Pessoas · Dirigentes da Petrobras

Nestor Cerveró
Ex-diretor Internacional da Petrobras. O 20-F de 2014 registra que seria denunciado; o TCU o condenou, com Gabrielli, em tomada de contas sobre Pasadena (Acórdão 1881/2017). Processos criminais não tratados nesta versão do acervo.
Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.
Cargos e papéis
- Diretor Internacional (Chief International Officer) da Petrobras · Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras
Fontes (1)
A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.
Documento oficialComprovado em documentoFonte: Petrobras — Form 20-F do exercício de 2014 (demonstrações auditadas, nota 3 sobre a Lava Jato) — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 15/05/2015 · Nota 3 das demonstrações — The Lava Jato Operation · abrir original ↗
- Diretor Internacional da Petrobras · Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (?–2008)
Fontes (1)
Nestor Cerveró foi funcionário da Petrobras desde 1975, diretor Internacional (saiu após 2008) e depois diretor financeiro e de serviços da BR Distribuidora (data de saída não informada).
ReportagemFonte únicaFonte: Nestor Cerveró (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Processos
- Ações penais da Lava Jato contra Nestor Cerveró — réu/colaborador · situação em 24/10/2026: Segundo o verbete (edição de 27/09/2025), cumpre em domiciliar por causa da delação; sem anulações registradas. Atualização: não localizada em 24/10/2026.
Vínculos documentados
- Nestor Cerveró dirigiu Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras: Diretor Internacional (Chief International Officer) da Petrobras segundo o 20-F de 2014.
Fontes (1)
A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.
Documento oficialComprovado em documentoFonte: Petrobras — Form 20-F do exercício de 2014 (demonstrações auditadas, nota 3 sobre a Lava Jato) — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 15/05/2015 · Nota 3 das demonstrações — The Lava Jato Operation · abrir original ↗
- Tribunal de Contas da União julgou Nestor Cerveró: Condenação de tribunal de contas (débito solidário, multa e inabilitação por 8 anos) no Acórdão 1881/2017, com José Sérgio Gabrielli; tema: Carta de Intenções da compra de Pasadena. Não é condenação criminal.
Fontes (1)
Pelo Acórdão 1881/2017 (Plenário, TC 005.261/2015-5, sessão de 30/08/2017), o TCU condenou José Sérgio Gabrielli e Nestor Cerveró, em tomada de contas especial sobre a Carta de Intenções da compra da refinaria de Pasadena, a ressarcir solidariamente mais de US$ 79 milhões, multa de R$ 10 milhões a cada um e inabilitação por 8 anos para cargo em comissão.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: TCU condena ex-gestores da Petrobras ao pagamento de débito e multa pela compra de Pasadena (Acórdão 1881/2017 — Plenário, TC 005.261/2015-5) — Tribunal de Contas da União, 06/09/2017 · notícia do TCU de 06/09/2017 · abrir original ↗
- Jorge Zelada relação com Nestor Cerveró: Zelada sucedeu Nestor Cerveró na Diretoria Internacional da Petrobras em 2008 (sucessão de cargo; não implica relação pessoal ou ato conjunto).
Fontes (1)
Jorge Zelada foi diretor da área Internacional da Petrobras de 2008 a 2012, sucessor de Nestor Cerveró; foi preso em 02/07/2015 (15ª fase, Conexão Mônaco); condenado em 12/01/2016 a 4 anos (Justiça do RJ, fraude em licitação) e em 01/02/2016 a 12 anos e 2 meses (Justiça Federal do Paraná; título de referência atribui a Moro).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Jorge Zelada (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
- Nestor Cerveró trabalhou para Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras: Funcionário da Petrobras desde 1975; diretor Internacional até 2008.
Fontes (1)
Nestor Cerveró foi funcionário da Petrobras desde 1975, diretor Internacional (saiu após 2008) e depois diretor financeiro e de serviços da BR Distribuidora (data de saída não informada).
