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Pessoas · Políticos

Sérgio Cabral, governador eleito do Rio de Janeiro (outubro de 2006)
Foto: Wilson Dias/ABr · CC BY 3.0 br

Sérgio Cabral

Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho

Governador do RJ (2007 a 03/04/2014), senador (2003–2006). Preso em 17/11/2016 (Calicute). Mais de 20 condenações criminais segundo o verbete (somatórios divergentes, não somados aqui), a primeira de Moro em 13/06/2017 (14 anos e 2 meses; TRF4 em 30/05/2018). Colaboração com a PF anulada pelo STF em maio de 2021 (segundo o verbete); em dezembro de 2022 a 2ª Turma revogou a última preventiva (3x2) e ele foi para domiciliar. Em 06/10/2025, ação civil de improbidade (não criminal): R$ 2,5 bi e 10 anos sem direitos políticos, cabe recurso. Status de cada condenação em 2026: não localizado.

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Cargos e papéis

  • Governador do Rio de Janeiro (2007-01-01–2014-04-03)
    Fontes (1)

    Sérgio Cabral foi deputado estadual (RJ) de 1991 a 2003 (presidente da Alerj de 1995 a 2003), senador de 01/02/2003 a 15/12/2006 e governador do RJ de 01/01/2007 a 03/04/2014 (renunciou).

    ReportagemFonte única
  • Senador pelo RJ (2003-02-01–2006-12-15)
    Fontes (1)

    Sérgio Cabral foi deputado estadual (RJ) de 1991 a 2003 (presidente da Alerj de 1995 a 2003), senador de 01/02/2003 a 15/12/2006 e governador do RJ de 01/01/2007 a 03/04/2014 (renunciou).

    ReportagemFonte única

Filiações partidárias

Processos

  • Ação penal Comperj (Sérgio Cabral) — réu · situação em 24/10/2026: Situação posterior a 2018 não localizada em 24/10/2026. Os demais processos (Calicute, Mascate etc.) tramitam ou tramitaram no Rio; a soma de penas do verbete diverge e não é usada.
  • Revogação da última prisão preventiva de Cabral (STF) — preso · situação em 24/10/2026: Segundo a infobox do verbete, domiciliar; data de atualização não informada. Atualização: não localizada em 24/10/2026.

Vínculos documentados

  • Sergio Moro condenou Sérgio Cabral: Primeira condenação de Cabral na Lava Jato, em 13/06/2017 (14 anos e 2 meses, caso Comperj), confirmada pelo TRF4 em 30/05/2018.
    Fontes (1)

    O verbete lista condenações de Cabral: 14 anos e 2 meses (13/06/2017, Moro, Comperj; confirmada pelo TRF4 em 30/05/2018); 45 anos e 2 meses (20/09/2017, Marcelo Bretas, Calicute); 13 anos (20/10/2017, Mascate); e outras, até 17 anos, 7 meses e 9 dias (31/05/2022, propina da Odebrecht). A infobox cita 425 anos e 20 dias em 23 condenações; o corpo do texto fala em mais de 435 anos em 24 condenações.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • TRF4 julgou Sérgio Cabral: TRF4 confirmou em 30/05/2018 a primeira condenação de Cabral na Lava Jato (Comperj).
    Fontes (1)

    O verbete lista condenações de Cabral: 14 anos e 2 meses (13/06/2017, Moro, Comperj; confirmada pelo TRF4 em 30/05/2018); 45 anos e 2 meses (20/09/2017, Marcelo Bretas, Calicute); 13 anos (20/10/2017, Mascate); e outras, até 17 anos, 7 meses e 9 dias (31/05/2022, propina da Odebrecht). A infobox cita 425 anos e 20 dias em 23 condenações; o corpo do texto fala em mais de 435 anos em 24 condenações.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • Edson Fachin relação com Sérgio Cabral: Homologou em 06/02/2020 o acordo de colaboração de Cabral com a PF; o verbete de Cabral informa que o STF o anulou em maio de 2021 (7 a 4).
    Fontes (2)

    Segundo o verbete, Cabral fez acordo de colaboração com a PF em dezembro de 2019, homologado por Edson Fachin em 06/02/2020; em maio de 2021 o STF anulou o acordo (7 votos a 4).

