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Pessoas · Magistrados

Alexandre de Moraes, ministro do STF, em cerimônia de posse como presidente do TSE (agosto de 2022)
Foto: Isac Nóbrega · CC BY 2.0

Alexandre de Moraes

Ministro do STF. Suspendeu a nomeação de Ramagem (29/4/2020); relator do Inq 4831 depois de Celso de Mello; reabriu o inquérito em 16/10/2025. Presidiu o TSE no julgamento que manteve o mandato de Moro em 2024.

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Cargos e papéis

  • Relator do Inq 4831 (STF) (2020–)
    Fontes (2)

    Em 20/07/2021 Alexandre de Moraes prorrogou por 90 dias o Inq 4831; o Plenário deveria retomar em 29/9 o recurso contra a decisão que negou a Bolsonaro depor por escrito.

    Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

    Em 16/10/2025 o STF informou que Moraes atendeu pedido da PGR e reabriu as investigações do Inq 4831; a PGR, que em setembro de 2022 pedira arquivamento, disse em 15/10/2025 que os autos indicam necessidade de diligências complementares.

    Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento
  • Presidente do TSE (julgamento de 21/5/2024) (2024–2024)
    Fontes (1)

    Em 21/5/2024 o TSE rejeitou, por unanimidade, os recursos de PL e PT contra a decisão do TRE-PR, mantendo o mandato de Moro; o relator, Floriano de Azevedo Marques, considerou irregulares gastos de R$ 777 mil, mas sem prova convincente de desvio de recursos partidários ou de candidatura simulada.

    Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

Processos

Episódios

Declarações (1)

Em tese, apresenta-se viável a ocorrência de desvio de finalidade do ato presidencial de nomeação do Diretor da Polícia Federal, em inobservância aos princípios constitucionais da impessoalidade, da moralidade e do interesse público

Alexandre de Moraes · 29 de abril de 2020 · Despacho · Decisão liminar no MS 37.097, reproduzida pelo Consultor Jurídico

Contexto, original e fontes →

Vínculos documentados

  • Alexandre de Moraes julgou Alexandre Ramagem: Suspendeu, em liminar de 29/4/2020, o decreto de nomeação de Ramagem para a PF (decisão provisória no MS 37.097).
    Fontes (1)

    Em 29/04/2020, no MS 37.097 (PDT), o ministro Alexandre de Moraes suspendeu o decreto que nomeava Alexandre Ramagem diretor-geral da PF, apontando viabilidade, 'em tese', de desvio de finalidade, e citou as declarações públicas de Moro e o inquérito aberto (a menção expressa às mensagens divulgadas não foi confirmada; texto da decisão não aberto).

    Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

Ver no mapa

Evidências que mencionam Alexandre de Moraes

Em 29/04/2020, no MS 37.097 (PDT), o ministro Alexandre de Moraes suspendeu o decreto que nomeava Alexandre Ramagem diretor-geral da PF, apontando viabilidade, 'em tese', de desvio de finalidade, e citou as declarações públicas de Moro e o inquérito aberto (a menção expressa às mensagens divulgadas não foi confirmada; texto da decisão não aberto).

Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

O Jornal Nacional exibiu captura de tela, mostrada por Moro, de conversa de 22/04/2020 em que Bolsonaro enviou um link do site O Antagonista (PF 'na cola' de deputados aliados) e escreveu 'mais um motivo para a troca'; Moro respondeu que o inquérito era conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, no STF.

Mensagem divulgadaVárias fontes independentes

Em 20/07/2021 Alexandre de Moraes prorrogou por 90 dias o Inq 4831; o Plenário deveria retomar em 29/9 o recurso contra a decisão que negou a Bolsonaro depor por escrito.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Em 17/05/2024 Moraes pediu ao PGR Paulo Gonet que avaliasse ratificar o pedido de arquivamento do inquérito.

ReportagemFonte única

Em 16/10/2025 o STF informou que Moraes atendeu pedido da PGR e reabriu as investigações do Inq 4831; a PGR, que em setembro de 2022 pedira arquivamento, disse em 15/10/2025 que os autos indicam necessidade de diligências complementares.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Segundo a Gazeta do Povo (12/04/2026), a PF entregou a Moraes em 2/4/2026 novo relatório que, segundo a matéria, analisou os Inq 4781 (fake news) e 4828 (atos antidemocráticos) e conclui, pela segunda vez, que Bolsonaro não interferiu em investigações que atingiam familiares e aliados; Moraes manteve o inquérito aberto e enviou o relatório a Gonet.

Documento descrito em reportagemFonte única

Alexandre de Moraes acompanhou o relator quanto à incompetência, mas divergiu quanto ao destino dos processos: defendeu a Justiça Federal de São Paulo, pelo local da consumação do crime (art. 70 do CPP).

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Em 15/03/2019, na ADPF 568 (ajuizada pela PGR; relacionadas ADPF 569, de PT e PDT, e Rcl 33.667, da Câmara), Alexandre de Moraes suspendeu os efeitos do Acordo de Assunção de Obrigações entre a Petrobras e procuradores do MPF-PR e da decisão da 13ª Vara que o homologou, e bloqueou os valores depositados (US$ 682,5 milhões repassados pela Petrobras a 'autoridades brasileiras' em acordo com o DOJ), por risco de desvio de dinheiro público e dúvida sobre a criação de fundação privada para geri-los.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Em 17/09/2019 Moraes homologou o acordo firmado em 05/09/2019 entre PGR, Câmara e União sobre a destinação de cerca de R$ 2,6 bilhões da Petrobras (R$ 1,6 bilhão para educação e cerca de R$ 1 bilhão para meio ambiente/Amazônia Legal), com transferência dos valores à conta única do Tesouro Nacional; afastou as nulidades do acordo anterior (partes sem legitimidade; o pagamento cabia ao Tesouro; destinação definida por lei orçamentária).

Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

O Migalhas informa R$ 1,6 bilhão para educação e R$ 1,06 bilhão para a Amazônia Legal, extinção da ADPF 568 e da Rcl 33.667 e a declaração de nulidade do acordo que criava a 'Fundação Lava Jato'.

ReportagemFonte única

Em nota de 15/01/2021 o gabinete de Moraes afirmou que a decisão final na ADPF 568 foi proferida em 17/09/2019, com extinção do processo com resolução de mérito, e transitou em julgado em 11/10/2019, e que os valores foram destinados à educação, ao meio ambiente e, em 2020, parcialmente ao combate à Covid-19.

Dado oficialComprovado em documento

Em março de 2020 Moraes homologou pedido do PGR Augusto Aras e destinou R$ 1,6 bilhão do valor da Petrobras (retirado de ações de educação ainda não executadas) ao Ministério da Saúde para combate à Covid-19.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento