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LAVAJATO.ORGrecuperado × custo

O projeto

Atualizações e correções

Todo erro corrigido fica registrado aqui, com data e o que mudou. Correções não são apagadas.

  1. Inclusão

    Abertura do acervo. Lote-base conferido na íntegra: estudo do DIEESE de março de 2021 e comunicado de resultados de 2014 da Petrobras (6-K na SEC). Ao conferir a tabela setorial do DIEESE na imagem do slide, corrigimos um valor que a extração automática do PDF havia desalinhado (petróleo e refino: 44.153 ocupações).

    Implicações econômicas intersetoriais da Operação Lava Jato · Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015)

  2. Inclusão

    Primeira versão da prévia: lotes das frentes de economia, valores, Petrobras, Moro–Bolsonaro–PF, atuação de Moro e Dallagnol, falas e pessoas.

  3. Correção

    Auditoria independente de episódios, processos, valores, estudos e comparações. Correções aplicadas: datas de notícia que estavam como data de decisão passaram a 'noticiado em'; 'absolvido' em ação eleitoral virou 'ações de cassação julgadas improcedentes'; parecer do Ministério Público de Contas deixou de aparecer como decisão do TCU; situação do Inquérito 4831 passou a 'aberto segundo a última notícia localizada (12/04/2026)'; os R$ 570 milhões que apareciam à parte passaram a constar dentro, e não fora, dos R$ 4,07 bilhões devolvidos segundo o MPF; o total de acordos da CGU passou a dizer que inclui casos fora da Lava Jato. Duas comparações voltaram à pauta interna: uma tinha a cronologia invertida e a outra não tinha divergência entre fala e documento.

    Inquérito 4831 (STF) — declarações de Sergio Moro sobre suposta interferência de Jair Bolsonaro na PF · Valores devolvidos segundo o balanço da Lava Jato de Curitiba (inclui R$ 570 mi destinados a reduzir pedágios; só R$ 3,02 bi foram à Petrobras) · Valor acordado em todos os 37 acordos de leniência celebrados pela CGU/AGU (todas as operações, inclusive casos fora da Lava Jato)

  4. Metodologia

    Conferência automática das falas: 106 de 108 declarações tiveram o texto literal encontrado na fonte indicada; 2 fontes estavam inacessíveis no momento da conferência.

  5. Inclusão

    Nova fala de Sergio Moro: 'O mundo da política e o do crime não deveriam jamais se misturar', do despacho de 24/11/2015 que decretou a prisão de José Carlos Bumlai, conferida em duas reportagens do mesmo dia. Moro e Dallagnol ganharam destaque na página inicial e no topo das próprias fichas.

    fala:moro-despacho-bumlai-2015-politica-crime · Sergio Moro · Deltan Dallagnol

  6. Inclusão

    Retratos de 51 pessoas, com crédito e licença (lista completa em Sobre › Créditos das fotos). Página inicial reorganizada com os números negativos da operação, área por área. Textos de fichas revisados para retirar referências internas de organização da pesquisa.

  7. Inclusão

    Mais 14 retratos de acervos oficiais com licença livre (Flickr do Senado, banco de imagens da Câmara dos Deputados e Flickr do STF), identificados pela legenda de cada foto. A ficha duplicada de Nunes Marques foi unificada.

  8. Metodologia

    Revisão editorial do responsável pelo projeto sobre toda a versão publicada em lavajato.org em 24/10/2026. Os registros revisados passam a mostrar o selo 'Revisado pelo responsável'; o que for incluído depois fica como 'documentado — revisão pendente' até nova revisão.

  9. Correção

    Corrigida a escala de valores do balanço de 2014 da Petrobras em quatro textos de evidência e de método: estava escrito 'R$ 6,194 milhões', 'R$ 44,636 milhões', 'R$ 21,587 milhões' e 'R$ 199,610 milhões' (entre outros) onde o correto é bilhões. Os números do painel já estavam certos. O erro foi apontado na tradução para o inglês.

    Baixa contábil de valores pagos a mais e capitalizados indevidamente (Petrobras) · Perdas por redução ao valor recuperável de ativos (impairment) em 2014 · Prejuízo líquido atribuível aos acionistas da Petrobras em 2014

  10. Inclusão

    Partidos e situação eleitoral de Sergio Moro e Deltan Dallagnol, conferidos na base de candidaturas e na tabela de partidos do TSE: Moro passou por Podemos (19), União Brasil (44) e PL (22) e foi eleito governador do Paraná em 2026; Dallagnol passou por Podemos (19) e Novo (30), teve o registro de deputado cassado pelo TSE em 2023 com base na Lei da Ficha Limpa e foi eleito senador em 2026 com o registro sob recurso. A informação aparece na página inicial, no topo das fichas e nos cards de compartilhamento.

    Sergio Moro · Deltan Dallagnol · evid:f00-tse-numeros-partidos