Pessoas · Magistrados
Gabriela Hardt
Juíza federal que atuou como substituta na 13ª Vara Federal de Curitiba.
Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.
Cargos e papéis
- Juíza federal (2009-01-26–)
Fontes (1)
Gabriela Hardt é juíza federal desde 26/01/2009, foi juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba de 2014 a novembro de 2018 e respondeu pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019 (TRF4 a designou); em 19/11/2018 proferiu sua primeira sentença na Lava Jato (Renato Duque) e em 06/02/2019 condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia.
ReportagemFonte únicaFonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e Decisões · abrir original ↗
- Juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba · 13ª Vara Federal de Curitiba (2014–2018-11)
Fontes (1)
Gabriela Hardt é juíza federal desde 26/01/2009, foi juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba de 2014 a novembro de 2018 e respondeu pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019 (TRF4 a designou); em 19/11/2018 proferiu sua primeira sentença na Lava Jato (Renato Duque) e em 06/02/2019 condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia.
ReportagemFonte únicaFonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e Decisões · abrir original ↗
- Responsável pela 13ª Vara Federal de Curitiba (designada pelo TRF4) · 13ª Vara Federal de Curitiba (2018-11-19–2019-04-30)
Fontes (1)
Gabriela Hardt é juíza federal desde 26/01/2009, foi juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba de 2014 a novembro de 2018 e respondeu pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019 (TRF4 a designou); em 19/11/2018 proferiu sua primeira sentença na Lava Jato (Renato Duque) e em 06/02/2019 condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia.
ReportagemFonte únicaFonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e Decisões · abrir original ↗
Processos
- Ação penal do sítio de Atibaia (Lula) — juíza · situação em 24/10/2026: Condenação anulada em 2021 e denúncia rejeitada em 21/08/2021.
- Ações penais da Lava Jato contra Renato Duque — juíza · situação em 24/10/2026: Última condenação registrada: 22/04/2025. Custódia e recursos depois dessa data: não localizados em 24/10/2026. O verbete não registra anulação.
Episódios
Vínculos documentados
- Gabriela Hardt relação com Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras: Hardt homologou em 2019, como substituta na 13ª Vara, o acordo entre Petrobras e MPF-PR; o CNJ a puniu com disponibilidade de dois anos em 04/08/2026.
Fontes (1)
Em 04/08/2026 o plenário do CNJ aplicou a Gabriela Hardt, por maioria, pena de disponibilidade por dois anos (vencimentos proporcionais, segundo a Agência Brasil; a juíza continua recebendo salário, segundo o Congresso em Foco) em PAD relatado por Rodrigo Badaró, por ter homologado em 2019, como substituta na 13ª Vara, acordo entre Petrobras e MPF que destinava R$ 2 bilhões (segundo a Agência Brasil) ou R$ 2,5 bilhões (segundo o Congresso em Foco) a fundação privada gerida por procuradores; o relator apontou 'captura institucional', sem corrupção ou enriquecimento; a reportagem registra homologação em menos de 48 horas sem ouvir a União. O valor do acordo com o DOJ foi de US$ 682,5 milhões, segundo o STF.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: CNJ afasta ex-juíza da Lava Jato por dois anos — Agência Brasil, 04/08/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
- Gabriela Hardt condenou Renato Duque: Primeira sentença de Hardt na Lava Jato, em 19/11/2018, contra Renato Duque (3 anos e 4 meses segundo o verbete de Hardt; 6 anos e 8 meses segundo o de Duque).
Fontes (2)
Gabriela Hardt é juíza federal desde 26/01/2009, foi juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba de 2014 a novembro de 2018 e respondeu pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019 (TRF4 a designou); em 19/11/2018 proferiu sua primeira sentença na Lava Jato (Renato Duque) e em 06/02/2019 condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia.
