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Pessoas · Magistrados

Teori Zavascki, então ministro do STJ, em sabatina na CCJ do Senado (outubro de 2012)
Foto: Wilson Dias/ABr · CC BY 3.0

Teori Zavascki

Teori Albino Zavascki

Ministro do STF de 2012 até sua morte, em janeiro de 2017; relator dos processos da Lava Jato no tribunal.

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Cargos e papéis

  • Desembargador federal do TRF4 · TRF4 (1989-03-30–2003-05)
    Fontes (1)

    Teori Zavascki foi desembargador do TRF4 (posse em 30/03/1989; presidiu o tribunal de 21/06/2001 a 07/05/2003), ministro do STJ de 08/05/2003 a 29/11/2012 e ministro do STF de 29/11/2012 a 19/01/2017, quando morreu em acidente aéreo perto de Paraty (RJ); foi relator da Lava Jato no STF.

    ReportagemFonte única
  • Ministro do STJ · STJ (2003-05-08–2012-11-29)
    Fontes (1)

    Teori Zavascki foi desembargador do TRF4 (posse em 30/03/1989; presidiu o tribunal de 21/06/2001 a 07/05/2003), ministro do STJ de 08/05/2003 a 29/11/2012 e ministro do STF de 29/11/2012 a 19/01/2017, quando morreu em acidente aéreo perto de Paraty (RJ); foi relator da Lava Jato no STF.

    ReportagemFonte única
  • Ministro do STF e relator da Lava Jato · STF (2012-11-29–2017-01-19)
    Fontes (2)

    Teori Zavascki foi desembargador do TRF4 (posse em 30/03/1989; presidiu o tribunal de 21/06/2001 a 07/05/2003), ministro do STJ de 08/05/2003 a 29/11/2012 e ministro do STF de 29/11/2012 a 19/01/2017, quando morreu em acidente aéreo perto de Paraty (RJ); foi relator da Lava Jato no STF.

    ReportagemFonte única

    Segundo o verbete, Teori homologou a delação de Alberto Youssef em 19/12/2014 e a de Delcídio do Amaral em 15/03/2016, autorizou em 06/03/2015 inquérito contra 47 políticos e afastou Eduardo Cunha do mandato em 05/05/2016.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única

Processos

Episódios

Declarações (2)

está juridicamente comprometida, não só em razão da usurpação de competência, mas também, de maneira ainda mais clara, pelo levantamento de sigilo das conversações telefônicas interceptadas

Teori Zavascki · 13 de junho de 2016 · Sentença · STF — Reclamação 23.457/PR

Contexto, original e fontes →
Foi também precoce e, pelo menos parcialmente, equivocada a decisão que adiantou juízo de validade das interceptações, colhidas, em parte importante, sem abrigo judicial, quando já havia determinação de interrupção das escutas.

Teori Zavascki · 13 de junho de 2016 · Sentença · STF — Reclamação 23.457/PR

Contexto, original e fontes →

Vínculos documentados

  • Teori Zavascki julgou Sergio Moro: Teori Zavascki cassou, na Rcl 23.457, as decisões de Moro que levantaram o sigilo das conversas Lula–Dilma.
    Fontes (1)

    Em 13/06/2016 Teori Zavascki julgou parcialmente procedente a Rcl 23.457: reconheceu a violação da competência do STF e cassou as decisões da 13ª Vara de 16/03/2016 (evento 135) e 17/03/2016 (evento 140) que levantaram o sigilo das conversas; reconheceu a nulidade do conteúdo das conversas colhidas após a determinação de interrupção das interceptações; e mandou baixar à 13ª Vara os processos que não envolviam autoridades com foro.

    Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento
  • Teori Zavascki relação com Alberto Youssef: Homologou a delação de Alberto Youssef em dezembro de 2014 (19/12/2014 segundo o verbete de Teori).
    Fontes (2)

    Segundo o verbete, Teori homologou a delação de Alberto Youssef em 19/12/2014 e a de Delcídio do Amaral em 15/03/2016, autorizou em 06/03/2015 inquérito contra 47 políticos e afastou Eduardo Cunha do mandato em 05/05/2016.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única

    O STF (Teori Zavascki) homologou a delação de Youssef em dezembro de 2014 (19/12/2014 segundo o verbete de Teori) e, em agosto de 2015, o plenário reconheceu por unanimidade a validade dos depoimentos e das provas; as penas, que somavam 122 anos, foram reduzidas a três anos por causa da colaboração.

    ReportagemFonte única
  • Teori Zavascki relação com Eduardo Cunha: Afastou Eduardo Cunha do mandato de deputado e da presidência da Câmara em 05/05/2016, decisão confirmada pelo plenário do STF por unanimidade.
    Fontes (1)

    O STF (Teori Zavascki, depois confirmado pelo plenário por unanimidade) afastou Cunha do mandato em 05/05/2016; a Câmara cassou o mandato em 12/09/2016 por quebra de decoro (450 votos a favor, 10 contra, 9 abstenções), por ter mentido à CPI da Petrobras sobre contas no exterior.

    ReportagemFonte única
  • Teori Zavascki relação com Renato Duque: Revogou a prisão de Renato Duque em 02/12/2014 (segundo o verbete de Duque).
    Fontes (1)

    Duque foi preso em novembro de 2014 (Teori Zavascki revogou a prisão em 02/12/2014), de novo em março de 2015 (10ª fase) e, após ordem de 18/07/2024 da Justiça Federal em Curitiba, foi preso pela PF em 17/08/2024 em Volta Redonda (RJ), depois de ser considerado foragido desde julho de 2024.

    ReportagemFonte única
  • Teori Zavascki trabalhou para TRF4: Desembargador do TRF4 desde 30/03/1989 e seu presidente de 21/06/2001 a 07/05/2003.
    Fontes (1)

    Teori Zavascki foi desembargador do TRF4 (posse em 30/03/1989; presidiu o tribunal de 21/06/2001 a 07/05/2003), ministro do STJ de 08/05/2003 a 29/11/2012 e ministro do STF de 29/11/2012 a 19/01/2017, quando morreu em acidente aéreo perto de Paraty (RJ); foi relator da Lava Jato no STF.

    ReportagemFonte única

Ver no mapa

Evidências que mencionam Teori Zavascki

A liminar foi deferida em 22/03/2016 e referendada pelo Plenário em 31/03/2016, determinando a suspensão e a remessa ao STF do pedido de quebra de sigilo 5006205-98.2016.4.04.7000/PR e demais procedimentos.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

A decisão de Teori Zavascki transcreve a revisão feita pelo próprio juízo de Curitiba: a interrupção da interceptação foi determinada em 16/03/2016, às 11:12:22, e, entre a decisão e a implementação junto às operadoras, foi colhido novo diálogo às 13:32, juntado pela autoridade policial.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

A decisão registra, ao reproduzir fundamento da liminar, que não se adiantava juízo sobre a legitimidade da interceptação em si, mas se criticava a divulgação pública imediata das conversas.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Em 13/06/2016 Teori Zavascki julgou parcialmente procedente a Rcl 23.457: reconheceu a violação da competência do STF e cassou as decisões da 13ª Vara de 16/03/2016 (evento 135) e 17/03/2016 (evento 140) que levantaram o sigilo das conversas; reconheceu a nulidade do conteúdo das conversas colhidas após a determinação de interrupção das interceptações; e mandou baixar à 13ª Vara os processos que não envolviam autoridades com foro.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

A notícia do STF de 13/06/2016 registra que Teori determinou o envio à primeira instância dos processos em que Lula é investigado, cassou as decisões de 16 e 17/03/2016 e anulou o conteúdo das conversas gravadas após a ordem de interrupção.

Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

Em ofício ao STF, enviado em 29/03/2016 a pedido de Teori Zavascki, Moro solicitou 'respeitosas escusas' ao Tribunal pela decisão de 16/03/2016 e afirmou que não foi sua intenção provocar tais efeitos.

DeclaraçãoVárias fontes independentes

Ao rever seu despacho, citado na decisão de Teori, Moro escreveu que não havia reparado antes no ponto do diálogo das 13:32 e não via maior relevância, mantendo o que decidira.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

A Conjur registra que Teori classificou a decisão anterior de Moro como precoce e, pelo menos parcialmente, equivocada, e determinou o envio à primeira instância dos processos do sítio de Atibaia e do apartamento do Guarujá; indeferiu pedidos do advogado Roberto Teixeira.

ReportagemFonte única

O STF (Teori Zavascki, depois confirmado pelo plenário por unanimidade) afastou Cunha do mandato em 05/05/2016; a Câmara cassou o mandato em 12/09/2016 por quebra de decoro (450 votos a favor, 10 contra, 9 abstenções), por ter mentido à CPI da Petrobras sobre contas no exterior.

ReportagemFonte única

Duque foi preso em novembro de 2014 (Teori Zavascki revogou a prisão em 02/12/2014), de novo em março de 2015 (10ª fase) e, após ordem de 18/07/2024 da Justiça Federal em Curitiba, foi preso pela PF em 17/08/2024 em Volta Redonda (RJ), depois de ser considerado foragido desde julho de 2024.

ReportagemFonte única

O STF (Teori Zavascki) homologou a delação de Youssef em dezembro de 2014 (19/12/2014 segundo o verbete de Teori) e, em agosto de 2015, o plenário reconheceu por unanimidade a validade dos depoimentos e das provas; as penas, que somavam 122 anos, foram reduzidas a três anos por causa da colaboração.

ReportagemFonte única

Teori Zavascki foi desembargador do TRF4 (posse em 30/03/1989; presidiu o tribunal de 21/06/2001 a 07/05/2003), ministro do STJ de 08/05/2003 a 29/11/2012 e ministro do STF de 29/11/2012 a 19/01/2017, quando morreu em acidente aéreo perto de Paraty (RJ); foi relator da Lava Jato no STF.

ReportagemFonte única

Segundo o verbete, Teori homologou a delação de Alberto Youssef em 19/12/2014 e a de Delcídio do Amaral em 15/03/2016, autorizou em 06/03/2015 inquérito contra 47 políticos e afastou Eduardo Cunha do mandato em 05/05/2016.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Como PGR, Janot pediu em junho de 2016 a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney e Eduardo Cunha (Teori Zavascki negou), entregou ao STF em 19/12/2016 os acordos de 77 executivos da Odebrecht e, segundo o verbete, 137 investigações foram abertas no STF sob sua gestão.

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Após a morte de Teori Zavascki, Edson Fachin foi sorteado novo relator da Lava Jato no STF em 02/02/2017; em abril de 2017 retirou o sigilo de 83 inquéritos baseados nas delações da Odebrecht.

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