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Processos

ADPF 568 (STF) — destinação dos recursos do acordo da Petrobras

Órgão
STF
Número
ADPF 568
Objeto
Acordo entre a Petrobras e o MPF-PR sobre valores pagos nos EUA; criação de fundação privada.
Situação em 24 de outubro de 2026: Extinta com resolução de mérito em 17/09/2019; trânsito em julgado em 11/10/2019 (nota do gabinete).
Fontes (1)

Em nota de 15/01/2021 o gabinete de Moraes afirmou que a decisão final na ADPF 568 foi proferida em 17/09/2019, com extinção do processo com resolução de mérito, e transitou em julgado em 11/10/2019, e que os valores foram destinados à educação, ao meio ambiente e, em 2020, parcialmente ao combate à Covid-19.

Dado oficialComprovado em documento

Partes e papéis

Andamentos

  1. Liminar suspende o acordo.

    Fontes (1)

    Em 15/03/2019, na ADPF 568 (ajuizada pela PGR; relacionadas ADPF 569, de PT e PDT, e Rcl 33.667, da Câmara), Alexandre de Moraes suspendeu os efeitos do Acordo de Assunção de Obrigações entre a Petrobras e procuradores do MPF-PR e da decisão da 13ª Vara que o homologou, e bloqueou os valores depositados (US$ 682,5 milhões repassados pela Petrobras a 'autoridades brasileiras' em acordo com o DOJ), por risco de desvio de dinheiro público e dúvida sobre a criação de fundação privada para geri-los.

    Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento
  2. Homologação de novo acordo.

    Fontes (1)

    Em 17/09/2019 Moraes homologou o acordo firmado em 05/09/2019 entre PGR, Câmara e União sobre a destinação de cerca de R$ 2,6 bilhões da Petrobras (R$ 1,6 bilhão para educação e cerca de R$ 1 bilhão para meio ambiente/Amazônia Legal), com transferência dos valores à conta única do Tesouro Nacional; afastou as nulidades do acordo anterior (partes sem legitimidade; o pagamento cabia ao Tesouro; destinação definida por lei orçamentária).

    Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes
  3. R$ 1,6 bi à Saúde (noticiado em 22/03/2020; data da decisão não informada).

    Fontes (1)

    Em março de 2020 Moraes homologou pedido do PGR Augusto Aras e destinou R$ 1,6 bilhão do valor da Petrobras (retirado de ações de educação ainda não executadas) ao Ministério da Saúde para combate à Covid-19.

    Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento