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Pessoas · Políticos

Eduardo Cunha, então deputado federal (relator), em reunião na Câmara (outubro de 2009)
Foto: Ivaldo Cavalcante - Agência Câmara · CC BY 3.0

Eduardo Cunha

Eduardo Consentino da Cunha

Deputado federal (RJ) de 2003 a 12/09/2016, presidente da Câmara (01/02/2015 a 07/07/2016); cassado em 12/09/2016. Condenado por Moro em 30/03/2017 (15 anos e 4 meses; TRF4 manteve em 26/03/2018, 14 anos e 6 meses) e em 09/09/2020 (15 anos e 11 meses), esta última anulada pelo STF em 29/05/2023 por competência da Justiça Eleitoral. Condenação do FI-FGTS (24 anos e 10 meses, Vallisney de Souza Oliveira): andamento posterior não localizado. Prisão revogada pelo TRF4 em 28/04/2021. Situação da condenação de 2017 após 2023: não localizada em 24/10/2026.

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Cargos e papéis

  • Deputado federal pelo RJ · Câmara dos Deputados (2003-02-01–2016-09-12)
    Fontes (1)

    Eduardo Cunha foi deputado federal pelo RJ de 01/02/2003 a 12/09/2016 e presidente da Câmara dos Deputados de 01/02/2015 a 07/07/2016 (afastado pelo STF em 05/05/2016; renunciou à presidência em 07/07/2016).

    ReportagemFonte única
  • Presidente da Câmara dos Deputados · Câmara dos Deputados (2015-02-01–2016-07-07)
    Fontes (1)

    Eduardo Cunha foi deputado federal pelo RJ de 01/02/2003 a 12/09/2016 e presidente da Câmara dos Deputados de 01/02/2015 a 07/07/2016 (afastado pelo STF em 05/05/2016; renunciou à presidência em 07/07/2016).

    ReportagemFonte única

Filiações partidárias

  • PMDB/MDB (2003–2022)
    Fontes (1)

    Filiações segundo o verbete: PRN (1989–1995), PPB (1995–2003), PMDB (2003–2017), MDB (2017–2022), PTB (2022–2023), PRD (2023–2024), Republicanos (2024–presente).

    ReportagemFonte única
  • Republicanos (2024–atual, na data da fonte)
    Fontes (1)

    Filiações segundo o verbete: PRN (1989–1995), PPB (1995–2003), PMDB (2003–2017), MDB (2017–2022), PTB (2022–2023), PRD (2023–2024), Republicanos (2024–presente).

    ReportagemFonte única

Processos

Vínculos documentados

  • Sergio Moro condenou Eduardo Cunha: Sentença criminal de 30/03/2017 na 13ª Vara Federal de Curitiba: 15 anos e 4 meses por corrupção passiva, lavagem e evasão de divisas. Mantida em parte pelo TRF4 em 26/03/2018; vide anulação STF de 2023 para a condenação de 2020, outra.
    Fontes (1)

    Em 30/03/2017 Moro condenou Cunha a 15 anos e 4 meses (corrupção passiva, lavagem e evasão de divisas); em 26/03/2018 o TRF4 negou embargos e manteve a condenação (pena de 14 anos e 6 meses, segundo o título de reportagem citada pelo verbete).

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • Sergio Moro relação com Eduardo Cunha: Moro determinou a prisão preventiva de Cunha, executada pela PF em 19/10/2016; revogada pelo TRF4 em 28/04/2021.
    Fontes (1)

    Cunha foi preso preventivamente pela PF em 19/10/2016, em Brasília, por ordem do juiz Sergio Moro; novo mandado em 18/05/2017 após a delação dos executivos da JBS; em março de 2020 a preventiva foi substituída por domiciliar (Covid-19); em 28/04/2021 o TRF4 revogou a prisão por habeas corpus.

