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João Vaccari Neto, então tesoureiro do PT, em foto de março de 2010
Foto: Roosewelt Pinheiro/Abr · CC BY 3.0 br

João Vaccari Neto

Ex-tesoureiro do PT, ex-presidente da Bancoop. Preso em 15/04/2015; condenado em primeira instância em 2015 (15 anos e 4 meses), em 2016 (6 anos e 8 meses, caso Schahin) e em 19/02/2020 (7 anos, 6 meses e 20 dias); o TRF4 absolveu-o em 27/06/2017 na primeira; absolvido no caso Bancoop (2016, mantido em 2019); indulto natalino reconhecido em 29/08/2019. Situação atual dos processos remanescentes: não localizada em 24/10/2026.

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Cargos e papéis

  • Tesoureiro (secretário de Finanças e Planejamento) do PT · Partido dos Trabalhadores
    Fontes (1)

    João Vaccari Neto foi secretário de Finanças e Planejamento (tesoureiro) do PT, presidente da Bancoop, 2º suplente de senador por SP eleito em 2002 e conselheiro da Itaipu Binacional (afastado por Dilma Rousseff em janeiro de 2015).

    ReportagemFonte única

Processos

  • Ações penais da Lava Jato contra João Vaccari Neto — réu · situação em 24/10/2026: Condenação de 2016 e de 2020: situação posterior não localizada em 24/10/2026. Absolvido no caso Bancoop (2016, mantida em 2019) e, pelo TRF4, na condenação de 15 anos (2017).

Vínculos documentados

  • TRF4 anulou decisão de João Vaccari Neto: Em 27/06/2017 o TRF4 reformou a condenação de 15 anos de primeira instância e absolveu Vaccari nesse caso.
    Fontes (1)

    O TRF4 anulou em 27/06/2017 a condenação de 15 anos imposta em primeira instância e absolveu Vaccari nesse caso; no caso Bancoop ele foi absolvido em novembro de 2016 (5ª Vara Criminal de SP), absolvição mantida pelo TJ-SP (16ª Câmara) em fevereiro de 2019.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • Rodrigo Janot denunciou à Justiça João Vaccari Neto: Em setembro de 2017 Janot denunciou Vaccari ao STF por organização criminosa; o verbete não informa decisão do STF sobre a denúncia.
    Fontes (1)

    Em 29/08/2019 o juiz Ronaldo Sansone Guerra, da 1ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, concedeu a Vaccari o indulto natalino decretado por Temer em dezembro de 2017; em setembro de 2017 Rodrigo Janot o denunciou ao STF por organização criminosa.

    ReportagemFonte única
  • João Vaccari Neto integrou Partido dos Trabalhadores: Secretário de Finanças e Planejamento (tesoureiro) do PT; datas do cargo não informadas.
    Fontes (1)

    João Vaccari Neto foi secretário de Finanças e Planejamento (tesoureiro) do PT, presidente da Bancoop, 2º suplente de senador por SP eleito em 2002 e conselheiro da Itaipu Binacional (afastado por Dilma Rousseff em janeiro de 2015).

    ReportagemFonte única

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Evidências que mencionam João Vaccari Neto

João Vaccari Neto foi secretário de Finanças e Planejamento (tesoureiro) do PT, presidente da Bancoop, 2º suplente de senador por SP eleito em 2002 e conselheiro da Itaipu Binacional (afastado por Dilma Rousseff em janeiro de 2015).

ReportagemFonte única

Vaccari foi preso pela PF em 15/04/2015 (12ª fase da Lava Jato) e ficou no Complexo Médico Penal (Pinhais-PR) até setembro de 2019, quando passou ao semiaberto com tornozeleira.

ReportagemFonte única

O verbete lista condenações de Vaccari em primeira instância na Lava Jato: 15 anos e 4 meses (data 22/06/2015 ou 21/09/2015, conforme a seção); 6 anos e 8 meses em 15/09/2016 (empréstimo do Banco Schahin ao PT; título de referência atribui a Moro); e 7 anos, 6 meses e 20 dias em 19/02/2020 (contratos de navios-sonda).

Decisão judicial ou administrativaFonte única

O TRF4 anulou em 27/06/2017 a condenação de 15 anos imposta em primeira instância e absolveu Vaccari nesse caso; no caso Bancoop ele foi absolvido em novembro de 2016 (5ª Vara Criminal de SP), absolvição mantida pelo TJ-SP (16ª Câmara) em fevereiro de 2019.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Em 29/08/2019 o juiz Ronaldo Sansone Guerra, da 1ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, concedeu a Vaccari o indulto natalino decretado por Temer em dezembro de 2017; em setembro de 2017 Rodrigo Janot o denunciou ao STF por organização criminosa.

ReportagemFonte única