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Pessoas · Magistrados

João Pedro Gebran Neto, desembargador do TRF4, em audiência da CTFC do Senado (24/10/2022); sozinho no enquadramento, plaqueta com o nome
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado · CC BY 2.0

Gebran Neto

João Pedro Gebran Neto

Juiz federal (1993–2013) e desembargador federal do TRF4 desde 16/11/2013; da 8ª Turma e relator da Lava Jato no tribunal. Relatou, entre outros, os recursos de Nestor Cerveró (30/11/2016) e José Dirceu (2017).

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Cargos e papéis

  • Desembargador federal do TRF4 · TRF4 (2013-11-16–)
    Fontes (1)

    João Pedro Gebran Neto foi juiz federal de 1993 a 2013 e é desembargador federal do TRF4 desde 16/11/2013; integra a 8ª Turma e era relator prevento da Lava Jato no tribunal em julho de 2018.

    ReportagemFonte única

Processos

Vínculos documentados

  • Gebran Neto julgou Nestor Cerveró: Relator da apelação no TRF4 que elevou a pena de Cerveró a 27 anos e 4 meses em 30/11/2016.
    Fontes (1)

    Cerveró foi preso em 14/01/2015; condenado em 26/05/2015 a 5 anos (lavagem, apartamento em Ipanema) e em 17/08/2015 a 12 anos, 3 meses e 10 dias (com Fernando Baiano e Júlio Camargo, navios-sonda; atribuída a Moro); em 30/11/2016 o TRF4, com relatoria de Gebran Neto, elevou a pena a 27 anos e 4 meses.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • Gebran Neto julgou José Dirceu: Relator no TRF4 da apelação de Dirceu; em 13/09/2017 votou por 41 anos, 4 meses e 15 dias (julgamento concluído em 17/05/2018, segundo o verbete de Dirceu).
    Fontes (1)

    Em 13/09/2017 o relator no TRF4, João Pedro Gebran Neto, votou por 41 anos, 4 meses e 15 dias; Leandro Paulsen votou por 27 anos; pedido de vista de Victor Laus adiou a decisão. Em 17/05/2018 o TRF4 negou por unanimidade o último recurso; Dirceu se entregou no dia seguinte.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • Gebran Neto julgou Eduardo Cunha: Negou habeas corpus a Eduardo Cunha em outubro de 2016, justificando a preventiva por 'corrupção sistêmica e reiteração delitiva' (trecho do verbete).
    Fontes (1)

    O verbete registra decisões de Gebran Neto: negou habeas corpus a Marcelo Odebrecht (agosto de 2015), a Paulo Okamotto (setembro de 2016) e a Eduardo Cunha (outubro de 2016); em 08/07/2018 avocou o habeas corpus sobre a soltura de Lula e manteve-o preso; em 11/08/2018 a Veja noticiou que ele teria admitido a amigos ter ignorado a lei, e o TRF4 divulgou nota contestando a reportagem.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • Gebran Neto trabalhou para TRF4: Desembargador federal do TRF4 desde 16/11/2013 (8ª Turma).
    Fontes (1)

    João Pedro Gebran Neto foi juiz federal de 1993 a 2013 e é desembargador federal do TRF4 desde 16/11/2013; integra a 8ª Turma e era relator prevento da Lava Jato no tribunal em julho de 2018.

    ReportagemFonte única

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Evidências que mencionam Gebran Neto

Em 13/09/2017 o relator no TRF4, João Pedro Gebran Neto, votou por 41 anos, 4 meses e 15 dias; Leandro Paulsen votou por 27 anos; pedido de vista de Victor Laus adiou a decisão. Em 17/05/2018 o TRF4 negou por unanimidade o último recurso; Dirceu se entregou no dia seguinte.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Cerveró foi preso em 14/01/2015; condenado em 26/05/2015 a 5 anos (lavagem, apartamento em Ipanema) e em 17/08/2015 a 12 anos, 3 meses e 10 dias (com Fernando Baiano e Júlio Camargo, navios-sonda; atribuída a Moro); em 30/11/2016 o TRF4, com relatoria de Gebran Neto, elevou a pena a 27 anos e 4 meses.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

João Pedro Gebran Neto foi juiz federal de 1993 a 2013 e é desembargador federal do TRF4 desde 16/11/2013; integra a 8ª Turma e era relator prevento da Lava Jato no tribunal em julho de 2018.

ReportagemFonte única

O verbete registra decisões de Gebran Neto: negou habeas corpus a Marcelo Odebrecht (agosto de 2015), a Paulo Okamotto (setembro de 2016) e a Eduardo Cunha (outubro de 2016); em 08/07/2018 avocou o habeas corpus sobre a soltura de Lula e manteve-o preso; em 11/08/2018 a Veja noticiou que ele teria admitido a amigos ter ignorado a lei, e o TRF4 divulgou nota contestando a reportagem.

Decisão judicial ou administrativaFonte única