    ReportagemFonte única
  • Gebran Neto julgou Eduardo Cunha: Negou habeas corpus a Eduardo Cunha em outubro de 2016, justificando a preventiva por 'corrupção sistêmica e reiteração delitiva' (trecho do verbete).
    Fontes (1)

    O verbete registra decisões de Gebran Neto: negou habeas corpus a Marcelo Odebrecht (agosto de 2015), a Paulo Okamotto (setembro de 2016) e a Eduardo Cunha (outubro de 2016); em 08/07/2018 avocou o habeas corpus sobre a soltura de Lula e manteve-o preso; em 11/08/2018 a Veja noticiou que ele teria admitido a amigos ter ignorado a lei, e o TRF4 divulgou nota contestando a reportagem.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • TRF4 julgou Eduardo Cunha: TRF4 manteve a condenação de 2017 em 26/03/2018 (14 anos e 6 meses) e revogou a prisão em 28/04/2021.
    Fontes (2)

    Em 30/03/2017 Moro condenou Cunha a 15 anos e 4 meses (corrupção passiva, lavagem e evasão de divisas); em 26/03/2018 o TRF4 negou embargos e manteve a condenação (pena de 14 anos e 6 meses, segundo o título de reportagem citada pelo verbete).

    Decisão judicial ou administrativaFonte única

    Cunha foi preso preventivamente pela PF em 19/10/2016, em Brasília, por ordem do juiz Sergio Moro; novo mandado em 18/05/2017 após a delação dos executivos da JBS; em março de 2020 a preventiva foi substituída por domiciliar (Covid-19); em 28/04/2021 o TRF4 revogou a prisão por habeas corpus.

    ReportagemFonte única
  • Teori Zavascki relação com Eduardo Cunha: Afastou Eduardo Cunha do mandato de deputado e da presidência da Câmara em 05/05/2016, decisão confirmada pelo plenário do STF por unanimidade.
    Fontes (1)

    O STF (Teori Zavascki, depois confirmado pelo plenário por unanimidade) afastou Cunha do mandato em 05/05/2016; a Câmara cassou o mandato em 12/09/2016 por quebra de decoro (450 votos a favor, 10 contra, 9 abstenções), por ter mentido à CPI da Petrobras sobre contas no exterior.

    ReportagemFonte única
  • STF anulou decisão de Eduardo Cunha: Em 29/05/2023 o STF anulou a condenação de 15 anos e 11 meses (2020) por competência da Justiça Eleitoral.
    Fontes (1)

    O STF anulou em 29/05/2023 a condenação de 15 anos e 11 meses, por entender que o caso deveria ter sido conduzido pela Justiça Eleitoral e não pela Justiça Federal de Curitiba; o processo deveria ser remetido à Justiça Eleitoral, que decidiria sobre a condenação e a validade das provas.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • Câmara dos Deputados relação com Eduardo Cunha: A Câmara cassou o mandato de Cunha em 12/09/2016 (450 votos a 10, 9 abstenções) por quebra de decoro, por ter mentido à CPI da Petrobras sobre contas no exterior.
    Fontes (1)

    O STF (Teori Zavascki, depois confirmado pelo plenário por unanimidade) afastou Cunha do mandato em 05/05/2016; a Câmara cassou o mandato em 12/09/2016 por quebra de decoro (450 votos a favor, 10 contra, 9 abstenções), por ter mentido à CPI da Petrobras sobre contas no exterior.

    ReportagemFonte única
  • Rodrigo Janot relação com Eduardo Cunha: Em junho de 2016 pediu ao STF a prisão de Cunha, Renan Calheiros, Romero Jucá e José Sarney; Teori Zavascki negou o pedido na mesma semana.
    Fontes (1)

    Como PGR, Janot pediu em junho de 2016 a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney e Eduardo Cunha (Teori Zavascki negou), entregou ao STF em 19/12/2016 os acordos de 77 executivos da Odebrecht e, segundo o verbete, 137 investigações foram abertas no STF sob sua gestão.

    ReportagemFonte única
  • Eduardo Cunha filiou-se a Movimento Democrático Brasileiro (MDB, ex-PMDB): Filiado ao PMDB/MDB de 2003 a 2022 (segundo o verbete).
    Fontes (1)

    Filiações segundo o verbete: PRN (1989–1995), PPB (1995–2003), PMDB (2003–2017), MDB (2017–2022), PTB (2022–2023), PRD (2023–2024), Republicanos (2024–presente).

