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Empresas e instituições

Tribunal de Contas da União

Tribunal de contas federal. Julgou tomadas de contas especiais sobre a compra da refinaria de Pasadena (Acórdão 1881/2017).

Valores no painel

  • R$ 172,2 bilhões — Redução de investimentos estimada pelo DIEESE (Petrobras e construção civil) (Impacto estimado, 31/12/2017)
  • R$ 67,89 bilhões — Parte da construção civil na redução de investimentos (DIEESE) (Impacto estimado, 31/12/2017)
  • R$ 2,10 bilhões — Dano ao erário apontado pelo TCU em tomada de contas especial (Acórdão 2109/2016) (Apontado em investigação, 17/08/2016)
  • R$ 29,00 bilhões — Estimativa do TCU de dano por superfaturamento nos contratos da Petrobras investigados (reportagem) (Apontado em investigação, 06/02/2018)
  • R$ 7,57 bilhões — Total acumulado de indisponibilidades de bens determinadas pelo TCU (empreiteiras, executivos e ex-dirigentes da Petrobras), levantamento de 02/10/2017 (Bloqueado, 02/10/2017)
  • US$ 79,0 milhões — Débito imputado pelo TCU a Gabrielli e Cerveró (Carta de Intenções de Pasadena), solidário (Apontado em investigação, 30/08/2017)

Na linha do tempo

Vínculos documentados

  • Tribunal de Contas da União julgou Nestor Cerveró: Condenação de tribunal de contas (débito solidário, multa e inabilitação por 8 anos) no Acórdão 1881/2017, com José Sérgio Gabrielli; tema: Carta de Intenções da compra de Pasadena. Não é condenação criminal.
    Fontes (1)

    Pelo Acórdão 1881/2017 (Plenário, TC 005.261/2015-5, sessão de 30/08/2017), o TCU condenou José Sérgio Gabrielli e Nestor Cerveró, em tomada de contas especial sobre a Carta de Intenções da compra da refinaria de Pasadena, a ressarcir solidariamente mais de US$ 79 milhões, multa de R$ 10 milhões a cada um e inabilitação por 8 anos para cargo em comissão.

    Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento
  • Tribunal de Contas da União julgou Sérgio Gabrielli: Condenação de tribunal de contas no Acórdão 1881/2017, com Nestor Cerveró (Pasadena). Não é condenação criminal.
    Fontes (1)

    Pelo Acórdão 1881/2017 (Plenário, TC 005.261/2015-5, sessão de 30/08/2017), o TCU condenou José Sérgio Gabrielli e Nestor Cerveró, em tomada de contas especial sobre a Carta de Intenções da compra da refinaria de Pasadena, a ressarcir solidariamente mais de US$ 79 milhões, multa de R$ 10 milhões a cada um e inabilitação por 8 anos para cargo em comissão.

    Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento
  • Tribunal de Contas da União julgou Deltan Dallagnol: 2ª Câmara do TCU condenou Dallagnol, em tribunal de contas, a ressarcir R$ 2.831.808 (com Janot e Romão); a decisão foi anulada pela Justiça Federal quanto a Dallagnol, anulação mantida pelo TRF-4 em 2024; a TCE segue autorizada pelo STJ.
    Fontes (3)

    Em 09/08/2022 a 2ª Câmara do TCU, por 4 votos a 0, com relatoria de Bruno Dantas, condenou Dallagnol, Rodrigo Janot e João Vicente Beraldo Romão a ressarcir R$ 2.831.808 à União por diárias e passagens pagas a procuradores requisitados de outras localidades para a força-tarefa, com multa individual de R$ 200 mil; o relator apontou falta de fundamentação do modelo, violação da economicidade e da impessoalidade.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única

    Em matéria de 26/09/2024 (data da sessão não informada), a 12ª Turma do TRF-4 negou apelação da União e manteve a sentença de primeira instância (processo 5033048-90.2022.4.04.7000) que anulara a decisão da 2ª Câmara do TCU, por ausência de fundamento legal para a citação de Dallagnol; a reportagem diz que a responsabilidade pelo modelo de diárias cabia a outros agentes.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única

    Em agosto de 2025 a Corte Especial do STJ, por maioria, negou o agravo interno de Dallagnol na SLS 3133 (relator Humberto Martins) e manteve suspensa a liminar da 6ª Vara que travava a tomada de contas especial do TCU (TCE 006.470/2022-0), estendendo à nova liminar posterior o efeito da decisão de 2023; a apuração de cerca de R$ 2,8 milhões volta a tramitar; divergiram Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira e Sebastião Reis Júnior.

    Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

Evidências

A parte da construção civil vem de um levantamento, nos sites do MPF e do TCU, de obras paralisadas em decorrência das ações da Lava Jato e de obras em que as empresas declararam incapacidade financeira para continuar.