    ReportagemFonte única

    Segundo o verbete, Fachin homologou a delação de João Santana e Mônica Moura e retirou o sigilo das delações da Odebrecht (abril de 2017) e homologou a delação de Sérgio Cabral (06/02/2020).

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • STF relação com Sérgio Cabral: Em dezembro de 2022 a 2ª Turma do STF (3x2) revogou a última prisão preventiva de Cabral e enviou o caso à Justiça Federal do Rio.
    Fontes (1)

    Em dezembro de 2022 a 2ª Turma do STF, por 3 votos a 2, revogou a prisão preventiva de Cabral e enviou o caso à Justiça Federal do Rio; ele passou à prisão domiciliar com tornozeleira. Em janeiro de 2023 a Justiça do Paraná trocou a domiciliar por recolhimento noturno.

    ReportagemFonte única
  • Sérgio Cabral firmou acordo com PF: Acordo de colaboração com a PF (dezembro de 2019), homologado por Fachin em 06/02/2020 e, segundo o verbete, anulado pelo STF em maio de 2021.
    Fontes (1)

    Segundo o verbete, Cabral fez acordo de colaboração com a PF em dezembro de 2019, homologado por Edson Fachin em 06/02/2020; em maio de 2021 o STF anulou o acordo (7 votos a 4).

    ReportagemFonte única
  • Sérgio Cabral filiou-se a Movimento Democrático Brasileiro (MDB, ex-PMDB): Filiado ao PMDB/MDB de 1999 a 2019 (e de 1980 a 1988).
    Fontes (1)

    Filiações segundo o verbete: PMDB (1980–1988), PSDB (1988–1999), PMDB (1999–2017), MDB (2017–2019), sem partido (2019–presente).

    ReportagemFonte única

Ver no mapa

Evidências que mencionam Sérgio Cabral

Sérgio Cabral foi deputado estadual (RJ) de 1991 a 2003 (presidente da Alerj de 1995 a 2003), senador de 01/02/2003 a 15/12/2006 e governador do RJ de 01/01/2007 a 03/04/2014 (renunciou).

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Filiações segundo o verbete: PMDB (1980–1988), PSDB (1988–1999), PMDB (1999–2017), MDB (2017–2019), sem partido (2019–presente).

ReportagemFonte única

Cabral foi preso pela PF em 17/11/2016 na Operação Calicute (37ª fase da Lava Jato), tornou-se réu em 06/12/2016 e foi transferido para Curitiba em 10/12/2016.

ReportagemFonte única

O verbete lista condenações de Cabral: 14 anos e 2 meses (13/06/2017, Moro, Comperj; confirmada pelo TRF4 em 30/05/2018); 45 anos e 2 meses (20/09/2017, Marcelo Bretas, Calicute); 13 anos (20/10/2017, Mascate); e outras, até 17 anos, 7 meses e 9 dias (31/05/2022, propina da Odebrecht). A infobox cita 425 anos e 20 dias em 23 condenações; o corpo do texto fala em mais de 435 anos em 24 condenações.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Segundo o verbete, Cabral fez acordo de colaboração com a PF em dezembro de 2019, homologado por Edson Fachin em 06/02/2020; em maio de 2021 o STF anulou o acordo (7 votos a 4).

ReportagemFonte única

Em dezembro de 2022 a 2ª Turma do STF, por 3 votos a 2, revogou a prisão preventiva de Cabral e enviou o caso à Justiça Federal do Rio; ele passou à prisão domiciliar com tornozeleira. Em janeiro de 2023 a Justiça do Paraná trocou a domiciliar por recolhimento noturno.

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Em 06/10/2025 a 15ª Vara de Fazenda Pública do Rio, em ação civil pública (não criminal), condenou Cabral a pagar mais de R$ 2,5 bilhões e suspendeu seus direitos políticos por 10 anos; cabe recurso.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Segundo o verbete, Fachin homologou a delação de João Santana e Mônica Moura e retirou o sigilo das delações da Odebrecht (abril de 2017) e homologou a delação de Sérgio Cabral (06/02/2020).

Decisão judicial ou administrativaFonte única