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Alberto Youssef em foto da Agência Senado (2014)
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado · Attribution

Alberto Youssef

Doleiro citado, com Paulo Roberto Costa, nos depoimentos de 08/10/2014 na 13ª Vara Federal de Curitiba que a Petrobras usou como base do bloqueio cautelar de 29/12/2014.

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Processos

Episódios

Vínculos documentados

  • Sergio Moro condenou Alberto Youssef: Sentenças de Moro contra Youssef (a de 17/09/2014 é atribuída a Moro; outras condenações listadas pelo verbete sem juiz); todos os atos da Lava Jato contra ele foram anulados por Toffoli em 15/07/2025.
    Fontes (2)

    O verbete lista condenações de Youssef: 17/09/2014 (Moro, Banestado), 06/05/2015 (lavagem, ocultação de recursos do mensalão), 20/07/2015 (corrupção passiva, desvios da Petrobras; 8 anos e 4 meses, reduzidos a 3 anos pela delação), junho de 2017 (caso Copel/Olvepar) e outubro de 2017 (Maringá, 5 anos, 1 mês e 20 dias).

    Decisão judicial ou administrativaFonte única

    Em 15/07/2025 Dias Toffoli anulou todos os atos da Lava Jato contra Youssef, incluindo decisões de Moro, citando 'conluio' entre PF, MPF e Moro; afirmou que a decisão não invalida o acordo de delação. A defesa de Youssef sustenta que uma gravação clandestina em cela da PF em 2014, que teria durado 11 dias, foi usada para pressioná-lo a fechar a delação.

    Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes
  • Teori Zavascki relação com Alberto Youssef: Homologou a delação de Alberto Youssef em dezembro de 2014 (19/12/2014 segundo o verbete de Teori).
    Fontes (2)

    Segundo o verbete, Teori homologou a delação de Alberto Youssef em 19/12/2014 e a de Delcídio do Amaral em 15/03/2016, autorizou em 06/03/2015 inquérito contra 47 políticos e afastou Eduardo Cunha do mandato em 05/05/2016.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única

    O STF (Teori Zavascki) homologou a delação de Youssef em dezembro de 2014 (19/12/2014 segundo o verbete de Teori) e, em agosto de 2015, o plenário reconheceu por unanimidade a validade dos depoimentos e das provas; as penas, que somavam 122 anos, foram reduzidas a três anos por causa da colaboração.

    ReportagemFonte única
  • Dias Toffoli anulou decisão de Alberto Youssef: Em 15/07/2025 anulou todos os atos da Lava Jato contra Youssef, incluindo decisões de Moro, citando 'conluio' entre PF, MPF e o então juiz; afirmou que a decisão não invalida a delação.
    Fontes (1)

    Em 15/07/2025 Dias Toffoli anulou todos os atos da Lava Jato contra Youssef, incluindo decisões de Moro, citando 'conluio' entre PF, MPF e Moro; afirmou que a decisão não invalida o acordo de delação. A defesa de Youssef sustenta que uma gravação clandestina em cela da PF em 2014, que teria durado 11 dias, foi usada para pressioná-lo a fechar a delação.

    Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes
  • STF relação com Alberto Youssef: Em agosto de 2015 o plenário do STF reconheceu por unanimidade a validade dos depoimentos e provas da delação de Youssef.
    Fontes (1)

    O STF (Teori Zavascki) homologou a delação de Youssef em dezembro de 2014 (19/12/2014 segundo o verbete de Teori) e, em agosto de 2015, o plenário reconheceu por unanimidade a validade dos depoimentos e das provas; as penas, que somavam 122 anos, foram reduzidas a três anos por causa da colaboração.

    ReportagemFonte única

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Evidências que mencionam Alberto Youssef

Em 29/12/2014 a Diretoria Executiva da Petrobras criou comissões de análise de sanção (CAASE) e determinou o bloqueio cautelar de empresas de 23 grupos econômicos citados como participantes de cartel em depoimentos de Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e dos delatores da Toyo Setal e Setal, a que a empresa teve acesso em 03/12/2014.

Documento oficialComprovado em documento

Youssef foi preso em 17/03/2014 (Lava Jato) e a pena de três anos em regime fechado é contada desde essa data; em março de 2017 passou à domiciliar com tornozeleira.

ReportagemFonte única

O STF (Teori Zavascki) homologou a delação de Youssef em dezembro de 2014 (19/12/2014 segundo o verbete de Teori) e, em agosto de 2015, o plenário reconheceu por unanimidade a validade dos depoimentos e das provas; as penas, que somavam 122 anos, foram reduzidas a três anos por causa da colaboração.

ReportagemFonte única

O verbete lista condenações de Youssef: 17/09/2014 (Moro, Banestado), 06/05/2015 (lavagem, ocultação de recursos do mensalão), 20/07/2015 (corrupção passiva, desvios da Petrobras; 8 anos e 4 meses, reduzidos a 3 anos pela delação), junho de 2017 (caso Copel/Olvepar) e outubro de 2017 (Maringá, 5 anos, 1 mês e 20 dias).

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Em 15/07/2025 Dias Toffoli anulou todos os atos da Lava Jato contra Youssef, incluindo decisões de Moro, citando 'conluio' entre PF, MPF e Moro; afirmou que a decisão não invalida o acordo de delação. A defesa de Youssef sustenta que uma gravação clandestina em cela da PF em 2014, que teria durado 11 dias, foi usada para pressioná-lo a fechar a delação.

Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

Segundo a defesa de Youssef, relatada pela CNN Brasil, uma gravação clandestina de conversas na cela da PF em 2014 durou 11 dias e foi usada para pressioná-lo a fazer delação.

Resposta/defesaAlegação

Segundo o verbete, Teori homologou a delação de Alberto Youssef em 19/12/2014 e a de Delcídio do Amaral em 15/03/2016, autorizou em 06/03/2015 inquérito contra 47 políticos e afastou Eduardo Cunha do mandato em 05/05/2016.

Decisão judicial ou administrativaFonte única