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Biblioteca documental · Reportagem

Moro relaciona troca na PF do RJ a pedido de Queiroz para acesso à investigação

Emissor
Congresso em Foco
Data
23 de junho de 2020
Tipo
Reportagem
Acesso
íntegra examinada · consultado em 24/10/2026
Original
www.congressoemfoco.com.br/noticia/17388/moro-relaciona-troca-na-pf-do-rj-a-pedi

Declarações registradas nesta fonte

O que extraímos deste documento (3)

Em 16/08/2019 Bolsonaro disse que colocaria o superintendente da PF no Amazonas, Alexandre Saraiva, no comando da PF no Rio; a exoneração do superintendente Ricardo Saadi saiu no Diário Oficial em 30/08/2019, e a PF anunciou como novo superintendente o delegado Carlos Henrique Oliveira Souza, enquanto Bolsonaro defendia o nome de Alexandre Saraiva.

ReportagemVárias fontes independentes

Reportagem · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026

Limitações: O nome do substituto efetivo foi lido em reportagem do Poder360 (delegado Carlos Henrique Oliveira Souza, anunciado pela PF); o DOU não foi consultado.

Segundo trecho do depoimento de Saadi descrito em reportagem, Valeixo telefonou em 15/08/2019 dizendo que adiantaria a troca da superintendência do Rio e queria removê-lo para Brasília, sem revelar razões; minutos depois ele recebeu o link da fala de Bolsonaro à imprensa.

Documento descrito em reportagemFonte única

Reportagem · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026

Limitações: Depoimento descrito, não examinado.

A defesa de Moro afirmou, em petição anexada ao inquérito pela delegada Christiane Correa Machado, que a primeira vontade de Bolsonaro de trocar o superintendente do Rio ocorreu em agosto de 2019, o mesmo mês em que a defesa de Fabrício Queiroz pediu vista de um inquérito sigiloso da PF do Rio que citaria Queiroz e, indiretamente, Flávio Bolsonaro.

AcusaçãoAlegação

Reportagem · íntegra examinada · consultada em 24/10/2026

Limitações: É a defesa de Moro quem estabelece a coincidência de datas; o documento não foi examinado e a reportagem não identifica qual inquérito sigiloso da PF do Rio era. A investigação da 'rachadinha' no gabinete de Flávio na Alerj é conduzida pelo Ministério Público do Rio, e a reportagem não demonstra que seja o mesmo procedimento. Bolsonaro, em depoimento de 2021, deu outra razão (fonte).