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Pessoas · Políticos

Antonio Palocci, então ministro da Fazenda (2004); foto do FMI
Foto: the International Monetary Fund · Public domain

Antonio Palocci

Antonio Palocci Filho

Ex-ministro da Fazenda (2003–2006) e da Casa Civil (2011); firmou acordo de colaboração com a Polícia Federal.

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Cargos e papéis

  • Ministro da Fazenda (2003-01-01–2006-03-27)
    Fontes (1)

    Palocci foi vereador em Ribeirão Preto (1988–1989), deputado estadual (SP, 1990–1992), prefeito de Ribeirão Preto (1993–1996 e 2001–2002), deputado federal (SP, 1999–2000), ministro da Fazenda de 01/01/2003 a 27/03/2006 e ministro-chefe da Casa Civil de 01/01 a 07/06/2011.

    ReportagemFonte única
  • Ministro-chefe da Casa Civil (2011-01-01–2011-06-07)
    Fontes (1)

    Palocci foi vereador em Ribeirão Preto (1988–1989), deputado estadual (SP, 1990–1992), prefeito de Ribeirão Preto (1993–1996 e 2001–2002), deputado federal (SP, 1999–2000), ministro da Fazenda de 01/01/2003 a 27/03/2006 e ministro-chefe da Casa Civil de 01/01 a 07/06/2011.

    ReportagemFonte única
  • Prefeito de Ribeirão Preto (2001–2002)
    Fontes (1)

    Palocci foi vereador em Ribeirão Preto (1988–1989), deputado estadual (SP, 1990–1992), prefeito de Ribeirão Preto (1993–1996 e 2001–2002), deputado federal (SP, 1999–2000), ministro da Fazenda de 01/01/2003 a 27/03/2006 e ministro-chefe da Casa Civil de 01/01 a 07/06/2011.

    ReportagemFonte única

Filiações partidárias

Processos

Episódios

Vínculos documentados

  • Sergio Moro condenou Antonio Palocci: Condenação de Palocci por Moro em 26/06/2017 (12 anos, segundo o verbete); anulada por Toffoli em 19/02/2025 (recurso da PGR de 10/03/2025 pendente na data da fonte).
    Fontes (2)

    Palocci foi preso pela PF em 26/09/2016 (Operação Omertà, 35ª fase), tornou-se réu em novembro de 2016 e foi condenado por Moro em 26/06/2017 (12 anos, segundo o verbete); em 29/11/2018 passou ao semiaberto domiciliar com base no acordo de colaboração.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única

    Em 19/02/2025 o ministro Dias Toffoli anulou todos os processos contra Palocci, citando precedentes sobre a parcialidade de Moro; em 10/03/2025 a PGR (Paulo Gonet) recorreu.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • TRF4 relação com Antonio Palocci: O TRF4 homologou, em junho de 2018, o acordo de colaboração de Palocci com a PF.
    Fontes (1)

    Palocci assinou acordo de colaboração com a PF em abril de 2018, que o TRF4 homologou em junho de 2018; uma proposta feita ao MPF em 2017 não avançou.

    ReportagemFonte única
  • Dias Toffoli anulou decisão de Antonio Palocci: Em 19/02/2025 anulou todos os processos da Lava Jato contra Palocci, citando precedentes sobre a parcialidade de Moro; a PGR recorreu em 10/03/2025.
    Fontes (1)

    Em 19/02/2025 o ministro Dias Toffoli anulou todos os processos contra Palocci, citando precedentes sobre a parcialidade de Moro; em 10/03/2025 a PGR (Paulo Gonet) recorreu.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  • Antonio Palocci firmou acordo com PF: Acordo de colaboração premiada com a PF assinado em abril de 2018 e homologado pelo TRF4 em junho de 2018. Registro de fato do acordo; o que Palocci declarou não é tratado como provado.
    Fontes (1)

    Palocci assinou acordo de colaboração com a PF em abril de 2018, que o TRF4 homologou em junho de 2018; uma proposta feita ao MPF em 2017 não avançou.

    ReportagemFonte única
  • Antonio Palocci filiou-se a Partido dos Trabalhadores: Filiado ao PT de 1980 a 26/09/2017 (pediu desfiliação por carta, aceita no mesmo dia).
    Fontes (1)

    Palocci foi filiado ao PT de 1980 a 2017; pediu desfiliação por carta em 26/09/2017, aceita no mesmo dia.

    ReportagemFonte única
  • Antonio Palocci foi subordinado a Lula: Ministro da Fazenda no governo Lula de 01/01/2003 a 27/03/2006 (vínculo hierárquico de cargo; não implica ato ilícito).
    Fontes (2)

    Palocci foi vereador em Ribeirão Preto (1988–1989), deputado estadual (SP, 1990–1992), prefeito de Ribeirão Preto (1993–1996 e 2001–2002), deputado federal (SP, 1999–2000), ministro da Fazenda de 01/01/2003 a 27/03/2006 e ministro-chefe da Casa Civil de 01/01 a 07/06/2011.

    ReportagemFonte única

    Segundo o verbete, Lula foi presidente da República de 01/01/2003 a 01/01/2011, ministro-chefe da Casa Civil de 17 a 18/03/2016 (governo Dilma Rousseff) e é presidente desde 01/01/2023; foi deputado federal por SP em 1987–1991 e é filiado ao PT desde 1980.

    ReportagemFonte única

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Evidências que mencionam Antonio Palocci

Gilmar Mendes estendeu a suspeição de Moro às ações penais do sítio de Atibaia e dos imóveis do Instituto Lula, por identidade fático-jurídica, isonomia e segurança jurídica (art. 580 do CPP), mencionando entre os fatos comuns a condução coercitiva, as interceptações e o levantamento do sigilo da delação de Antonio Palocci na campanha de 2018.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Em 01/10/2018, seis dias antes do primeiro turno, Moro levantou o sigilo do Termo de Colaboração 1 de Antonio Palocci, juntado a ação penal da Lava Jato em que Lula era réu (apartamento em São Bernardo do Campo e terreno do Instituto Lula).

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Na decisão que estendeu a suspeição a Atibaia e Instituto Lula, Gilmar Mendes incluiu o levantamento do sigilo da delação de Antonio Palocci durante a campanha de 2018 entre os atos que apontou como parte de um 'cenário' de atuações parciais de Moro.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Palocci foi vereador em Ribeirão Preto (1988–1989), deputado estadual (SP, 1990–1992), prefeito de Ribeirão Preto (1993–1996 e 2001–2002), deputado federal (SP, 1999–2000), ministro da Fazenda de 01/01/2003 a 27/03/2006 e ministro-chefe da Casa Civil de 01/01 a 07/06/2011.

ReportagemFonte única

Palocci foi filiado ao PT de 1980 a 2017; pediu desfiliação por carta em 26/09/2017, aceita no mesmo dia.

ReportagemFonte única

Palocci foi preso pela PF em 26/09/2016 (Operação Omertà, 35ª fase), tornou-se réu em novembro de 2016 e foi condenado por Moro em 26/06/2017 (12 anos, segundo o verbete); em 29/11/2018 passou ao semiaberto domiciliar com base no acordo de colaboração.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Palocci assinou acordo de colaboração com a PF em abril de 2018, que o TRF4 homologou em junho de 2018; uma proposta feita ao MPF em 2017 não avançou.

ReportagemFonte única

Em 19/02/2025 o ministro Dias Toffoli anulou todos os processos contra Palocci, citando precedentes sobre a parcialidade de Moro; em 10/03/2025 a PGR (Paulo Gonet) recorreu.

Decisão judicial ou administrativaFonte única