Pessoas · Dirigentes da Petrobras

Pedro Barusco
Pedro José Barusco Filho
Ex-gerente executivo da área de Serviços da Petrobras. Segundo reportagem, condenado em 21/09/2015 em primeira instância (criminal) a 18 anos e 4 meses, com pena modulada por delação premiada.
Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.
Cargos e papéis
- Gerente executivo da área de Serviços da Petrobras · Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras
Fontes (1)
A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.
Documento oficialComprovado em documentoFonte: Petrobras — Form 20-F do exercício de 2014 (demonstrações auditadas, nota 3 sobre a Lava Jato) — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 15/05/2015 · Nota 3 das demonstrações — The Lava Jato Operation · abrir original ↗
- Gerente executivo de Engenharia da Petrobras · Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras
Fontes (1)
Pedro Barusco foi gerente executivo de Engenharia da Petrobras, ligado ao diretor Renato Duque; em maio de 2015 Janot entregou à Petrobras R$ 157 milhões desviados por ele (R$ 182 milhões recuperados no total segundo o verbete); em setembro de 2015 foi condenado a 18 anos e 4 meses em regime aberto diferenciado, com tornozeleira.
ReportagemFonte únicaFonte: Pedro Barusco (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Processos
- Ação penal da Lava Jato contra Pedro Barusco — réu/colaborador · situação em 24/10/2026: Situação atual: não localizada em 24/10/2026.
Vínculos documentados
- Pedro Barusco trabalhou para Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras: Gerente executivo da área de Serviços da Petrobras segundo o 20-F de 2014.
Fontes (1)
A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.
Documento oficialComprovado em documentoFonte: Petrobras — Form 20-F do exercício de 2014 (demonstrações auditadas, nota 3 sobre a Lava Jato) — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 15/05/2015 · Nota 3 das demonstrações — The Lava Jato Operation · abrir original ↗
- Pedro Barusco trabalhou para Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras: Gerente executivo de Engenharia da Petrobras, ligado à Diretoria de Serviços.
Fontes (1)
Pedro Barusco foi gerente executivo de Engenharia da Petrobras, ligado ao diretor Renato Duque; em maio de 2015 Janot entregou à Petrobras R$ 157 milhões desviados por ele (R$ 182 milhões recuperados no total segundo o verbete); em setembro de 2015 foi condenado a 18 anos e 4 meses em regime aberto diferenciado, com tornozeleira.
ReportagemFonte únicaFonte: Pedro Barusco (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
- Pedro Barusco foi subordinado a Renato Duque: Barusco era ligado, na estrutura da Petrobras, ao diretor de Serviços, Renato Duque (relação hierárquica; sem datas na fonte).
Fontes (1)
Pedro Barusco foi gerente executivo de Engenharia da Petrobras, ligado ao diretor Renato Duque; em maio de 2015 Janot entregou à Petrobras R$ 157 milhões desviados por ele (R$ 182 milhões recuperados no total segundo o verbete); em setembro de 2015 foi condenado a 18 anos e 4 meses em regime aberto diferenciado, com tornozeleira.
ReportagemFonte únicaFonte: Pedro Barusco (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗
Evidências que mencionam Pedro Barusco
A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.
Fonte: Petrobras — Form 20-F do exercício de 2014 (demonstrações auditadas, nota 3 sobre a Lava Jato) — Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras (SEC), 15/05/2015 · Nota 3 das demonstrações — The Lava Jato Operation · abrir original ↗
Segundo o Congresso em Foco, em sentença de 21/09/2015 o juiz Sergio Moro condenou Renato Duque a 20 anos e 8 meses por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa, e Pedro Barusco a 18 anos e 4 meses (com delação premiada); a sentença apontou ao menos R$ 36.346.200, US$ 956.045 e € 765.802 em propinas ligadas à Diretoria de Serviços.
Fonte: Lava Jato: Moro condena Duque a 28 anos de prisão; Vaccari pega 15 (título da página; o texto informa 20 anos e 8 meses para Duque) — Congresso em Foco, 21/09/2015 · texto da reportagem · abrir original ↗
Pedro Barusco foi gerente executivo de Engenharia da Petrobras, ligado ao diretor Renato Duque; em maio de 2015 Janot entregou à Petrobras R$ 157 milhões desviados por ele (R$ 182 milhões recuperados no total segundo o verbete); em setembro de 2015 foi condenado a 18 anos e 4 meses em regime aberto diferenciado, com tornozeleira.
Fonte: Pedro Barusco (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · texto e referências · abrir original ↗

