Procuradoria-Geral da República — PGR
Chefia do Ministério Público da União; atua perante o STF. Pediu a abertura (2020), o arquivamento (2022) e a reabertura (2025) do Inq 4831.
Na linha do tempo
- 27/04/2020 — Celso de Mello autoriza o Inquérito 4831 a pedido de Aras
- 02/05/2020 — Moro depõe por cerca de oito horas à PF em Curitiba
- 19/09/2022 — PGR (Lindôra Araújo) pede ao STF o arquivamento do Inq 4831
- 17/05/2024 — Moraes pede à PGR que avalie ratificar o arquivamento do Inq 4831
- 16/10/2025 — STF reabre as investigações do Inq 4831 a pedido da PGR
- 02/04/2026 — PF entrega a Moraes novo relatório: de novo, sem interferência de Bolsonaro
Vínculos documentados
- Rodrigo Janot dirigiu Procuradoria-Geral da República — PGR: Procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017.
Fontes (1)
Rodrigo Janot foi procurador da República (1984–2019), subprocurador-geral (2003), secretário-geral do MPF (2003–2005) e procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017 (indicado por Dilma Rousseff, reconduzido em 2015); aposentou-se em abril de 2019 e abriu escritório de advocacia em junho de 2019.
ReportagemFonte únicaFonte: Rodrigo Janot (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
- Augusto Aras dirigiu Procuradoria-Geral da República — PGR: Procurador-geral da República de 26/09/2019 a 26/09/2023.
Fontes (1)
Augusto Aras ingressou no MPF em 1987, foi subprocurador-geral da República (2011) e procurador-geral da República de 26/09/2019 a 26/09/2023, indicado por Jair Bolsonaro em 05/09/2019 (fora da lista tríplice) e aprovado pelo Senado por 68 a 10 em 25/09/2019; reconduzido em 24/08/2021 (55 votos a favor).
ReportagemFonte únicaFonte: Augusto Aras (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Evidências
Em 27/04/2020, Celso de Mello autorizou a instauração do Inquérito 4831 a pedido do procurador-geral Augusto Aras, para apurar fatos noticiados por Moro; Aras citou, em tese, falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça e corrupção passiva.
Fonte: Ministro Celso de Mello autoriza inquérito para apurar declarações do ex-ministro Sérgio Moro envolvendo o presidente da República — Supremo Tribunal Federal (portal de notícias), 27/04/2020 · texto da notícia · abrir original ↗
Em 2/5/2020 Moro depôs por cerca de oito horas na sede da PF em Curitiba, reafirmou as acusações, entregou áudios, e-mails e conversas (e o celular), e foi acompanhado por três procuradores da PGR.
Fonte: Sergio Moro fala por 8 horas e reafirma acusações contra Bolsonaro — Poder360, 03/05/2020 · parágrafos 1 a 6 · abrir original ↗
Em 19/09/2022 a vice-procuradora-geral Lindôra Araújo pediu ao STF o arquivamento do inquérito, por não ver novos elementos que permitissem denúncia contra Bolsonaro.
Fonte: PGR: Bolsonaro não cometeu crime em caso de interferência na PF — Poder360, 19/09/2022 · parágrafos 1 a 3 · abrir original ↗
Em 17/05/2024 Moraes pediu ao PGR Paulo Gonet que avaliasse ratificar o pedido de arquivamento do inquérito.
Fonte: Moraes pede que PGR avalie arquivamento de inquérito contra Bolsonaro — Agência Brasil (EBC, empresa pública), 17/05/2024 · parágrafos 1 e 2 · abrir original ↗
Em 16/10/2025 o STF informou que Moraes atendeu pedido da PGR e reabriu as investigações do Inq 4831; a PGR, que em setembro de 2022 pedira arquivamento, disse em 15/10/2025 que os autos indicam necessidade de diligências complementares.
Fonte: A pedido da PGR, STF reabre investigações sobre suposta interferência de Jair Bolsonaro na PF — Supremo Tribunal Federal (portal de notícias), 16/10/2025 · texto da notícia · abrir original ↗
Rodrigo Janot foi procurador da República (1984–2019), subprocurador-geral (2003), secretário-geral do MPF (2003–2005) e procurador-geral da República de 17/09/2013 a 17/09/2017 (indicado por Dilma Rousseff, reconduzido em 2015); aposentou-se em abril de 2019 e abriu escritório de advocacia em junho de 2019.
Fonte: Rodrigo Janot (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗
Augusto Aras ingressou no MPF em 1987, foi subprocurador-geral da República (2011) e procurador-geral da República de 26/09/2019 a 26/09/2023, indicado por Jair Bolsonaro em 05/09/2019 (fora da lista tríplice) e aprovado pelo Senado por 68 a 10 em 25/09/2019; reconduzido em 24/08/2021 (55 votos a favor).
Fonte: Augusto Aras (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Cargos · abrir original ↗

