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LAVAJATO.ORGrecuperado × custo

Empresas e instituições

Polícia Federal (PF)

Polícia federal subordinada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, fundada em 28/03/1944; deflagrou a Lava Jato em 17/03/2014.

Valores no painel

  • R$ 42,00 bilhões — Estimativa máxima de pagamentos indevidos da Petrobras a 27 empresas — laudo da Polícia Federal (hipótese de 20%) (Apontado em investigação, 26/10/2015)
  • R$ 6,42 bilhões — Estimativa mínima de pagamentos indevidos — laudo da Polícia Federal (hipótese de 3%) (Apontado em investigação, 26/10/2015)

Na linha do tempo

Vínculos documentados

  • Igor Romário de Paula trabalhou para PF: Delegado da PF; coordenador da Lava Jato na PF em Curitiba desde 2014 (segundo o verbete).
    Fontes (1)

    Igor Romário de Paula é delegado da PF, chefe regional do combate ao crime organizado no Paraná e coordenador da Lava Jato na PF em Curitiba desde 2014, segundo o verbete; em 2017 recebeu representação ética de deputados do PT, encaminhada à Comissão de Ética do Ministério da Justiça (desfecho não informado).

    ReportagemFonte única
  • Erika Marena trabalhou para PF: Delegada da PF; atuou na Lava Jato (cerca de quatro anos, sem datas) e foi superintendente em Sergipe (dezembro de 2017).
    Fontes (1)

    Erika Marena é delegada da PF; segundo o verbete, atuou cerca de quatro anos na Lava Jato (sem datas), foi designada em dezembro de 2017 superintendente da PF em Sergipe, foi escolhida por Moro no fim de 2018 para chefiar o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (Ministério da Justiça) e foi exonerada do posto em junho de 2020 por André Mendonça; o verbete atribui a ela o batismo da operação (Lava Jato article: 17/03/2014).

    ReportagemFonte única
  • Antonio Palocci firmou acordo com PF: Acordo de colaboração premiada com a PF assinado em abril de 2018 e homologado pelo TRF4 em junho de 2018. Registro de fato do acordo; o que Palocci declarou não é tratado como provado.
    Fontes (1)

    Palocci assinou acordo de colaboração com a PF em abril de 2018, que o TRF4 homologou em junho de 2018; uma proposta feita ao MPF em 2017 não avançou.

    ReportagemFonte única
  • Sérgio Cabral firmou acordo com PF: Acordo de colaboração com a PF (dezembro de 2019), homologado por Fachin em 06/02/2020 e, segundo o verbete, anulado pelo STF em maio de 2021.
    Fontes (1)

    Segundo o verbete, Cabral fez acordo de colaboração com a PF em dezembro de 2019, homologado por Edson Fachin em 06/02/2020; em maio de 2021 o STF anulou o acordo (7 votos a 4).

    ReportagemFonte única

Evidências

Laudo pericial da PF (concluído em 26/10/2015, anexado ao inquérito sobre a Odebrecht) estimou que pagamentos indevidos da Petrobras a 27 empresas, em 2004–2014, podem chegar a R$ 42 bilhões, sobre base de R$ 215,67 bilhões em pagamentos, com faixa de 3% (mínimo) a 20% (máximo "conservadoramente considerado").

Documento descrito em reportagemFonte única

Moro afirmou, em 24/04/2020, que na conversa de 1º/11/2018 o presidente lhe prometeu carta branca para nomear assessores de órgãos como a PF e a PRF, e que a troca do diretor-geral sem causa violaria essa promessa.

AcusaçãoAlegação

Em 16/08/2019 Bolsonaro disse que colocaria o superintendente da PF no Amazonas, Alexandre Saraiva, no comando da PF no Rio; a exoneração do superintendente Ricardo Saadi saiu no Diário Oficial em 30/08/2019, e a PF anunciou como novo superintendente o delegado Carlos Henrique Oliveira Souza, enquanto Bolsonaro defendia o nome de Alexandre Saraiva.

ReportagemVárias fontes independentes

O empresário Paulo Marinho, suplente de Flávio no Senado, disse à Folha que Flávio foi avisado por um delegado da PF de que uma operação atingiria Fabrício Queiroz; a PF abriu apuração sobre o suposto vazamento em 2020. A defesa de Moro citou esse relato em sua petição.

AcusaçãoContestado

Em 24/04/2020 Moro anunciou que deixava o Ministério da Justiça, acusando Bolsonaro de insistir na troca do comando da PF e de querer pessoa de contato pessoal para obter informações e relatórios de inteligência, e disse não ter assinado o decreto de exoneração de Valeixo.

AcusaçãoAlegação

Em 2/5/2020 Moro depôs por cerca de oito horas na sede da PF em Curitiba, reafirmou as acusações, entregou áudios, e-mails e conversas (e o celular), e foi acompanhado por três procuradores da PGR.

