan Dallagnol — Conselho Nacional do Ministério Público, 26/11/2019 · corpo da notícia · abrir original ↗
Em 08/09/2020 o Plenário do CNMP aplicou, por maioria, pena de censura a Dallagnol no PAD 1.00982/2019-48, por 14 postagens no Twitter, entre 09/01 e 03/02/2019, contra a eleição de Renan Calheiros para a presidência do Senado, entendidas como quebra de decoro; relator: Otavio Rodrigues Jr.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Plenário do CNMP aplica pena de censura a membro do MPF — Conselho Nacional do Ministério Público, 08/09/2020 · corpo da notícia · abrir original ↗
Tribunal de Contas da União julgou Deltan Dallagnol · 09/08/2022
2ª Câmara do TCU condenou Dallagnol, em tribunal de contas, a ressarcir R$ 2.831.808 (com Janot e Romão); a decisão foi anulada pela Justiça Federal quanto a Dallagnol, anulação mantida pelo TRF-4 em 2024; a TCE segue autorizada pelo STJ.
Fontes (3)
Em 09/08/2022 a 2ª Câmara do TCU, por 4 votos a 0, com relatoria de Bruno Dantas, condenou Dallagnol, Rodrigo Janot e João Vicente Beraldo Romão a ressarcir R$ 2.831.808 à União por diárias e passagens pagas a procuradores requisitados de outras localidades para a força-tarefa, com multa individual de R$ 200 mil; o relator apontou falta de fundamentação do modelo, violação da economicidade e da impessoalidade.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: TCU multa Dallagnol e Janot por diárias na Lava Jato — Poder360, 09/08/2022 · corpo da matéria · abrir original ↗
Em matéria de 26/09/2024 (data da sessão não informada), a 12ª Turma do TRF-4 negou apelação da União e manteve a sentença de primeira instância (processo 5033048-90.2022.4.04.7000) que anulara a decisão da 2ª Câmara do TCU, por ausência de fundamento legal para a citação de Dallagnol; a reportagem diz que a responsabilidade pelo modelo de diárias cabia a outros agentes.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: TRF-4 anula decisão do TCU contra Dallagnol por despesas da Lava Jato — Migalhas, 26/09/2024 · corpo da matéria · abrir original ↗
Em agosto de 2025 a Corte Especial do STJ, por maioria, negou o agravo interno de Dallagnol na SLS 3133 (relator Humberto Martins) e manteve suspensa a liminar da 6ª Vara que travava a tomada de contas especial do TCU (TCE 006.470/2022-0), estendendo à nova liminar posterior o efeito da decisão de 2023; a apuração de cerca de R$ 2,8 milhões volta a tramitar; divergiram Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira e Sebastião Reis Júnior.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: Corte Especial confirma que TCU pode seguir com apuração contra Deltan Dallagnol — Superior Tribunal de Justiça, 08/08/2025 · corpo da notícia · abrir original ↗
STJ julgou Deltan Dallagnol · 22/03/2022
4ª Turma do STJ condenou Dallagnol civilmente a indenizar Lula em R$ 75 mil (REsp 1.842.613).
Fontes (1)
Em 22/03/2022 a 4ª Turma do STJ, por maioria, no REsp 1.842.613, condenou Deltan Dallagnol a pagar R$ 75 mil de indenização por danos morais a Lula pela entrevista do 'PowerPoint' de 2016, mais honorários de 20% e custas; Lula pedira R$ 1 milhão, e as instâncias ordinárias haviam julgado o pedido improcedente.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Dallagnol pagará R$ 75 mil a Lula por entrevista do PowerPoint — Superior Tribunal de Justiça, 22/03/2022 · corpo da notícia · abrir original ↗
TSE julgou Deltan Dallagnol · 16/05/2023
TSE cassou por unanimidade o registro de candidatura de Dallagnol em 2023 e, em 2026, o caso do registro ao Senado aguarda o plenário.
Fontes (2)
Em 16/05/2023 o TSE decidiu por unanimidade, com relatoria de Benedito Gonçalves, cassar o registro de candidatura de Dallagnol (eleito deputado federal pelo Podemos em 2022), entendendo que ele pediu exoneração do MPF para evitar punição administrativa do CNMP que o tornaria inelegível, em fraude à Lei da Ficha Limpa; a Câmara confirmou a perda do mandato em 06/06/2023.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: TSE cassa mandato de deputado de Deltan Dallagnol — Poder360, 16/05/2023 · corpo da matéria · abrir original ↗
Dallagnol (Novo) teve 2.904.594 votos (25,14%) para o Senado pelo Paraná no primeiro turno de 04/10/2026, segundo a Agência Brasil, que o coloca na segunda vaga; o TSE adiou em 08/10/2026, a pedido da defesa, o julgamento da validade do registro, sem nova data; o PT estadual contestou a elegibilidade.
ReportagemFonte únicaFonte: TSE adia julgamento sobre candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado — Agência Brasil, 08/10/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
TSE julgou Sergio Moro · 21/05/2024
TSE rejeitou por unanimidade, em 21/05/2024, as ações que pediam a cassação do mandato de senador de Moro.
Fontes (1)
Em 21/05/2024 o TSE, por unanimidade e com relatoria de Floriano de Azevedo Marques, rejeitou os recursos do PL e da Federação Brasil da Esperança e manteve a decisão do TRE-PR (5 a 2, de 09/04/2024) que rejeitara as ações por caixa 2, abuso de poder econômico, uso indevido de meios de comunicação e irregularidades em contratos; o relator exigiu 'prova robusta', calculou o gasto em 17% do teto e disse que a conduta não era modelo ético, mas não provou excesso; Moro manteve o mandato de senador.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: TSE livra Sergio Moro e ex-juiz mantém mandato de senador — Poder360, 21/05/2024 · corpo da matéria · abrir original ↗
STF julgou Sergio Moro · 23/03/2021
2ª Turma (2021) e Plenário (7 a 4, 23/06/2021) do STF declararam e mantiveram a suspeição de Moro para julgar Lula no caso do triplex.
Fontes (2)
Segundo o STF, a 2ª Turma reconheceu por maioria, no HC 164.493, a parcialidade de Moro na condenação de Lula no caso do triplex; seguiram a divergência de Gilmar Mendes os ministros Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia (que ajustou o voto), enquanto Edson Fachin (relator) e Nunes Marques votaram contra.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: 2ª Turma reconhece parcialidade de ex-juiz Sérgio Moro na condenação de Lula no caso Triplex — Supremo Tribunal Federal, 23/03/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
O Plenário do STF manteve, por 7 votos a 4, em 23/06/2021, a declaração de suspeição de Moro pela 2ª Turma e a anulação de suas decisões no caso do triplex, ao julgar o segundo agravo regimental da defesa de Lula contra a decisão de Fachin no HC 193.726.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: STF confirma suspeição de Sergio Moro na ação do triplex do Guarujá — Supremo Tribunal Federal, 23/06/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
Sergio Moro julgou Lula
Moro foi juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba nos processos de Lula; o STF declarou sua suspeição (triplex) e a incompetência da vara (Atibaia, triplex, Instituto Lula).
Fontes (2)
Segundo o STF, a 2ª Turma reconheceu por maioria, no HC 164.493, a parcialidade de Moro na condenação de Lula no caso do triplex; seguiram a divergência de Gilmar Mendes os ministros Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia (que ajustou o voto), enquanto Edson Fachin (relator) e Nunes Marques votaram contra.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: 2ª Turma reconhece parcialidade de ex-juiz Sérgio Moro na condenação de Lula no caso Triplex — Supremo Tribunal Federal, 23/03/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
Em 08/03/2021, no HC 193.726, o ministro Edson Fachin declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para as ações penais de Lula (triplex do Guarujá, sítio de Atibaia e Instituto Lula), anulou as decisões da vara, inclusive as condenações, e determinou o envio dos autos à Justiça Federal do Distrito Federal, por entender que os fatos não tinham relação direta com o esquema da Petrobras.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Marcado para 14/4 julgamento de recursos da decisão que anulou condenações de Lula — Supremo Tribunal Federal, 25/03/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
Teori Zavascki julgou Sergio Moro · 13/06/2016
Teori Zavascki cassou, na Rcl 23.457, as decisões de Moro que levantaram o sigilo das conversas Lula–Dilma.
Fontes (1)
Em 13/06/2016 Teori Zavascki julgou parcialmente procedente a Rcl 23.457: reconheceu a violação da competência do STF e cassou as decisões da 13ª Vara de 16/03/2016 (evento 135) e 17/03/2016 (evento 140) que levantaram o sigilo das conversas; reconheceu a nulidade do conteúdo das conversas colhidas após a determinação de interrupção das interceptações; e mandou baixar à 13ª Vara os processos que não envolviam autoridades com foro.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Reclamação 23.457/PR — decisão do Min. Teori Zavascki (13/06/2016) — Supremo Tribunal Federal, 13/06/2016 · p. 20-22, item 15 · abrir original ↗
Dilma Rousseff processou Sergio Moro · mar. 2016
A Presidência da República ajuizou a Rcl 23.457 contra a decisão do juízo da 13ª Vara (Moro).
