Biblioteca documental · Balanço/demonstração financeira
Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015)
- Emissor
- Petrobras (arquivado na SEC)
- Data
- 22 de abril de 2015
- Tipo
- Balanço/demonstração financeira · fonte primária
- Acesso
- íntegra examinada · consultado em 24/10/2026
- Original
- www.sec.gov/Archives/edgar/data/1119639/000129281415000913/pbrarmf4q14rs_6k.htm
- Nota
- Tradução livre da Petrobras para o inglês do comunicado de resultados de 2014, publicado com as demonstrações auditadas. As demonstrações completas (nota explicativa 3) estão no 20-F de 2014.
Declarações registradas nesta fonte
O que extraímos deste documento (9)
A Petrobras baixou R$ 6.194 milhões de custos capitalizados no ativo imobilizado, reconhecidos no 3º trimestre de 2014, como estimativa dos valores pagos a mais no esquema descoberto pela Lava Jato.
Fonte: Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015) — Petrobras (arquivado na SEC), 22/04/2015 · p. 1 e seção 'Note about Lava Jato Operation' · abrir original ↗
Balanço/demonstração financeira (primária) · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026
Método da baixa: a Petrobras identificou os contratos firmados de 2004 a abril de 2012 com 27 empresas apontadas nos depoimentos (R$ 199.610 milhões), aplicou 3% (R$ 5.988 milhões), somou R$ 150 milhões de pagamentos fora do cartel, descontou R$ 346 milhões de reversão de depreciação e acrescentou R$ 402 milhões de créditos tributários baixados: total de R$ 6.194 milhões.
Fonte: Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015) — Petrobras (arquivado na SEC), 22/04/2015 · seção 'Note about Lava Jato Operation', passos 1 a 5 e tabela 'Write-off – overpayments incorrectly capitalized' · abrir original ↗
Balanço/demonstração financeira (primária) · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026
Limitações: O percentual de 3% foi tirado de depoimentos. A própria Petrobras diz que o valor é o limite superior da faixa de estimativas razoáveis e que não consegue identificar pagamentos nem períodos específicos. Dos R$ 199.610 milhões em contratos, R$ 44.115 milhões ainda seriam pagos depois de 30/09/2014.
A Petrobras afirmou que a metodologia produz a melhor estimativa e que o valor representa o limite superior da faixa de estimativas razoáveis.
Trecho: “it represents the upper bound of the range of reasonable estimates”
Fonte: Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015) — Petrobras (arquivado na SEC), 22/04/2015 · seção 'Note about Lava Jato Operation' · abrir original ↗
Balanço/demonstração financeira (primária) · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026
A Petrobras registrou em 2014 prejuízo atribuível aos acionistas de R$ 21.587 milhões, resultado principalmente das perdas por impairment (redução ao valor recuperável) de R$ 44.636 milhões no ano.
Fonte: Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015) — Petrobras (arquivado na SEC), 22/04/2015 · p. 1 e p. 7 · abrir original ↗
Balanço/demonstração financeira (primária) · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026
Do impairment de R$ 44.345 milhões antes de impostos no 4º trimestre de 2014, R$ 30.976 milhões foram em refinarias (segundo trem da RNEST e Comperj), R$ 10.002 milhões em exploração e produção, atribuídos à queda do preço do petróleo, e R$ 2.978 milhões em petroquímica, por demanda e margens menores.
Fonte: Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015) — Petrobras (arquivado na SEC), 22/04/2015 · p. 2, 'Key events' · abrir original ↗
Balanço/demonstração financeira (primária) · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026
Para as refinarias, a Petrobras atribuiu o adiamento da RNEST e do Comperj às medidas de preservação de caixa e às implicações da Lava Jato para seus fornecedores, e atribuiu as perdas principalmente a deficiências de planejamento dos projetos, à taxa de desconto mais alta, ao atraso das entradas de caixa e à projeção de crescimento menor.
Trecho: “as a result of the Company’s measures to preserve cash and of the implications to the Company’s suppliers of the “Lava Jato” investigation”
Fonte: Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015) — Petrobras (arquivado na SEC), 22/04/2015 · p. 2, 'Key events', item i · abrir original ↗
Balanço/demonstração financeira (primária) · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026
A Petrobras testou usar a diferença entre valor justo e valor contábil dos ativos como medida dos pagamentos indevidos e desistiu: concluiu que essa diferença era muito maior do que qualquer estimativa razoável de propina e vinha sobretudo de outras causas, como câmbio, taxa de desconto, preços, conteúdo local e deficiências de planejamento.
Fonte: Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015) — Petrobras (arquivado na SEC), 22/04/2015 · seção 'Note about Lava Jato Operation', 'Background' · abrir original ↗
Balanço/demonstração financeira (primária) · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026
Na seção de liquidez, a Petrobras informou que, sem acesso ao mercado de capitais e com receita esperada menor pela queda do petróleo e pela desvalorização do real, decidiu adiar projetos afetados por insolvência de empreiteiras ou falta de fornecedores qualificados, 'principalmente em decorrência' da Lava Jato.
Trecho: “contractor insolvency or to a lack of availability of qualified suppliers (mainly as a result of the Lava Jato investigation)”
Fonte: Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015) — Petrobras (arquivado na SEC), 22/04/2015 · seção 'Liquidity and Capital Resources' · abrir original ↗
Balanço/demonstração financeira (primária) · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026
Em abril de 2015, a Petrobras declarou que ainda não havia recuperado valores e que eventuais recuperações seriam registradas como receita quando recebidas.
Fonte: Fourth Quarter of 2014 Results (Form 6-K, abril de 2015) — Petrobras (arquivado na SEC), 22/04/2015 · seção 'Note about Lava Jato Operation' · abrir original ↗
Balanço/demonstração financeira (primária) · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026