    ReportagemFonte única
  • Eduardo Cunha dirigiu Câmara dos Deputados: Presidente da Câmara dos Deputados de 01/02/2015 a 07/07/2016.
    Fontes (1)

    Eduardo Cunha foi deputado federal pelo RJ de 01/02/2003 a 12/09/2016 e presidente da Câmara dos Deputados de 01/02/2015 a 07/07/2016 (afastado pelo STF em 05/05/2016; renunciou à presidência em 07/07/2016).

    ReportagemFonte única

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Evidências que mencionam Eduardo Cunha

Eduardo Cunha foi deputado federal pelo RJ de 01/02/2003 a 12/09/2016 e presidente da Câmara dos Deputados de 01/02/2015 a 07/07/2016 (afastado pelo STF em 05/05/2016; renunciou à presidência em 07/07/2016).

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Filiações segundo o verbete: PRN (1989–1995), PPB (1995–2003), PMDB (2003–2017), MDB (2017–2022), PTB (2022–2023), PRD (2023–2024), Republicanos (2024–presente).

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O STF (Teori Zavascki, depois confirmado pelo plenário por unanimidade) afastou Cunha do mandato em 05/05/2016; a Câmara cassou o mandato em 12/09/2016 por quebra de decoro (450 votos a favor, 10 contra, 9 abstenções), por ter mentido à CPI da Petrobras sobre contas no exterior.

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Cunha foi preso preventivamente pela PF em 19/10/2016, em Brasília, por ordem do juiz Sergio Moro; novo mandado em 18/05/2017 após a delação dos executivos da JBS; em março de 2020 a preventiva foi substituída por domiciliar (Covid-19); em 28/04/2021 o TRF4 revogou a prisão por habeas corpus.

ReportagemFonte única

Em 30/03/2017 Moro condenou Cunha a 15 anos e 4 meses (corrupção passiva, lavagem e evasão de divisas); em 26/03/2018 o TRF4 negou embargos e manteve a condenação (pena de 14 anos e 6 meses, segundo o título de reportagem citada pelo verbete).

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Em 09/09/2020 Cunha foi condenado a 15 anos e 11 meses por corrupção passiva e lavagem na Lava Jato do Paraná.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

O verbete registra condenação de Cunha a 24 anos e 10 meses em regime fechado pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira (caso FI-FGTS), em 1º de junho de ano não informado no trecho lido (sequência sugere 2018).

Decisão judicial ou administrativaFonte única

O STF anulou em 29/05/2023 a condenação de 15 anos e 11 meses, por entender que o caso deveria ter sido conduzido pela Justiça Eleitoral e não pela Justiça Federal de Curitiba; o processo deveria ser remetido à Justiça Eleitoral, que decidiria sobre a condenação e a validade das provas.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Cunha foi candidato a deputado federal por SP (PTB) em 02/10/2022, com 5.044 votos, e a deputado estadual por MG (Republicanos) em 2026, com 32.075 votos; em nenhuma foi eleito (segundo o verbete). O verbete indica inelegibilidade até o fim de 2026.

ReportagemFonte única

O verbete registra decisões de Gebran Neto: negou habeas corpus a Marcelo Odebrecht (agosto de 2015), a Paulo Okamotto (setembro de 2016) e a Eduardo Cunha (outubro de 2016); em 08/07/2018 avocou o habeas corpus sobre a soltura de Lula e manteve-o preso; em 11/08/2018 a Veja noticiou que ele teria admitido a amigos ter ignorado a lei, e o TRF4 divulgou nota contestando a reportagem.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Segundo o verbete, Teori homologou a delação de Alberto Youssef em 19/12/2014 e a de Delcídio do Amaral em 15/03/2016, autorizou em 06/03/2015 inquérito contra 47 políticos e afastou Eduardo Cunha do mandato em 05/05/2016.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Como PGR, Janot pediu em junho de 2016 a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney e Eduardo Cunha (Teori Zavascki negou), entregou ao STF em 19/12/2016 os acordos de 77 executivos da Odebrecht e, segundo o verbete, 137 investigações foram abertas no STF sob sua gestão.

ReportagemFonte única