Fontes (1)
A reclamação 23.457, ajuizada pela Presidente da República por meio da AGU, alegou usurpação da competência do STF porque, na interceptação deferida pela 13ª Vara contra Lula, foram captadas conversas com a Presidente da República (autoridade com foro) e a decisão de divulgá-las em primeiro grau seria viciada por incompetência absoluta.
AcusaçãoComprovado em documentoFonte: Reclamação 23.457/PR — decisão do Min. Teori Zavascki (13/06/2016) — Supremo Tribunal Federal, 13/06/2016 · p. 1-2 · abrir original ↗
Raquel Dodge relação com Força-tarefa da Lava Jato no MPF em Curitiba · mar. 2019
A PGR contestou na ADPF 568 o acordo Petrobras–MPF-PR que previa a fundação privada; Moraes suspendeu o acordo em 15/03/2019.
Fontes (2)
Em 15/03/2019, na ADPF 568 (ajuizada pela PGR; relacionadas ADPF 569, de PT e PDT, e Rcl 33.667, da Câmara), Alexandre de Moraes suspendeu os efeitos do Acordo de Assunção de Obrigações entre a Petrobras e procuradores do MPF-PR e da decisão da 13ª Vara que o homologou, e bloqueou os valores depositados (US$ 682,5 milhões repassados pela Petrobras a 'autoridades brasileiras' em acordo com o DOJ), por risco de desvio de dinheiro público e dúvida sobre a criação de fundação privada para geri-los.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Ministro suspende eficácia de acordo firmado entre procuradores da República no Paraná e Petrobras — Supremo Tribunal Federal, 15/03/2019 · corpo da notícia · abrir original ↗
A PGR (Raquel Dodge) argumentou que o MPF de primeira instância não tem poderes para gerir os recursos e que a Justiça Federal não tinha competência para homologar o acordo; a força-tarefa disse já ter pedido a suspensão do fundo antes do pedido da PGR.
AcusaçãoFonte únicaFonte: Ministro do Supremo suspende acordo da Lava Jato com os EUA — Agência Brasil, 15/03/2019 · corpo da matéria · abrir original ↗
Gabriela Hardt relação com Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras · jan. 2019–04/08/2026
Hardt homologou em 2019, como substituta na 13ª Vara, o acordo entre Petrobras e MPF-PR; o CNJ a puniu com disponibilidade de dois anos em 04/08/2026.
Fontes (1)
Em 04/08/2026 o plenário do CNJ aplicou a Gabriela Hardt, por maioria, pena de disponibilidade por dois anos (vencimentos proporcionais, segundo a Agência Brasil; a juíza continua recebendo salário, segundo o Congresso em Foco) em PAD relatado por Rodrigo Badaró, por ter homologado em 2019, como substituta na 13ª Vara, acordo entre Petrobras e MPF que destinava R$ 2 bilhões (segundo a Agência Brasil) ou R$ 2,5 bilhões (segundo o Congresso em Foco) a fundação privada gerida por procuradores; o relator apontou 'captura institucional', sem corrupção ou enriquecimento; a reportagem registra homologação em menos de 48 horas sem ouvir a União. O valor do acordo com o DOJ foi de US$ 682,5 milhões, segundo o STF.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: CNJ afasta ex-juíza da Lava Jato por dois anos — Agência Brasil, 04/08/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
Sergio Moro trabalhou para Alvarez & Marsal · dez. 2020
Moro foi contratado em dezembro de 2020 pela consultoria Alvarez & Marsal, administradora judicial da recuperação da Odebrecht; MP junto ao TCU apurou conflito de interesses. Fim do vínculo não confirmado.
Fontes (1)
Moro foi contratado pela consultoria Alvarez & Marsal em dezembro de 2020, após deixar o governo; a consultoria atuava como administradora judicial da recuperação da Odebrecht e, segundo a reportagem, havia recebido R$ 42,5 milhões de alvos da Lava Jato; Moro disse ter atuado em área de políticas anticorrupção, e a empresa disse que o contrato vedava atuação com clientes ligados à Lava Jato.
ReportagemFonte únicaFonte: MP pede arquivamento de processo sobre Moro no TCU — Poder360, 01/02/2022 · corpo da matéria · abrir original ↗
Deltan Dallagnol filiou-se a Podemos · 2021–16/05/2023
Dallagnol concorreu a deputado federal em 2022 pelo Podemos e foi eleito; registro cassado pelo TSE em 2023.
Fontes (1)
Em 16/05/2023 o TSE decidiu por unanimidade, com relatoria de Benedito Gonçalves, cassar o registro de candidatura de Dallagnol (eleito deputado federal pelo Podemos em 2022), entendendo que ele pediu exoneração do MPF para evitar punição administrativa do CNMP que o tornaria inelegível, em fraude à Lei da Ficha Limpa; a Câmara confirmou a perda do mandato em 06/06/2023.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: TSE cassa mandato de deputado de Deltan Dallagnol — Poder360, 16/05/2023 · corpo da matéria · abrir original ↗
Deltan Dallagnol filiou-se a Partido Novo · 2023
Dallagnol estava recém-filiado ao Novo em outubro de 2023 e é candidato ao Senado pelo partido em 2026.
Fontes (2)
Em entrevista de 14/10/2023, Dallagnol, recém-filiado ao Novo, disse que a decisão do TSE negou seu registro mas não o tornou inelegível e que uma candidatura era possível, prevendo nova tentativa de cassação.
DeclaraçãoFonte únicaFonte: Dallagnol fala sobre filiação ao Novo, mudanças no STF e diz que pode se candidatar — Itatiaia, 14/10/2023 · corpo da matéria · abrir original ↗
Dallagnol (Novo) teve 2.904.594 votos (25,14%) para o Senado pelo Paraná no primeiro turno de 04/10/2026, segundo a Agência Brasil, que o coloca na segunda vaga; o TSE adiou em 08/10/2026, a pedido da defesa, o julgamento da validade do registro, sem nova data; o PT estadual contestou a elegibilidade.
ReportagemFonte únicaFonte: TSE adia julgamento sobre candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado — Agência Brasil, 08/10/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
Ricardo Lewandowski relação com Lula · 28/12/2020
Lewandowski, relator da Rcl 43.007, garantiu à defesa de Lula acesso às mensagens da Operação Spoofing que lhe digam respeito.
Fontes (2)
Em 01/02/2021 Lewandowski retirou o sigilo da Rcl 43.007 e determinou à 10ª Vara Federal Criminal do DF que assegurasse a Lula o compartilhamento das mensagens que lhe digam respeito, direta ou indiretamente, e das relacionadas às investigações e ações contra ele na 13ª Vara de Curitiba ou em qualquer jurisdição; decisão anterior é de 28/12/2020.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Operação Spoofing: Lewandowski retira sigilo da reclamação em que garantiu a Lula acesso a mensagens — Supremo Tribunal Federal, 01/02/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
Em 09/02/2021 a 2ª Turma do STF, por maioria (Lewandowski, relator, Nunes Marques, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes; Fachin divergiu), não admitiu o recurso dos procuradores da Lava Jato e manteve o acesso de Lula às mensagens da Operação Spoofing que lhe digam respeito; a maioria afirmou que o julgamento não discutia a validade das provas, apenas o acesso a elementos em poder do Estado.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: 2ª Turma garante a Lula acesso a arquivos da Operação Spoofing — Supremo Tribunal Federal, 09/02/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
Dias Toffoli julgou Odebrecht (hoje Novonor) · 06/09/2023
Toffoli anulou as provas do acordo de leniência e dos sistemas de propina da Odebrecht (06/09/2023).
Fontes (1)
Em 06/09/2023 Dias Toffoli anulou todas as provas obtidas pelo acordo de leniência da Odebrecht e pelos sistemas de propina da empresa, considerando-as imprestáveis para processos criminais, eleitorais e de improbidade administrativa.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Lewandowski diz que decisão de Toffoli confirmou visão da Segunda Turma do STF sobre acordos da Odebrecht — CNN Brasil, 06/09/2023 · corpo da matéria · abrir original ↗
Paulo Roberto Costa dirigiu Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras · 2004–2012
Diretor de Abastecimento da Petrobras entre 2004 e 2012 (datas segundo o verbete; documento da Petrobras em f03).
Fontes (1)
Paulo Roberto Costa ingressou na Petrobras em 01/02/1977, foi diretor da Gaspetro (1997–2000) e diretor de Abastecimento (2004–2012), indicado, segundo o verbete, pelo deputado José Janene (PP).
ReportagemFonte únicaFonte: Paulo Roberto Costa (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Jorge Zelada dirigiu Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras · 2008–2012
Diretor da área Internacional da Petrobras de 2008 a 2012.
Fontes (1)
Jorge Zelada foi diretor da área Internacional da Petrobras de 2008 a 2012, sucessor de Nestor Cerveró; foi preso em 02/07/2015 (15ª fase, Conexão Mônaco); condenado em 12/01/2016 a 4 anos (Justiça do RJ, fraude em licitação) e em 01/02/2016 a 12 anos e 2 meses (Justiça Federal do Paraná; título de referência atribui a Moro).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Jorge Zelada (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Jorge Zelada relação com Nestor Cerveró · 2008
Zelada sucedeu Nestor Cerveró na Diretoria Internacional da Petrobras em 2008 (sucessão de cargo; não implica relação pessoal ou ato conjunto).
