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Pessoas · Procuradores

Rodrigo Janot, procurador-geral da República, em sabatina na CCJ do Senado (setembro de 2013)
Foto: Wilson Dias/ABr · CC BY 3.0 br

Rodrigo Janot

Rodrigo Janot Monteiro de Barros

Procurador-geral da República de 2013 a 2017.

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Cargos e papéis

  • Procurador-geral da República · Procuradoria-Geral da República — PGR (2013-09-17–2017-09-17)
    Fontes (2)

    Rodrigo Janot foi procurador da República (1984–2019), subprocurador-geral (2003), secretário-geral do MPF (2003–2005) e procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017 (indicado por Dilma Rousseff, reconduzido em 2015); aposentou-se em abril de 2019 e abriu escritório de advocacia em junho de 2019.

    ReportagemFonte única

    Como PGR, Janot pediu em junho de 2016 a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney e Eduardo Cunha (Teori Zavascki negou), entregou ao STF em 19/12/2016 os acordos de 77 executivos da Odebrecht e, segundo o verbete, 137 investigações foram abertas no STF sob sua gestão.

    ReportagemFonte única

Episódios

Vínculos documentados

  • Rodrigo Janot dirigiu Procuradoria-Geral da República — PGR: Procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017.
    Fontes (1)

    Rodrigo Janot foi procurador da República (1984–2019), subprocurador-geral (2003), secretário-geral do MPF (2003–2005) e procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017 (indicado por Dilma Rousseff, reconduzido em 2015); aposentou-se em abril de 2019 e abriu escritório de advocacia em junho de 2019.

    ReportagemFonte única
  • Dilma Rousseff nomeou Rodrigo Janot: Indicou Janot ao cargo de PGR em 2013 (mandato iniciado em 17/09/2013; reconduzido em 2015 após consulta interna).
    Fontes (1)

    Rodrigo Janot foi procurador da República (1984–2019), subprocurador-geral (2003), secretário-geral do MPF (2003–2005) e procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017 (indicado por Dilma Rousseff, reconduzido em 2015); aposentou-se em abril de 2019 e abriu escritório de advocacia em junho de 2019.

    ReportagemFonte única
  • Rodrigo Janot denunciou à Justiça Ricardo Pessoa: Como PGR, denunciou Ricardo Pessoa ao STF em 02/09/2015 por corrupção ativa e lavagem (denúncia é acusação; Pessoa foi depois condenado, 24/06/2016, sem lavagem).
    Fontes (1)

    Ricardo Pessoa é ex-presidente da UTC Engenharia; foi preso na 7ª fase da Lava Jato (Juízo Final); Janot o denunciou ao STF em 02/09/2015 por corrupção ativa e lavagem; assinou acordo de delação (reportagem de 14/05/2015); em 24/06/2016 foi condenado a 8 anos e 2 meses por corrupção e organização criminosa (absolvido de lavagem por falta de provas).

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  • Rodrigo Janot denunciou à Justiça João Vaccari Neto: Em setembro de 2017 Janot denunciou Vaccari ao STF por organização criminosa; o verbete não informa decisão do STF sobre a denúncia.
    Fontes (1)

    Em 29/08/2019 o juiz Ronaldo Sansone Guerra, da 1ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, concedeu a Vaccari o indulto natalino decretado por Temer em dezembro de 2017; em setembro de 2017 Rodrigo Janot o denunciou ao STF por organização criminosa.

    ReportagemFonte única
  • Rodrigo Janot relação com Eduardo Cunha: Em junho de 2016 pediu ao STF a prisão de Cunha, Renan Calheiros, Romero Jucá e José Sarney; Teori Zavascki negou o pedido na mesma semana.
    Fontes (1)

    Como PGR, Janot pediu em junho de 2016 a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney e Eduardo Cunha (Teori Zavascki negou), entregou ao STF em 19/12/2016 os acordos de 77 executivos da Odebrecht e, segundo o verbete, 137 investigações foram abertas no STF sob sua gestão.

    ReportagemFonte única
  • Rodrigo Janot relação com Odebrecht (hoje Novonor): Em 19/12/2016 entregou ao STF os acordos de colaboração de 77 executivos da Odebrecht (ato processual, sem juízo de mérito).
    Fontes (1)

    Como PGR, Janot pediu em junho de 2016 a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney e Eduardo Cunha (Teori Zavascki negou), entregou ao STF em 19/12/2016 os acordos de 77 executivos da Odebrecht e, segundo o verbete, 137 investigações foram abertas no STF sob sua gestão.

    ReportagemFonte única

Ver no mapa

Evidências que mencionam Rodrigo Janot

Em 09/08/2022 a 2ª Câmara do TCU, por 4 votos a 0, com relatoria de Bruno Dantas, condenou Dallagnol, Rodrigo Janot e João Vicente Beraldo Romão a ressarcir R$ 2.831.808 à União por diárias e passagens pagas a procuradores requisitados de outras localidades para a força-tarefa, com multa individual de R$ 200 mil; o relator apontou falta de fundamentação do modelo, violação da economicidade e da impessoalidade.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

O MPF afirmou, segundo a reportagem, que os gastos foram autorizados pela Portaria 41/2014, e Dallagnol e Janot disseram que recorreriam.

Resposta/defesaFonte única

Em 29/08/2019 o juiz Ronaldo Sansone Guerra, da 1ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, concedeu a Vaccari o indulto natalino decretado por Temer em dezembro de 2017; em setembro de 2017 Rodrigo Janot o denunciou ao STF por organização criminosa.

ReportagemFonte única

Em 01/12/2016 Marcelo e o pai assinaram acordo de colaboração, com compromisso de pagamento de R$ 8,6 bilhões por meio da Odebrecht/Novonor (segundo o verbete); em 19/12/2016 Rodrigo Janot entregou ao STF os acordos de 77 executivos da empresa (segundo o verbete de Janot).

ReportagemFonte única

Ricardo Pessoa é ex-presidente da UTC Engenharia; foi preso na 7ª fase da Lava Jato (Juízo Final); Janot o denunciou ao STF em 02/09/2015 por corrupção ativa e lavagem; assinou acordo de delação (reportagem de 14/05/2015); em 24/06/2016 foi condenado a 8 anos e 2 meses por corrupção e organização criminosa (absolvido de lavagem por falta de provas).

ReportagemFonte única

Rodrigo Janot foi procurador da República (1984–2019), subprocurador-geral (2003), secretário-geral do MPF (2003–2005) e procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017 (indicado por Dilma Rousseff, reconduzido em 2015); aposentou-se em abril de 2019 e abriu escritório de advocacia em junho de 2019.

ReportagemFonte única

Como PGR, Janot pediu em junho de 2016 a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney e Eduardo Cunha (Teori Zavascki negou), entregou ao STF em 19/12/2016 os acordos de 77 executivos da Odebrecht e, segundo o verbete, 137 investigações foram abertas no STF sob sua gestão.

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