ReportagemFonte únicaFonte: Nestor Cerveró (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
- Sergio Moro condenou Nestor Cerveró: Condenação de Cerveró, Fernando Baiano e Júlio Camargo em 17/08/2015 (12 anos, 3 meses e 10 dias, navios-sonda), atribuída a Moro pelo verbete; TRF4 elevou a pena em 30/11/2016.
Fontes (1)
Cerveró foi preso em 14/01/2015; condenado em 26/05/2015 a 5 anos (lavagem, apartamento em Ipanema) e em 17/08/2015 a 12 anos, 3 meses e 10 dias (com Fernando Baiano e Júlio Camargo, navios-sonda; atribuída a Moro); em 30/11/2016 o TRF4, com relatoria de Gebran Neto, elevou a pena a 27 anos e 4 meses.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Nestor Cerveró (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
- Gebran Neto julgou Nestor Cerveró: Relator da apelação no TRF4 que elevou a pena de Cerveró a 27 anos e 4 meses em 30/11/2016.
Fontes (1)
Cerveró foi preso em 14/01/2015; condenado em 26/05/2015 a 5 anos (lavagem, apartamento em Ipanema) e em 17/08/2015 a 12 anos, 3 meses e 10 dias (com Fernando Baiano e Júlio Camargo, navios-sonda; atribuída a Moro); em 30/11/2016 o TRF4, com relatoria de Gebran Neto, elevou a pena a 27 anos e 4 meses.
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Nestor Cerveró (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
Evidências que mencionam Nestor Cerveró
A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.
Fonte: Petrobras — Form 20-F do exercício de 2014 (demonstrações auditadas, nota 3 sobre a Lava Jato) — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 15/05/2015 · Nota 3 das demonstrações — The Lava Jato Operation · abrir original ↗
Pelo Acórdão 1881/2017 (Plenário, TC 005.261/2015-5, sessão de 30/08/2017), o TCU condenou José Sérgio Gabrielli e Nestor Cerveró, em tomada de contas especial sobre a Carta de Intenções da compra da refinaria de Pasadena, a ressarcir solidariamente mais de US$ 79 milhões, multa de R$ 10 milhões a cada um e inabilitação por 8 anos para cargo em comissão.
Fonte: TCU condena ex-gestores da Petrobras ao pagamento de débito e multa pela compra de Pasadena (Acórdão 1881/2017 — Plenário, TC 005.261/2015-5) — Tribunal de Contas da União, 06/09/2017 · notícia do TCU de 06/09/2017 · abrir original ↗
Jorge Zelada foi diretor da área Internacional da Petrobras de 2008 a 2012, sucessor de Nestor Cerveró; foi preso em 02/07/2015 (15ª fase, Conexão Mônaco); condenado em 12/01/2016 a 4 anos (Justiça do RJ, fraude em licitação) e em 01/02/2016 a 12 anos e 2 meses (Justiça Federal do Paraná; título de referência atribui a Moro).
Fonte: Jorge Zelada (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Nestor Cerveró foi funcionário da Petrobras desde 1975, diretor Internacional (saiu após 2008) e depois diretor financeiro e de serviços da BR Distribuidora (data de saída não informada).
Fonte: Nestor Cerveró (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Cerveró foi preso em 14/01/2015; condenado em 26/05/2015 a 5 anos (lavagem, apartamento em Ipanema) e em 17/08/2015 a 12 anos, 3 meses e 10 dias (com Fernando Baiano e Júlio Camargo, navios-sonda; atribuída a Moro); em 30/11/2016 o TRF4, com relatoria de Gebran Neto, elevou a pena a 27 anos e 4 meses.
Fonte: Nestor Cerveró (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
Cerveró assinou acordo de colaboração em 18/11/2015; seu depoimento foi tornado público pelo STF em 02/06/2016; o verbete diz que ele cumpre pena em prisão domiciliar em razão da delação (edição de 27/09/2025).
Fonte: Nestor Cerveró (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Delação · abrir original ↗