Fontes (1)
Jorge Zelada foi diretor da área Internacional da Petrobras de 2008 a 2012, sucessor de Nestor Cerveró; foi preso em 02/07/2015 (15ª fase, Conexão Mônaco); condenado em 12/01/2016 a 4 anos (Justiça do RJ, fraude em licitação) e em 01/02/2016 a 12 anos e 2 meses (Justiça Federal do Paraná; título de referência atribui a Moro).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Jorge Zelada (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Graça Foster dirigiu Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras · 13/02/2012–04/02/2015
Presidente da Petrobras de 13/02/2012 a 04/02/2015, quando renunciou com cinco diretores.
Fontes (1)
Graça Foster foi presidente da Petrobras de 13/02/2012 a 04/02/2015 (renunciou, com cinco diretores), diretora de Gás e Energia desde setembro de 2007 e presidente da Petrobras Distribuidora em 2006–2007; em dezembro de 2014 barrou 23 empreiteiras ligadas à investigação de contratar com a Petrobras. Não há processo contra ela no trecho lido.
ReportagemFonte únicaFonte: Graça Foster (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos e Petrobras · abrir original ↗
Sérgio Gabrielli dirigiu Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras · 22/07/2005–13/02/2012
Presidente da Petrobras de 22/07/2005 a 13/02/2012 (diretor financeiro de 2003 a 2005).
Fontes (1)
José Sergio Gabrielli foi diretor financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras de 01/02/2003 a 21/07/2005, presidente da Petrobras de 22/07/2005 a 13/02/2012 e secretário de Planejamento da Bahia de 09/03/2012 a 01/01/2015.
ReportagemFonte únicaFonte: José Sergio Gabrielli (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · infobox · abrir original ↗
Nestor Cerveró trabalhou para Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras · 1975–2008
Funcionário da Petrobras desde 1975; diretor Internacional até 2008.
Fontes (1)
Nestor Cerveró foi funcionário da Petrobras desde 1975, diretor Internacional (saiu após 2008) e depois diretor financeiro e de serviços da BR Distribuidora (data de saída não informada).
ReportagemFonte únicaFonte: Nestor Cerveró (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Marcelo Odebrecht dirigiu Odebrecht (hoje Novonor) · 2008–2015
Presidente da Odebrecht de 2008 a 2015, sucedendo o pai, Emílio Odebrecht.
Fontes (1)
Marcelo Odebrecht foi presidente da Odebrecht (hoje Novonor) de 2008 a 2015, sucedendo o pai, Emílio Alves Odebrecht.
ReportagemFonte únicaFonte: Marcelo Odebrecht (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Ricardo Pessoa dirigiu UTC (grupo)
Ex-presidente da UTC Engenharia (datas do mandato não informadas pela fonte).
Fontes (1)
Ricardo Pessoa é ex-presidente da UTC Engenharia; foi preso na 7ª fase da Lava Jato (Juízo Final); Janot o denunciou ao STF em 02/09/2015 por corrupção ativa e lavagem; assinou acordo de delação (reportagem de 14/05/2015); em 24/06/2016 foi condenado a 8 anos e 2 meses por corrupção e organização criminosa (absolvido de lavagem por falta de provas).
ReportagemFonte únicaFonte: Ricardo Pessoa (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Pedro Barusco trabalhou para Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras
Gerente executivo de Engenharia da Petrobras, ligado à Diretoria de Serviços.
Fontes (1)
Pedro Barusco foi gerente executivo de Engenharia da Petrobras, ligado ao diretor Renato Duque; em maio de 2015 Janot entregou à Petrobras R$ 157 milhões desviados por ele (R$ 182 milhões recuperados no total segundo o verbete); em setembro de 2015 foi condenado a 18 anos e 4 meses em regime aberto diferenciado, com tornozeleira.
ReportagemFonte únicaFonte: Pedro Barusco (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Pedro Barusco foi subordinado a Renato Duque
Barusco era ligado, na estrutura da Petrobras, ao diretor de Serviços, Renato Duque (relação hierárquica; sem datas na fonte).
Fontes (1)
Pedro Barusco foi gerente executivo de Engenharia da Petrobras, ligado ao diretor Renato Duque; em maio de 2015 Janot entregou à Petrobras R$ 157 milhões desviados por ele (R$ 182 milhões recuperados no total segundo o verbete); em setembro de 2015 foi condenado a 18 anos e 4 meses em regime aberto diferenciado, com tornozeleira.
ReportagemFonte únicaFonte: Pedro Barusco (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Odebrecht (hoje Novonor) firmou acordo com MPF · dez. 2016
Acordo de leniência de dezembro de 2016 entre a Odebrecht e o MPF-PR (R$ 3,8 bilhões, segundo reportagem da Conjur em outra ficha do acervo), parte de acordo global com EUA e Suíça; valores são retrato, não somar com outros.
Fontes (2)
A leniência de 2018 com CGU/AGU (R$ 2,7 bi) foi desenhada para ser descontada do total de R$ 3,8 bilhões já acertado com o MPF-PR; segundo a reportagem, o valor da CGU/AGU "será descontado" do acertado com o MPF.
ReportagemFonte únicaFonte: Odebrecht assina leniência com governo e pagará R$ 2,7 bilhões — Consultor Jurídico, 09/07/2018 · corpo da reportagem, 09/07/2018 · abrir original ↗
O grupo Odebrecht, fundado em 1944 em Salvador, admitiu em dezembro de 2016 pagamento de propinas em 12 países e firmou acordo de leniência com EUA, Suíça e Brasil; pediu recuperação judicial em junho de 2019 (homologada em julho de 2020) e adotou o nome Novonor em dezembro de 2020.
ReportagemFonte únicaFonte: Novonor (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · linha do tempo · abrir original ↗
Braskem S.A. firmou acordo com SEC · 2016
Acordo da Braskem com a SEC em 2016 no âmbito da Lava Jato.
Fontes (1)
SEC (Litigation Release 23705, 21/12/2016): acordo global da Braskem com SEC, DOJ e autoridades do Brasil e da Suíça de US$ 957 milhões, incluindo disgorgement de US$ 325 milhões (US$ 65 milhões à SEC e US$ 260 milhões às autoridades brasileiras) e mais de US$ 632 milhões em penalidades criminais.
Documento oficialComprovado em documentoFonte: SEC Litigation Release No. 23705 — Braskem S.A. — U.S. Securities and Exchange Commission, 21/12/2016 · texto do release · abrir original ↗
Odebrecht (hoje Novonor) relação com Braskem S.A.
Novonor (ex-Odebrecht) figura como acionista da Braskem (38,32% no verbete consultado); participação societária, não ato ilícito.
Fontes (1)
A Braskem é petroquímica listada na B3 e NYSE; seus acionistas listados no verbete são Novonor (38,32%) e Petrobras (36,15%); firmou acordo de leniência em 2016 com autoridades do Brasil, EUA e Suíça ligado à Lava Jato.
ReportagemFonte únicaFonte: Braskem (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · lead e controvérsias · abrir original ↗
Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras relação com Braskem S.A.
Petrobras figura como acionista da Braskem (36,15% no verbete consultado); participação societária.
Fontes (1)
A Braskem é petroquímica listada na B3 e NYSE; seus acionistas listados no verbete são Novonor (38,32%) e Petrobras (36,15%); firmou acordo de leniência em 2016 com autoridades do Brasil, EUA e Suíça ligado à Lava Jato.
ReportagemFonte únicaFonte: Braskem (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · lead e controvérsias · abrir original ↗
Sergio Moro condenou Eduardo Cunha · 30/03/2017
Sentença criminal de 30/03/2017 na 13ª Vara Federal de Curitiba: 15 anos e 4 meses por corrupção passiva, lavagem e evasão de divisas. Mantida em parte pelo TRF4 em 26/03/2018; vide anulação STF de 2023 para a condenação de 2020, outra.
Fontes (1)
Em 30/03/2017 Moro condenou Cunha a 15 anos e 4 meses (corrupção passiva, lavagem e evasão de divisas); em 26/03/2018 o TRF4 negou embargos e manteve a condenação (pena de 14 anos e 6 meses, segundo o título de reportagem citada pelo verbete).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Eduardo Cunha (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações e referências · abrir original ↗
Sergio Moro relação com Eduardo Cunha · 19/10/2016–28/04/2021
Moro determinou a prisão preventiva de Cunha, executada pela PF em 19/10/2016; revogada pelo TRF4 em 28/04/2021.
Fontes (1)
Cunha foi preso preventivamente pela PF em 19/10/2016, em Brasília, por ordem do juiz Sergio Moro; novo mandado em 18/05/2017 após a delação dos executivos da JBS; em março de 2020 a preventiva foi substituída por domiciliar (Covid-19); em 28/04/2021 o TRF4 revogou a prisão por habeas corpus.
ReportagemFonte únicaFonte: Eduardo Cunha (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Prisões · abrir original ↗
Sergio Moro condenou José Dirceu · 18/05/2016–28/10/2024
Condenações de Dirceu por Moro em 18/05/2016 (23 anos e 3 meses) e 08/03/2017 (11 anos e 3 meses), anuladas por Gilmar Mendes em 28/10/2024.
Fontes (1)
Segundo o verbete, Moro condenou Dirceu em 18/05/2016 a 23 anos e 3 meses (corrupção passiva, vantagem indevida e lavagem) e em 08/03/2017 a 11 anos e 3 meses (corrupção passiva e lavagem).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: José Dirceu (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Lava Jato · abrir original ↗
Sergio Moro condenou Antonio Palocci · 26/06/2017–19/02/2025
Condenação de Palocci por Moro em 26/06/2017 (12 anos, segundo o verbete); anulada por Toffoli em 19/02/2025 (recurso da PGR de 10/03/2025 pendente na data da fonte).
Fontes (2)
Palocci foi preso pela PF em 26/09/2016 (Operação Omertà, 35ª fase), tornou-se réu em novembro de 2016 e foi condenado por Moro em 26/06/2017 (12 anos, segundo o verbete); em 29/11/2018 passou ao semiaberto domiciliar com base no acordo de colaboração.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Antonio Palocci (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Lava Jato · abrir original ↗
Em 19/02/2025 o ministro Dias Toffoli anulou todos os processos contra Palocci, citando precedentes sobre a parcialidade de Moro; em 10/03/2025 a PGR (Paulo Gonet) recorreu.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Antonio Palocci (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Lava Jato · abrir original ↗
Sergio Moro condenou Sérgio Cabral · 13/06/2017
Primeira condenação de Cabral na Lava Jato, em 13/06/2017 (14 anos e 2 meses, caso Comperj), confirmada pelo TRF4 em 30/05/2018.
Fontes (1)
O verbete lista condenações de Cabral: 14 anos e 2 meses (13/06/2017, Moro, Comperj; confirmada pelo TRF4 em 30/05/2018); 45 anos e 2 meses (20/09/2017, Marcelo Bretas, Calicute); 13 anos (20/10/2017, Mascate); e outras, até 17 anos, 7 meses e 9 dias (31/05/2022, propina da Odebrecht). A infobox cita 425 anos e 20 dias em 23 condenações; o corpo do texto fala em mais de 435 anos em 24 condenações.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Sérgio Cabral Filho (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
Sergio Moro condenou Nestor Cerveró · 17/08/2015
Condenação de Cerveró, Fernando Baiano e Júlio Camargo em 17/08/2015 (12 anos, 3 meses e 10 dias, navios-sonda), atribuída a Moro pelo verbete; TRF4 elevou a pena em 30/11/2016.
Fontes (1)
Cerveró foi preso em 14/01/2015; condenado em 26/05/2015 a 5 anos (lavagem, apartamento em Ipanema) e em 17/08/2015 a 12 anos, 3 meses e 10 dias (com Fernando Baiano e Júlio Camargo, navios-sonda; atribuída a Moro); em 30/11/2016 o TRF4, com relatoria de Gebran Neto, elevou a pena a 27 anos e 4 meses.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Nestor Cerveró (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
Sergio Moro condenou Jorge Zelada · 01/02/2016
Condenação de Zelada a 12 anos e 2 meses em 01/02/2016 (Justiça Federal do Paraná); o juiz é identificado como Moro por título de reportagem citada no verbete; Moro também decretou confisco de contas em Mônaco.
Fontes (1)
Jorge Zelada foi diretor da área Internacional da Petrobras de 2008 a 2012, sucessor de Nestor Cerveró; foi preso em 02/07/2015 (15ª fase, Conexão Mônaco); condenado em 12/01/2016 a 4 anos (Justiça do RJ, fraude em licitação) e em 01/02/2016 a 12 anos e 2 meses (Justiça Federal do Paraná; título de referência atribui a Moro).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Jorge Zelada (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Sergio Moro condenou Alberto Youssef · 17/09/2014–15/07/2025
Sentenças de Moro contra Youssef (a de 17/09/2014 é atribuída a Moro; outras condenações listadas pelo verbete sem juiz); todos os atos da Lava Jato contra ele foram anulados por Toffoli em 15/07/2025.
Fontes (2)
O verbete lista condenações de Youssef: 17/09/2014 (Moro, Banestado), 06/05/2015 (lavagem, ocultação de recursos do mensalão), 20/07/2015 (corrupção passiva, desvios da Petrobras; 8 anos e 4 meses, reduzidos a 3 anos pela delação), junho de 2017 (caso Copel/Olvepar) e outubro de 2017 (Maringá, 5 anos, 1 mês e 20 dias).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Alberto Youssef (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
Em 15/07/2025 Dias Toffoli anulou todos os atos da Lava Jato contra Youssef, incluindo decisões de Moro, citando 'conluio' entre PF, MPF e Moro; afirmou que a decisão não invalida o acordo de delação. A defesa de Youssef sustenta que uma gravação clandestina em cela da PF em 2014, que teria durado 11 dias, foi usada para pressioná-lo a fechar a delação.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: Toffoli anula todos os atos da Lava Jato contra Alberto Youssef — CNN Brasil, 15/07/2025 · corpo da matéria · abrir original ↗
Gabriela Hardt condenou Renato Duque · 19/11/2018
Primeira sentença de Hardt na Lava Jato, em 19/11/2018, contra Renato Duque (3 anos e 4 meses segundo o verbete de Hardt; 6 anos e 8 meses segundo o de Duque).
Fontes (2)
Gabriela Hardt é juíza federal desde 26/01/2009, foi juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba de 2014 a novembro de 2018 e respondeu pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019 (TRF4 a designou); em 19/11/2018 proferiu sua primeira sentença na Lava Jato (Renato Duque) e em 06/02/2019 condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia.
ReportagemFonte únicaFonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e Decisões · abrir original ↗
O verbete lista condenações de Duque: 20 anos, 3 meses e 10 dias (08/03/2016); 10 anos e 8 meses (agosto de 2017, contratos da Andrade Gutierrez), elevada pelo TRF4 (8ª Turma) a 28 anos, 5 meses e 10 dias em 12 ou 13/09/2018; 6 anos e 8 meses pela juíza Gabriela Hardt (19/11/2018); e 29 anos e 2 meses pela Justiça Federal em Curitiba em 22/04/2025 (fraude de R$ 525 milhões em contratos, Multitek Engenharia).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Renato Duque (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
Gabriela Hardt condenou Lula · 06/02/2019–08/03/2021
Sentença de 06/02/2019 (12 anos e 11 meses) no caso do sítio de Atibaia; anulada pelo STF em 2021 por incompetência da 13ª Vara.
Fontes (3)
Gabriela Hardt é juíza federal desde 26/01/2009, foi juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba de 2014 a novembro de 2018 e respondeu pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019 (TRF4 a designou); em 19/11/2018 proferiu sua primeira sentença na Lava Jato (Renato Duque) e em 06/02/2019 condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia.
ReportagemFonte únicaFonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e Decisões · abrir original ↗
Em 08/03/2021, no HC 193.726, o ministro Edson Fachin declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para as ações penais de Lula (triplex do Guarujá, sítio de Atibaia e Instituto Lula), anulou as decisões da vara, inclusive as condenações, e determinou o envio dos autos à Justiça Federal do Distrito Federal, por entender que os fatos não tinham relação direta com o esquema da Petrobras.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Marcado para 14/4 julgamento de recursos da decisão que anulou condenações de Lula — Supremo Tribunal Federal, 25/03/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
O Plenário do STF rejeitou, por 8 votos a 3, o agravo da PGR no HC 193.726 e confirmou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba e a anulação das ações penais do triplex, do sítio de Atibaia e do Instituto Lula; Nunes Marques abriu a divergência, acompanhado por Marco Aurélio e Luiz Fux.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: STF confirma anulação de condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato — Supremo Tribunal Federal, 15/04/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
Gebran Neto julgou Nestor Cerveró · 30/11/2016
Relator da apelação no TRF4 que elevou a pena de Cerveró a 27 anos e 4 meses em 30/11/2016.
Fontes (1)
Cerveró foi preso em 14/01/2015; condenado em 26/05/2015 a 5 anos (lavagem, apartamento em Ipanema) e em 17/08/2015 a 12 anos, 3 meses e 10 dias (com Fernando Baiano e Júlio Camargo, navios-sonda; atribuída a Moro); em 30/11/2016 o TRF4, com relatoria de Gebran Neto, elevou a pena a 27 anos e 4 meses.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Nestor Cerveró (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
Gebran Neto julgou José Dirceu · 13/09/2017–17/05/2018
Relator no TRF4 da apelação de Dirceu; em 13/09/2017 votou por 41 anos, 4 meses e 15 dias (julgamento concluído em 17/05/2018, segundo o verbete de Dirceu).
Fontes (1)
Em 13/09/2017 o relator no TRF4, João Pedro Gebran Neto, votou por 41 anos, 4 meses e 15 dias; Leandro Paulsen votou por 27 anos; pedido de vista de Victor Laus adiou a decisão. Em 17/05/2018 o TRF4 negou por unanimidade o último recurso; Dirceu se entregou no dia seguinte.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: José Dirceu (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção TRF4 · abrir original ↗
Gebran Neto julgou Eduardo Cunha · out. 2016
Negou habeas corpus a Eduardo Cunha em outubro de 2016, justificando a preventiva por 'corrupção sistêmica e reiteração delitiva' (trecho do verbete).
Fontes (1)
O verbete registra decisões de Gebran Neto: negou habeas corpus a Marcelo Odebrecht (agosto de 2015), a Paulo Okamotto (setembro de 2016) e a Eduardo Cunha (outubro de 2016); em 08/07/2018 avocou o habeas corpus sobre a soltura de Lula e manteve-o preso; em 11/08/2018 a Veja noticiou que ele teria admitido a amigos ter ignorado a lei, e o TRF4 divulgou nota contestando a reportagem.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: João Pedro Gebran Neto (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Decisões · abrir original ↗
TRF4 julgou Eduardo Cunha · 26/03/2018–28/04/2021
TRF4 manteve a condenação de 2017 em 26/03/2018 (14 anos e 6 meses) e revogou a prisão em 28/04/2021.
Fontes (2)
Em 30/03/2017 Moro condenou Cunha a 15 anos e 4 meses (corrupção passiva, lavagem e evasão de divisas); em 26/03/2018 o TRF4 negou embargos e manteve a condenação (pena de 14 anos e 6 meses, segundo o título de reportagem citada pelo verbete).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Eduardo Cunha (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações e referências · abrir original ↗
Cunha foi preso preventivamente pela PF em 19/10/2016, em Brasília, por ordem do juiz Sergio Moro; novo mandado em 18/05/2017 após a delação dos executivos da JBS; em março de 2020 a preventiva foi substituída por domiciliar (Covid-19); em 28/04/2021 o TRF4 revogou a prisão por habeas corpus.
ReportagemFonte únicaFonte: Eduardo Cunha (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Prisões · abrir original ↗
TRF4 julgou Sérgio Cabral · 30/05/2018
TRF4 confirmou em 30/05/2018 a primeira condenação de Cabral na Lava Jato (Comperj).
Fontes (1)
O verbete lista condenações de Cabral: 14 anos e 2 meses (13/06/2017, Moro, Comperj; confirmada pelo TRF4 em 30/05/2018); 45 anos e 2 meses (20/09/2017, Marcelo Bretas, Calicute); 13 anos (20/10/2017, Mascate); e outras, até 17 anos, 7 meses e 9 dias (31/05/2022, propina da Odebrecht). A infobox cita 425 anos e 20 dias em 23 condenações; o corpo do texto fala em mais de 435 anos em 24 condenações.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Sérgio Cabral Filho (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
TRF4 julgou Renato Duque · 12/09/2018
8ª Turma do TRF4 manteve e elevou a 28 anos, 5 meses e 10 dias a pena do caso Andrade Gutierrez (12 ou 13/09/2018).
Fontes (1)
O verbete lista condenações de Duque: 20 anos, 3 meses e 10 dias (08/03/2016); 10 anos e 8 meses (agosto de 2017, contratos da Andrade Gutierrez), elevada pelo TRF4 (8ª Turma) a 28 anos, 5 meses e 10 dias em 12 ou 13/09/2018; 6 anos e 8 meses pela juíza Gabriela Hardt (19/11/2018); e 29 anos e 2 meses pela Justiça Federal em Curitiba em 22/04/2025 (fraude de R$ 525 milhões em contratos, Multitek Engenharia).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Renato Duque (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
TRF4 anulou decisão de João Vaccari Neto · 27/06/2017
Em 27/06/2017 o TRF4 reformou a condenação de 15 anos de primeira instância e absolveu Vaccari nesse caso.
Fontes (1)
O TRF4 anulou em 27/06/2017 a condenação de 15 anos imposta em primeira instância e absolveu Vaccari nesse caso; no caso Bancoop ele foi absolvido em novembro de 2016 (5ª Vara Criminal de SP), absolvição mantida pelo TJ-SP (16ª Câmara) em fevereiro de 2019.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: João Vaccari Neto (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Absolvições · abrir original ↗
TRF4 relação com Antonio Palocci · jun. 2018
O TRF4 homologou, em junho de 2018, o acordo de colaboração de Palocci com a PF.
Fontes (1)
Palocci assinou acordo de colaboração com a PF em abril de 2018, que o TRF4 homologou em junho de 2018; uma proposta feita ao MPF em 2017 não avançou.
ReportagemFonte únicaFonte: Antonio Palocci (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Delação · abrir original ↗
Teori Zavascki relação com Alberto Youssef · dez. 2014
Homologou a delação de Alberto Youssef em dezembro de 2014 (19/12/2014 segundo o verbete de Teori).
Fontes (2)
Segundo o verbete, Teori homologou a delação de Alberto Youssef em 19/12/2014 e a de Delcídio do Amaral em 15/03/2016, autorizou em 06/03/2015 inquérito contra 47 políticos e afastou Eduardo Cunha do mandato em 05/05/2016.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Teori Zavascki (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Delações · abrir original ↗
O STF (Teori Zavascki) homologou a delação de Youssef em dezembro de 2014 (19/12/2014 segundo o verbete de Teori) e, em agosto de 2015, o plenário reconheceu por unanimidade a validade dos depoimentos e das provas; as penas, que somavam 122 anos, foram reduzidas a três anos por causa da colaboração.
ReportagemFonte únicaFonte: Alberto Youssef (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Delação · abrir original ↗
Teori Zavascki relação com Eduardo Cunha · 05/05/2016
Afastou Eduardo Cunha do mandato de deputado e da presidência da Câmara em 05/05/2016, decisão confirmada pelo plenário do STF por unanimidade.
Fontes (1)
O STF (Teori Zavascki, depois confirmado pelo plenário por unanimidade) afastou Cunha do mandato em 05/05/2016; a Câmara cassou o mandato em 12/09/2016 por quebra de decoro (450 votos a favor, 10 contra, 9 abstenções), por ter mentido à CPI da Petrobras sobre contas no exterior.
ReportagemFonte únicaFonte: Eduardo Cunha (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Afastamento e cassação · abrir original ↗
Teori Zavascki relação com Renato Duque · 02/12/2014
Revogou a prisão de Renato Duque em 02/12/2014 (segundo o verbete de Duque).
Fontes (1)
Duque foi preso em novembro de 2014 (Teori Zavascki revogou a prisão em 02/12/2014), de novo em março de 2015 (10ª fase) e, após ordem de 18/07/2024 da Justiça Federal em Curitiba, foi preso pela PF em 17/08/2024 em Volta Redonda (RJ), depois de ser considerado foragido desde julho de 2024.
ReportagemFonte únicaFonte: Renato Duque (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Prisão · abrir original ↗
Edson Fachin relação com Sérgio Cabral · 06/02/2020–maio 2021
Homologou em 06/02/2020 o acordo de colaboração de Cabral com a PF; o verbete de Cabral informa que o STF o anulou em maio de 2021 (7 a 4).
Fontes (2)
Segundo o verbete, Cabral fez acordo de colaboração com a PF em dezembro de 2019, homologado por Edson Fachin em 06/02/2020; em maio de 2021 o STF anulou o acordo (7 votos a 4).
ReportagemFonte únicaFonte: Sérgio Cabral Filho (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Delação e anulações · abrir original ↗
Segundo o verbete, Fachin homologou a delação de João Santana e Mônica Moura e retirou o sigilo das delações da Odebrecht (abril de 2017) e homologou a delação de Sérgio Cabral (06/02/2020).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Edson Fachin (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Decisões · abrir original ↗
Edson Fachin relação com Marcelo Odebrecht · abr. 2022
Em abril de 2022 reduziu a pena de Marcelo Odebrecht de 10 anos para 7 anos e 6 meses, em razão do acordo de colaboração.
Fontes (1)
Marcelo Odebrecht saiu da prisão para domiciliar em 19/12/2017; Edson Fachin reduziu em abril de 2022 a pena de 10 anos para 7 anos e 6 meses; ele concluiu a pena em 28/04/2023, após prestação de serviços comunitários.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Marcelo Odebrecht (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Linha do tempo · abrir original ↗
Edson Fachin anulou decisão de Lula · 08/03/2021
Em 08/03/2021, no HC 193.726, declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba e anulou as decisões nos processos de Lula (triplex, Atibaia e Instituto Lula), confirmada pelo Plenário por 8 a 3.
Fontes (2)
Em 08/03/2021, no HC 193.726, o ministro Edson Fachin declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para as ações penais de Lula (triplex do Guarujá, sítio de Atibaia e Instituto Lula), anulou as decisões da vara, inclusive as condenações, e determinou o envio dos autos à Justiça Federal do Distrito Federal, por entender que os fatos não tinham relação direta com o esquema da Petrobras.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Marcado para 14/4 julgamento de recursos da decisão que anulou condenações de Lula — Supremo Tribunal Federal, 25/03/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
O Plenário do STF rejeitou, por 8 votos a 3, o agravo da PGR no HC 193.726 e confirmou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba e a anulação das ações penais do triplex, do sítio de Atibaia e do Instituto Lula; Nunes Marques abriu a divergência, acompanhado por Marco Aurélio e Luiz Fux.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: STF confirma anulação de condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato — Supremo Tribunal Federal, 15/04/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
Gilmar Mendes anulou decisão de José Dirceu · 28/10/2024
Em 28/10/2024 anulou todas as condenações de Moro contra José Dirceu na Lava Jato (reportagem da Folha, de 29/10/2024, não aberta).