Estimativa de estudoEstimativa

Em 17/08/2016 o TCU (Acórdão 2109/2016-Plenário, processo 000.168/2016-5) decretou cautelarmente a indisponibilidade de bens de responsáveis, inclusive empresas (OAS e Grupo Odebrecht), e informou dano ao erário de R$ 2,1 bilhões "até agora", podendo ser maior se analisados os aditivos.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Segundo a Folhapress (06/02/2018), o TCU estima que o prejuízo por superfaturamento nos contratos investigados pela Lava Jato passa de R$ 29 bilhões só na Petrobras; metodologia ainda podia mudar e empreiteiras resistiam a reconhecer o dano.

ReportagemFonte única

O TCU determinou a indisponibilidade de R$ 7,57 bilhões de 13 empreiteiras, executivos, acionistas e ex-dirigentes da Petrobras, em caráter preventivo, para assegurar ressarcimento à estatal.

ReportagemFonte única

Pelo Acórdão 1881/2017 (Plenário, TC 005.261/2015-5, sessão de 30/08/2017), o TCU condenou José Sérgio Gabrielli e Nestor Cerveró, em tomada de contas especial sobre a Carta de Intenções da compra da refinaria de Pasadena, a ressarcir solidariamente mais de US$ 79 milhões, multa de R$ 10 milhões a cada um e inabilitação por 8 anos para cargo em comissão.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Em 09/08/2022 a 2ª Câmara do TCU, por 4 votos a 0, com relatoria de Bruno Dantas, condenou Dallagnol, Rodrigo Janot e João Vicente Beraldo Romão a ressarcir R$ 2.831.808 à União por diárias e passagens pagas a procuradores requisitados de outras localidades para a força-tarefa, com multa individual de R$ 200 mil; o relator apontou falta de fundamentação do modelo, violação da economicidade e da impessoalidade.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Em 05/12/2022 o juiz Augusto César Pansini Gonçalves, da 6ª Vara Federal de Curitiba, anulou a decisão do TCU quanto a Dallagnol e atos decorrentes (a matéria fala em 'decisão de abril' do TCU, sem identificar o acórdão), entendendo que Dallagnol, por não ter sido ordenador de despesas, não poderia ser alvo da tomada de contas, e criticando o relator por parecer prejulgar o caso; segundo a reportagem, em setembro de 2022 o TCU mantivera multa e ressarcimento contra Dallagnol e livrara Romão.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Em 25/06/2022 o presidente do STJ, Humberto Martins, no pedido de suspensão de liminar SLS 3133, suspendeu liminar da 6ª Vara Federal do Paraná (mantida pela presidência do TRF-4) que impedia a continuidade da tomada de contas especial do TCU contra Dallagnol, por risco à autonomia do TCU, à ordem pública e 'efeito multiplicador'; a TCE apura cerca de R$ 2,8 milhões em diárias e passagens.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Em 07/06/2023 a Corte Especial do STJ, por 6 votos a 5, negou recurso de Dallagnol; a relatora Maria Thereza de Assis Moura ficou vencida, com Nancy Andrighi, Herman Benjamin, Raúl Araújo e Ricardo Villas Bôas Cueva.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Em matéria de 26/09/2024 (data da sessão não informada), a 12ª Turma do TRF-4 negou apelação da União e manteve a sentença de primeira instância (processo 5033048-90.2022.4.04.7000) que anulara a decisão da 2ª Câmara do TCU, por ausência de fundamento legal para a citação de Dallagnol; a reportagem diz que a responsabilidade pelo modelo de diárias cabia a outros agentes.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Em agosto de 2025 a Corte Especial do STJ, por maioria, negou o agravo interno de Dallagnol na SLS 3133 (relator Humberto Martins) e manteve suspensa a liminar da 6ª Vara que travava a tomada de contas especial do TCU (TCE 006.470/2022-0), estendendo à nova liminar posterior o efeito da decisão de 2023; a apuração de cerca de R$ 2,8 milhões volta a tramitar; divergiram Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira e Sebastião Reis Júnior.

Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

Em janeiro de 2023, a AGU recorria à Corte Especial do STJ para manter a decisão da presidência que suspendera a decisão da Justiça Federal do Paraná que anulara o acórdão do TCU; a TCE no TCU é a de nº 006.470/2022-0.

ReportagemFonte única

O subprocurador Lucas Furtado, do MP junto ao TCU, que provocara a apuração de suposto conflito de interesses, pediu em 31/01/2022 ao relator Bruno Dantas o arquivamento do processo por perda de finalidade após Moro divulgar os valores, e o envio das conclusões à Receita Federal.

ReportagemFonte única