ReportagemVárias fontes independentes

Em março de 2022 a PF concluiu que Bolsonaro não interferiu na corporação e defendeu o arquivamento; o relatório afirma que 18 pessoas foram ouvidas e que nenhuma prova consistente foi encontrada.

Documento descrito em reportagemVárias fontes independentes

Segundo a Gazeta do Povo (12/04/2026), a PF entregou a Moraes em 2/4/2026 novo relatório que, segundo a matéria, analisou os Inq 4781 (fake news) e 4828 (atos antidemocráticos) e conclui, pela segunda vez, que Bolsonaro não interferiu em investigações que atingiam familiares e aliados; Moraes manteve o inquérito aberto e enviou o relatório a Gonet.

Documento descrito em reportagemFonte única

Em 24 de abril de 2020, Sergio Moro anunciou a saída do Ministério da Justiça em pronunciamento de cerca de 40 minutos, atribuindo-a à insistência do presidente em trocar o comando da Polícia Federal; Bolsonaro respondeu no mesmo dia, em fala de 46 minutos.

ReportagemVárias fontes independentes

Cabral foi preso pela PF em 17/11/2016 na Operação Calicute (37ª fase da Lava Jato), tornou-se réu em 06/12/2016 e foi transferido para Curitiba em 10/12/2016.

ReportagemFonte única

Segundo o verbete, Cabral fez acordo de colaboração com a PF em dezembro de 2019, homologado por Edson Fachin em 06/02/2020; em maio de 2021 o STF anulou o acordo (7 votos a 4).

ReportagemFonte única

Duque foi preso em novembro de 2014 (Teori Zavascki revogou a prisão em 02/12/2014), de novo em março de 2015 (10ª fase) e, após ordem de 18/07/2024 da Justiça Federal em Curitiba, foi preso pela PF em 17/08/2024 em Volta Redonda (RJ), depois de ser considerado foragido desde julho de 2024.

ReportagemFonte única

Vaccari foi preso pela PF em 15/04/2015 (12ª fase da Lava Jato) e ficou no Complexo Médico Penal (Pinhais-PR) até setembro de 2019, quando passou ao semiaberto com tornozeleira.

ReportagemFonte única

Palocci foi preso pela PF em 26/09/2016 (Operação Omertà, 35ª fase), tornou-se réu em novembro de 2016 e foi condenado por Moro em 26/06/2017 (12 anos, segundo o verbete); em 29/11/2018 passou ao semiaberto domiciliar com base no acordo de colaboração.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Palocci assinou acordo de colaboração com a PF em abril de 2018, que o TRF4 homologou em junho de 2018; uma proposta feita ao MPF em 2017 não avançou.

ReportagemFonte única

Em 15/07/2025 Dias Toffoli anulou todos os atos da Lava Jato contra Youssef, incluindo decisões de Moro, citando 'conluio' entre PF, MPF e Moro; afirmou que a decisão não invalida o acordo de delação. A defesa de Youssef sustenta que uma gravação clandestina em cela da PF em 2014, que teria durado 11 dias, foi usada para pressioná-lo a fechar a delação.

Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

Costa foi preso pela PF em março de 2014 (dia não confirmado); começou a depor à PF em 05/09/2014 e firmou colaboração; foi condenado a 12 anos em regime fechado por lavagem com Youssef e executivos da Camargo Corrêa (reportagem de 20/07/2015), cumprindo inicialmente em domiciliar e, desde outubro de 2016, em semiaberto; em fevereiro de 2017 o MPF pediu a Moro a suspensão de seus benefícios sob o argumento de que mentira na colaboração.

ReportagemFonte única

Igor Romário de Paula é delegado da PF, chefe regional do combate ao crime organizado no Paraná e coordenador da Lava Jato na PF em Curitiba desde 2014, segundo o verbete; em 2017 recebeu representação ética de deputados do PT, encaminhada à Comissão de Ética do Ministério da Justiça (desfecho não informado).

ReportagemFonte única

Erika Marena é delegada da PF; segundo o verbete, atuou cerca de quatro anos na Lava Jato (sem datas), foi designada em dezembro de 2017 superintendente da PF em Sergipe, foi escolhida por Moro no fim de 2018 para chefiar o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (Ministério da Justiça) e foi exonerada do posto em junho de 2020 por André Mendonça; o verbete atribui a ela o batismo da operação (Lava Jato article: 17/03/2014).

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Segundo o verbete da Operação Lava Jato: a PF deflagrou a operação em 17/03/2014; em dezembro de 2016 houve o acordo de leniência da Odebrecht; Moro deixou a operação em 19/11/2018 e Gabriela Hardt assumiu a vara; o verbete indica fim da operação em 01/02/2021; em setembro de 2023 Toffoli anulou as provas obtidas pelo acordo de leniência da Odebrecht.

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A PF é polícia federal subordinada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, fundada em 28/03/1944; faz policiamento de fronteira e investiga crimes contra interesses da União.

ReportagemFonte única