Fontes (1)
Em 28/10/2024 o ministro Gilmar Mendes anulou todas as condenações de Moro contra Dirceu na Lava Jato; no fim de 2024 o STJ teria encerrado os processos remanescentes da operação contra ele.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: José Dirceu (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção STF e anulação · abrir original ↗
Gilmar Mendes anulou decisão de Lula · 23/03/2021
Seu voto, vencedor na 2ª Turma (23/03/2021), reconheceu a suspeição de Moro e anulou as decisões do triplex; depois estendeu a suspeição a Atibaia e Instituto Lula.
Fontes (2)
Segundo o STF, a 2ª Turma reconheceu por maioria, no HC 164.493, a parcialidade de Moro na condenação de Lula no caso do triplex; seguiram a divergência de Gilmar Mendes os ministros Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia (que ajustou o voto), enquanto Edson Fachin (relator) e Nunes Marques votaram contra.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: 2ª Turma reconhece parcialidade de ex-juiz Sérgio Moro na condenação de Lula no caso Triplex — Supremo Tribunal Federal, 23/03/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
Gilmar Mendes estendeu a suspeição de Moro às ações penais do sítio de Atibaia e dos imóveis do Instituto Lula, por identidade fático-jurídica, isonomia e segurança jurídica (art. 580 do CPP), mencionando entre os fatos comuns a condução coercitiva, as interceptações e o levantamento do sigilo da delação de Antonio Palocci na campanha de 2018.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Ministro Gilmar Mendes estende suspeição de Moro em relação a Lula a mais duas ações penais — Supremo Tribunal Federal, 24/06/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
Dias Toffoli anulou decisão de Antonio Palocci · 19/02/2025
Em 19/02/2025 anulou todos os processos da Lava Jato contra Palocci, citando precedentes sobre a parcialidade de Moro; a PGR recorreu em 10/03/2025.
Fontes (1)
Em 19/02/2025 o ministro Dias Toffoli anulou todos os processos contra Palocci, citando precedentes sobre a parcialidade de Moro; em 10/03/2025 a PGR (Paulo Gonet) recorreu.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Antonio Palocci (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Lava Jato · abrir original ↗
Dias Toffoli anulou decisão de Alberto Youssef · 15/07/2025
Em 15/07/2025 anulou todos os atos da Lava Jato contra Youssef, incluindo decisões de Moro, citando 'conluio' entre PF, MPF e o então juiz; afirmou que a decisão não invalida a delação.
Fontes (1)
Em 15/07/2025 Dias Toffoli anulou todos os atos da Lava Jato contra Youssef, incluindo decisões de Moro, citando 'conluio' entre PF, MPF e Moro; afirmou que a decisão não invalida o acordo de delação. A defesa de Youssef sustenta que uma gravação clandestina em cela da PF em 2014, que teria durado 11 dias, foi usada para pressioná-lo a fechar a delação.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: Toffoli anula todos os atos da Lava Jato contra Alberto Youssef — CNN Brasil, 15/07/2025 · corpo da matéria · abrir original ↗
Dias Toffoli anulou decisão de Marcelo Odebrecht · 21/05/2024–06/09/2024
Em 21/05/2024 anulou decisões da 13ª Vara contra Marcelo Odebrecht; a 2ª Turma revisou a decisão em 06/09/2024 e manteve os processos.
Fontes (1)
Em 21/05/2024 Dias Toffoli anulou as decisões da 13ª Vara Federal de Curitiba contra Marcelo Odebrecht; em 06/09/2024 a 2ª Turma do STF revisou a decisão e manteve os processos da Lava Jato contra ele.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Marcelo Odebrecht (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Linha do tempo · abrir original ↗
STF anulou decisão de Eduardo Cunha · 29/05/2023
Em 29/05/2023 o STF anulou a condenação de 15 anos e 11 meses (2020) por competência da Justiça Eleitoral.
Fontes (1)
O STF anulou em 29/05/2023 a condenação de 15 anos e 11 meses, por entender que o caso deveria ter sido conduzido pela Justiça Eleitoral e não pela Justiça Federal de Curitiba; o processo deveria ser remetido à Justiça Eleitoral, que decidiria sobre a condenação e a validade das provas.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Eduardo Cunha (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Anulações · abrir original ↗
STF relação com Sérgio Cabral · dez. 2022
Em dezembro de 2022 a 2ª Turma do STF (3x2) revogou a última prisão preventiva de Cabral e enviou o caso à Justiça Federal do Rio.
Fontes (1)
Em dezembro de 2022 a 2ª Turma do STF, por 3 votos a 2, revogou a prisão preventiva de Cabral e enviou o caso à Justiça Federal do Rio; ele passou à prisão domiciliar com tornozeleira. Em janeiro de 2023 a Justiça do Paraná trocou a domiciliar por recolhimento noturno.
ReportagemFonte únicaFonte: Sérgio Cabral Filho (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Soltura · abrir original ↗
STF relação com Alberto Youssef · ago. 2015
Em agosto de 2015 o plenário do STF reconheceu por unanimidade a validade dos depoimentos e provas da delação de Youssef.
Fontes (1)
O STF (Teori Zavascki) homologou a delação de Youssef em dezembro de 2014 (19/12/2014 segundo o verbete de Teori) e, em agosto de 2015, o plenário reconheceu por unanimidade a validade dos depoimentos e das provas; as penas, que somavam 122 anos, foram reduzidas a três anos por causa da colaboração.
ReportagemFonte únicaFonte: Alberto Youssef (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Delação · abrir original ↗
Câmara dos Deputados relação com Eduardo Cunha · 12/09/2016
A Câmara cassou o mandato de Cunha em 12/09/2016 (450 votos a 10, 9 abstenções) por quebra de decoro, por ter mentido à CPI da Petrobras sobre contas no exterior.
Fontes (1)
O STF (Teori Zavascki, depois confirmado pelo plenário por unanimidade) afastou Cunha do mandato em 05/05/2016; a Câmara cassou o mandato em 12/09/2016 por quebra de decoro (450 votos a favor, 10 contra, 9 abstenções), por ter mentido à CPI da Petrobras sobre contas no exterior.
ReportagemFonte únicaFonte: Eduardo Cunha (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Afastamento e cassação · abrir original ↗
Luis Felipe Salomão relação com Gabriela Hardt · 15/04/2024–16/04/2024
Em 15/04/2024, como corregedor nacional de Justiça, afastou Hardt preventivamente; o plenário do CNJ suspendeu o afastamento em 16/04/2024.
Fontes (1)
Em 15/04/2024 o corregedor nacional de Justiça, Luis Felipe Salomão, afastou preliminarmente Hardt e três desembargadores do TRF4; em 16/04/2024 o plenário do CNJ suspendeu o afastamento e ela voltou ao cargo; o verbete indica arquivamento posterior (referência de julho de 2024).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção CNJ · abrir original ↗
Deltan Dallagnol trabalhou para MPF · 30/01/2003–03/11/2021
Procurador da República de 30/01/2003 a 03/11/2021 (exoneração a pedido, publicada em 05/11/2021).
Fontes (1)
Deltan Dallagnol foi procurador da República de 30/01/2003 a 03/11/2021 (pediu exoneração; publicada em 05/11/2021) e coordenou a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba (período não datado no trecho); elegeu-se deputado federal pelo Paraná (Podemos) em 02/10/2022, teve o registro cassado pelo TSE em 16/05/2023 (confirmado pela Mesa da Câmara em 06/06/2023) e filiou-se ao Novo em 2023.
ReportagemFonte únicaFonte: Deltan Dallagnol (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e TSE · abrir original ↗
Deltan Dallagnol dirigiu Força-tarefa da Lava Jato no MPF em Curitiba
Coordenou a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba (período não datado no verbete).
Fontes (1)
Deltan Dallagnol foi procurador da República de 30/01/2003 a 03/11/2021 (pediu exoneração; publicada em 05/11/2021) e coordenou a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba (período não datado no trecho); elegeu-se deputado federal pelo Paraná (Podemos) em 02/10/2022, teve o registro cassado pelo TSE em 16/05/2023 (confirmado pela Mesa da Câmara em 06/06/2023) e filiou-se ao Novo em 2023.
ReportagemFonte únicaFonte: Deltan Dallagnol (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e TSE · abrir original ↗
Carlos Fernando dos Santos Lima integrou Força-tarefa da Lava Jato no MPF em Curitiba · —–set. 2018
Atuou na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba até setembro de 2018.
Fontes (1)
Carlos Fernando dos Santos Lima ingressou como procurador da República em 1995, foi procurador regional da República (3ª Região, SP), atuou na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba até setembro de 2018 e se aposentou (aposentadoria anunciada em março de 2019, segundo referência da Conjur).
ReportagemFonte únicaFonte: Carlos Fernando dos Santos Lima (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Januário Paludo integrou Força-tarefa da Lava Jato no MPF em Curitiba
Procurador integrante da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba (datas não informadas; o verbete se contradiz sobre a atualidade).
Fontes (1)
Januário Paludo é procurador da República e integrou a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba (datas não informadas; o verbete se contradiz sobre ser integrante atual ou ex-integrante); coordenou unidade descentralizada da corregedoria na PRR4. Em novembro de 2021 o TCU ordenou que cinco procuradores, incluindo Paludo, devolvessem R$ 2,5 milhões em diárias e passagens.
ReportagemFonte únicaFonte: Januário Paludo (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto · abrir original ↗
Rodrigo Janot dirigiu Procuradoria-Geral da República — PGR · 17/09/2013–17/09/2017
Procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017.
Fontes (1)
Rodrigo Janot foi procurador da República (1984–2019), subprocurador-geral (2003), secretário-geral do MPF (2003–2005) e procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017 (indicado por Dilma Rousseff, reconduzido em 2015); aposentou-se em abril de 2019 e abriu escritório de advocacia em junho de 2019.
ReportagemFonte únicaFonte: Rodrigo Janot (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Augusto Aras dirigiu Procuradoria-Geral da República — PGR · 26/09/2019–26/09/2023
Procurador-geral da República de 26/09/2019 a 26/09/2023.
Fontes (1)
Augusto Aras ingressou no MPF em 1987, foi subprocurador-geral da República (2011) e procurador-geral da República de 26/09/2019 a 26/09/2023, indicado por Jair Bolsonaro em 05/09/2019 (fora da lista tríplice) e aprovado pelo Senado por 68 a 10 em 25/09/2019; reconduzido em 24/08/2021 (55 votos a favor).
ReportagemFonte únicaFonte: Augusto Aras (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Jair Bolsonaro nomeou Augusto Aras · 05/09/2019–24/08/2021
Indicou Aras ao cargo de PGR em 05/09/2019 (fora da lista tríplice); aprovado pelo Senado por 68 a 10 em 25/09/2019 e reconduzido em 24/08/2021.
Fontes (1)
Augusto Aras ingressou no MPF em 1987, foi subprocurador-geral da República (2011) e procurador-geral da República de 26/09/2019 a 26/09/2023, indicado por Jair Bolsonaro em 05/09/2019 (fora da lista tríplice) e aprovado pelo Senado por 68 a 10 em 25/09/2019; reconduzido em 24/08/2021 (55 votos a favor).
ReportagemFonte únicaFonte: Augusto Aras (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Dilma Rousseff nomeou Rodrigo Janot · 17/09/2013
Indicou Janot ao cargo de PGR em 2013 (mandato iniciado em 17/09/2013; reconduzido em 2015 após consulta interna).
Fontes (1)
Rodrigo Janot foi procurador da República (1984–2019), subprocurador-geral (2003), secretário-geral do MPF (2003–2005) e procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017 (indicado por Dilma Rousseff, reconduzido em 2015); aposentou-se em abril de 2019 e abriu escritório de advocacia em junho de 2019.
ReportagemFonte únicaFonte: Rodrigo Janot (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Dilma Rousseff nomeou Edson Fachin · 16/06/2015
Nomeou Fachin ministro do STF em 16/06/2015.
Fontes (1)
Edson Fachin é ministro do STF desde 16/06/2015 (nomeado por Dilma Rousseff), relator da Lava Jato no STF desde o sorteio de 02/02/2017 (no lugar de Teori Zavascki), vice-presidente do STF de 28/09/2023 a 29/09/2025 e presidente do STF desde 29/09/2025; foi ministro do TSE de 16/08/2018 a 16/08/2022 e presidente do TSE de 22/02/2022 a 16/08/2022.
ReportagemFonte únicaFonte: Edson Fachin (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Rodrigo Janot denunciou à Justiça Ricardo Pessoa · 02/09/2015
Como PGR, denunciou Ricardo Pessoa ao STF em 02/09/2015 por corrupção ativa e lavagem (denúncia é acusação; Pessoa foi depois condenado, 24/06/2016, sem lavagem).
Fontes (1)
Ricardo Pessoa é ex-presidente da UTC Engenharia; foi preso na 7ª fase da Lava Jato (Juízo Final); Janot o denunciou ao STF em 02/09/2015 por corrupção ativa e lavagem; assinou acordo de delação (reportagem de 14/05/2015); em 24/06/2016 foi condenado a 8 anos e 2 meses por corrupção e organização criminosa (absolvido de lavagem por falta de provas).
ReportagemFonte únicaFonte: Ricardo Pessoa (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Rodrigo Janot denunciou à Justiça João Vaccari Neto · set. 2017
Em setembro de 2017 Janot denunciou Vaccari ao STF por organização criminosa; o verbete não informa decisão do STF sobre a denúncia.
Fontes (1)
Em 29/08/2019 o juiz Ronaldo Sansone Guerra, da 1ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, concedeu a Vaccari o indulto natalino decretado por Temer em dezembro de 2017; em setembro de 2017 Rodrigo Janot o denunciou ao STF por organização criminosa.
ReportagemFonte únicaFonte: João Vaccari Neto (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Indulto e STF · abrir original ↗
Rodrigo Janot relação com Eduardo Cunha · jun. 2016
Em junho de 2016 pediu ao STF a prisão de Cunha, Renan Calheiros, Romero Jucá e José Sarney; Teori Zavascki negou o pedido na mesma semana.
Fontes (1)
Como PGR, Janot pediu em junho de 2016 a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney e Eduardo Cunha (Teori Zavascki negou), entregou ao STF em 19/12/2016 os acordos de 77 executivos da Odebrecht e, segundo o verbete, 137 investigações foram abertas no STF sob sua gestão.
ReportagemFonte únicaFonte: Rodrigo Janot (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Lava Jato · abrir original ↗
Rodrigo Janot relação com Odebrecht (hoje Novonor) · 19/12/2016
Em 19/12/2016 entregou ao STF os acordos de colaboração de 77 executivos da Odebrecht (ato processual, sem juízo de mérito).
Fontes (1)
Como PGR, Janot pediu em junho de 2016 a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney e Eduardo Cunha (Teori Zavascki negou), entregou ao STF em 19/12/2016 os acordos de 77 executivos da Odebrecht e, segundo o verbete, 137 investigações foram abertas no STF sob sua gestão.
ReportagemFonte únicaFonte: Rodrigo Janot (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Lava Jato · abrir original ↗
Igor Romário de Paula trabalhou para PF · 2014
Delegado da PF; coordenador da Lava Jato na PF em Curitiba desde 2014 (segundo o verbete).
Fontes (1)
Igor Romário de Paula é delegado da PF, chefe regional do combate ao crime organizado no Paraná e coordenador da Lava Jato na PF em Curitiba desde 2014, segundo o verbete; em 2017 recebeu representação ética de deputados do PT, encaminhada à Comissão de Ética do Ministério da Justiça (desfecho não informado).
ReportagemFonte únicaFonte: Igor Romário de Paula (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Erika Marena trabalhou para PF
Delegada da PF; atuou na Lava Jato (cerca de quatro anos, sem datas) e foi superintendente em Sergipe (dezembro de 2017).
Fontes (1)
Erika Marena é delegada da PF; segundo o verbete, atuou cerca de quatro anos na Lava Jato (sem datas), foi designada em dezembro de 2017 superintendente da PF em Sergipe, foi escolhida por Moro no fim de 2018 para chefiar o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (Ministério da Justiça) e foi exonerada do posto em junho de 2020 por André Mendonça; o verbete atribui a ela o batismo da operação (Lava Jato article: 17/03/2014).
ReportagemFonte únicaFonte: Erika Marena (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Posts · abrir original ↗
Sergio Moro nomeou Erika Marena · dez. 2018–jun. 2020
Escolheu Erika Marena, no fim de 2018, para chefiar o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça; exonerada em junho de 2020.
Fontes (1)
Erika Marena é delegada da PF; segundo o verbete, atuou cerca de quatro anos na Lava Jato (sem datas), foi designada em dezembro de 2017 superintendente da PF em Sergipe, foi escolhida por Moro no fim de 2018 para chefiar o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (Ministério da Justiça) e foi exonerada do posto em junho de 2020 por André Mendonça; o verbete atribui a ela o batismo da operação (Lava Jato article: 17/03/2014).
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Antonio Palocci firmou acordo com PF · abr. 2018
Acordo de colaboração premiada com a PF assinado em abril de 2018 e homologado pelo TRF4 em junho de 2018. Registro de fato do acordo; o que Palocci declarou não é tratado como provado.
Fontes (1)
Palocci assinou acordo de colaboração com a PF em abril de 2018, que o TRF4 homologou em junho de 2018; uma proposta feita ao MPF em 2017 não avançou.
ReportagemFonte únicaFonte: Antonio Palocci (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Delação · abrir original ↗
Sérgio Cabral firmou acordo com PF · dez. 2019–maio 2021
Acordo de colaboração com a PF (dezembro de 2019), homologado por Fachin em 06/02/2020 e, segundo o verbete, anulado pelo STF em maio de 2021.
Fontes (1)
Segundo o verbete, Cabral fez acordo de colaboração com a PF em dezembro de 2019, homologado por Edson Fachin em 06/02/2020; em maio de 2021 o STF anulou o acordo (7 votos a 4).
ReportagemFonte únicaFonte: Sérgio Cabral Filho (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Delação e anulações · abrir original ↗
Paulo Roberto Costa firmou acordo com MPF · 05/09/2014
Colaboração iniciada com depoimentos à PF em 05/09/2014; em fevereiro de 2017 o MPF pediu a Moro a suspensão dos benefícios por suposta mentira (alegação do MPF; resultado não localizado).
Fontes (1)
Costa foi preso pela PF em março de 2014 (dia não confirmado); começou a depor à PF em 05/09/2014 e firmou colaboração; foi condenado a 12 anos em regime fechado por lavagem com Youssef e executivos da Camargo Corrêa (reportagem de 20/07/2015), cumprindo inicialmente em domiciliar e, desde outubro de 2016, em semiaberto; em fevereiro de 2017 o MPF pediu a Moro a suspensão de seus benefícios sob o argumento de que mentira na colaboração.
ReportagemFonte únicaFonte: Paulo Roberto Costa (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Lula filiou-se a Partido dos Trabalhadores · 1980
Filiado ao PT desde 1980 (segundo o verbete).
Fontes (1)
Segundo o verbete, Lula foi presidente da República de 01/01/2003 a 01/01/2011, ministro-chefe da Casa Civil de 17 a 18/03/2016 (governo Dilma Rousseff) e é presidente desde 01/01/2023; foi deputado federal por SP em 1987–1991 e é filiado ao PT desde 1980.
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José Dirceu dirigiu Partido dos Trabalhadores · 29/10/1995–07/12/2002
Presidente nacional do PT de 29/10/1995 a 07/12/2002.
Fontes (1)
José Dirceu foi deputado estadual (SP) de 1987 a 1991, deputado federal (SP) em 1991–1995 e de 1999 a 2005, presidente nacional do PT de 29/10/1995 a 07/12/2002 e ministro-chefe da Casa Civil de 01/01/2003 a 21/06/2005 (saiu em 16/06/2005, segundo o verbete).
ReportagemFonte únicaFonte: José Dirceu (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Antonio Palocci filiou-se a Partido dos Trabalhadores · 1980–26/09/2017
Filiado ao PT de 1980 a 26/09/2017 (pediu desfiliação por carta, aceita no mesmo dia).
Fontes (1)
Palocci foi filiado ao PT de 1980 a 2017; pediu desfiliação por carta em 26/09/2017, aceita no mesmo dia.
ReportagemFonte únicaFonte: Antonio Palocci (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Partido · abrir original ↗
João Vaccari Neto integrou Partido dos Trabalhadores
Secretário de Finanças e Planejamento (tesoureiro) do PT; datas do cargo não informadas.
Fontes (1)
João Vaccari Neto foi secretário de Finanças e Planejamento (tesoureiro) do PT, presidente da Bancoop, 2º suplente de senador por SP eleito em 2002 e conselheiro da Itaipu Binacional (afastado por Dilma Rousseff em janeiro de 2015).
ReportagemFonte únicaFonte: João Vaccari Neto (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Eduardo Cunha filiou-se a Movimento Democrático Brasileiro (MDB, ex-PMDB) · 2003–2022
Filiado ao PMDB/MDB de 2003 a 2022 (segundo o verbete).
Fontes (1)
Filiações segundo o verbete: PRN (1989–1995), PPB (1995–2003), PMDB (2003–2017), MDB (2017–2022), PTB (2022–2023), PRD (2023–2024), Republicanos (2024–presente).
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Sérgio Cabral filiou-se a Movimento Democrático Brasileiro (MDB, ex-PMDB) · 1999–2019
Filiado ao PMDB/MDB de 1999 a 2019 (e de 1980 a 1988).
Fontes (1)
Filiações segundo o verbete: PMDB (1980–1988), PSDB (1988–1999), PMDB (1999–2017), MDB (2017–2019), sem partido (2019–presente).
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José Dirceu foi subordinado a Lula · 01/01/2003–jun. 2005
Ministro-chefe da Casa Civil no governo Lula de 01/01/2003 a 2005 (vínculo hierárquico de cargo; não implica ato ilícito).
Fontes (2)
José Dirceu foi deputado estadual (SP) de 1987 a 1991, deputado federal (SP) em 1991–1995 e de 1999 a 2005, presidente nacional do PT de 29/10/1995 a 07/12/2002 e ministro-chefe da Casa Civil de 01/01/2003 a 21/06/2005 (saiu em 16/06/2005, segundo o verbete).
ReportagemFonte únicaFonte: José Dirceu (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Segundo o verbete, Lula foi presidente da República de 01/01/2003 a 01/01/2011, ministro-chefe da Casa Civil de 17 a 18/03/2016 (governo Dilma Rousseff) e é presidente desde 01/01/2023; foi deputado federal por SP em 1987–1991 e é filiado ao PT desde 1980.
ReportagemFonte únicaFonte: Luiz Inácio Lula da Silva (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · infobox · abrir original ↗
Antonio Palocci foi subordinado a Lula · 01/01/2003–27/03/2006
Ministro da Fazenda no governo Lula de 01/01/2003 a 27/03/2006 (vínculo hierárquico de cargo; não implica ato ilícito).
Fontes (2)
Palocci foi vereador em Ribeirão Preto (1988–1989), deputado estadual (SP, 1990–1992), prefeito de Ribeirão Preto (1993–1996 e 2001–2002), deputado federal (SP, 1999–2000), ministro da Fazenda de 01/01/2003 a 27/03/2006 e ministro-chefe da Casa Civil de 01/01 a 07/06/2011.
ReportagemFonte únicaFonte: Antonio Palocci (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Segundo o verbete, Lula foi presidente da República de 01/01/2003 a 01/01/2011, ministro-chefe da Casa Civil de 17 a 18/03/2016 (governo Dilma Rousseff) e é presidente desde 01/01/2023; foi deputado federal por SP em 1987–1991 e é filiado ao PT desde 1980.
ReportagemFonte únicaFonte: Luiz Inácio Lula da Silva (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · infobox · abrir original ↗
Eduardo Cunha dirigiu Câmara dos Deputados · 01/02/2015–07/07/2016
Presidente da Câmara dos Deputados de 01/02/2015 a 07/07/2016.
Fontes (1)
Eduardo Cunha foi deputado federal pelo RJ de 01/02/2003 a 12/09/2016 e presidente da Câmara dos Deputados de 01/02/2015 a 07/07/2016 (afastado pelo STF em 05/05/2016; renunciou à presidência em 07/07/2016).
ReportagemFonte únicaFonte: Eduardo Cunha (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Sergio Moro trabalhou para 13ª Vara Federal de Curitiba · 2002–19/11/2018
Juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba (então 2ª Vara, assumida em 2002) até 19/11/2018.
Fontes (1)
Moro foi juiz federal de 26/06/1996 a 19/11/2018 (na 13ª Vara Federal de Curitiba, que assumiu em 2002 quando era 2ª Vara, sua última lotação), auxiliar da ministra Rosa Weber no STF em 2012, ministro da Justiça e Segurança Pública de 01/01/2019 a 24/04/2020 e senador pelo Paraná desde 01/02/2023; filiou-se ao Podemos em 10/11/2021 e à União Brasil em 2022.
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Gabriela Hardt trabalhou para 13ª Vara Federal de Curitiba · 2014–30/04/2019
Juíza substituta (2014–2018) e responsável pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019.
Fontes (1)
Gabriela Hardt é juíza federal desde 26/01/2009, foi juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba de 2014 a novembro de 2018 e respondeu pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019 (TRF4 a designou); em 19/11/2018 proferiu sua primeira sentença na Lava Jato (Renato Duque) e em 06/02/2019 condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia.
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Teori Zavascki trabalhou para TRF4 · 30/03/1989–maio 2003
Desembargador do TRF4 desde 30/03/1989 e seu presidente de 21/06/2001 a 07/05/2003.
Fontes (1)
Teori Zavascki foi desembargador do TRF4 (posse em 30/03/1989; presidiu o tribunal de 21/06/2001 a 07/05/2003), ministro do STJ de 08/05/2003 a 29/11/2012 e ministro do STF de 29/11/2012 a 19/01/2017, quando morreu em acidente aéreo perto de Paraty (RJ); foi relator da Lava Jato no STF.
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Gebran Neto trabalhou para TRF4 · 16/11/2013
Desembargador federal do TRF4 desde 16/11/2013 (8ª Turma).
Fontes (1)
João Pedro Gebran Neto foi juiz federal de 1993 a 2013 e é desembargador federal do TRF4 desde 16/11/2013; integra a 8ª Turma e era relator prevento da Lava Jato no tribunal em julho de 2018.
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Felix Fischer trabalhou para STJ · 17/12/1996–22/08/2022
Ministro do STJ de 17/12/1996 a 22/08/2022; relator da Lava Jato no STJ desde 17/12/2015.
Fontes (1)
Felix Fischer foi ministro do STJ de 17/12/1996 a 22/08/2022 (aposentou-se antes dos 75 anos), presidente do STJ de 01/09/2012 a 01/09/2014, relator da Lava Jato no STJ desde 17/12/2015 (sucedeu Marcelo Navarro Ribeiro Dantas) e integrou a 5ª Turma.
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