ReportagemFonte únicaFonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e Decisões · abrir original ↗
O verbete lista condenações de Duque: 20 anos, 3 meses e 10 dias (08/03/2016); 10 anos e 8 meses (agosto de 2017, contratos da Andrade Gutierrez), elevada pelo TRF4 (8ª Turma) a 28 anos, 5 meses e 10 dias em 12 ou 13/09/2018; 6 anos e 8 meses pela juíza Gabriela Hardt (19/11/2018); e 29 anos e 2 meses pela Justiça Federal em Curitiba em 22/04/2025 (fraude de R$ 525 milhões em contratos, Multitek Engenharia).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Renato Duque (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
- Gabriela Hardt condenou Lula: Sentença de 06/02/2019 (12 anos e 11 meses) no caso do sítio de Atibaia; anulada pelo STF em 2021 por incompetência da 13ª Vara.
Fontes (3)
Gabriela Hardt é juíza federal desde 26/01/2009, foi juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba de 2014 a novembro de 2018 e respondeu pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019 (TRF4 a designou); em 19/11/2018 proferiu sua primeira sentença na Lava Jato (Renato Duque) e em 06/02/2019 condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia.
ReportagemFonte únicaFonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e Decisões · abrir original ↗
Em 08/03/2021, no HC 193.726, o ministro Edson Fachin declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para as ações penais de Lula (triplex do Guarujá, sítio de Atibaia e Instituto Lula), anulou as decisões da vara, inclusive as condenações, e determinou o envio dos autos à Justiça Federal do Distrito Federal, por entender que os fatos não tinham relação direta com o esquema da Petrobras.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: Marcado para 14/4 julgamento de recursos da decisão que anulou condenações de Lula — Supremo Tribunal Federal, 25/03/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
O Plenário do STF rejeitou, por 8 votos a 3, o agravo da PGR no HC 193.726 e confirmou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba e a anulação das ações penais do triplex, do sítio de Atibaia e do Instituto Lula; Nunes Marques abriu a divergência, acompanhado por Marco Aurélio e Luiz Fux.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documentoFonte: STF confirma anulação de condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato — Supremo Tribunal Federal, 15/04/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
- Luis Felipe Salomão relação com Gabriela Hardt: Em 15/04/2024, como corregedor nacional de Justiça, afastou Hardt preventivamente; o plenário do CNJ suspendeu o afastamento em 16/04/2024.
Fontes (1)
Em 15/04/2024 o corregedor nacional de Justiça, Luis Felipe Salomão, afastou preliminarmente Hardt e três desembargadores do TRF4; em 16/04/2024 o plenário do CNJ suspendeu o afastamento e ela voltou ao cargo; o verbete indica arquivamento posterior (referência de julho de 2024).
Decisão judicial ou administrativaFonte únicaFonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção CNJ · abrir original ↗
- Gabriela Hardt trabalhou para 13ª Vara Federal de Curitiba: Juíza substituta (2014–2018) e responsável pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019.
Fontes (1)
Gabriela Hardt é juíza federal desde 26/01/2009, foi juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba de 2014 a novembro de 2018 e respondeu pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019 (TRF4 a designou); em 19/11/2018 proferiu sua primeira sentença na Lava Jato (Renato Duque) e em 06/02/2019 condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia.
ReportagemFonte únicaFonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e Decisões · abrir original ↗
Evidências que mencionam Gabriela Hardt
Em 04/08/2026 o plenário do CNJ aplicou a Gabriela Hardt, por maioria, pena de disponibilidade por dois anos (vencimentos proporcionais, segundo a Agência Brasil; a juíza continua recebendo salário, segundo o Congresso em Foco) em PAD relatado por Rodrigo Badaró, por ter homologado em 2019, como substituta na 13ª Vara, acordo entre Petrobras e MPF que destinava R$ 2 bilhões (segundo a Agência Brasil) ou R$ 2,5 bilhões (segundo o Congresso em Foco) a fundação privada gerida por procuradores; o relator apontou 'captura institucional', sem corrupção ou enriquecimento; a reportagem registra homologação em menos de 48 horas sem ouvir a União. O valor do acordo com o DOJ foi de US$ 682,5 milhões, segundo o STF.
Fonte: CNJ afasta ex-juíza da Lava Jato por dois anos — Agência Brasil, 04/08/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
Segundo a reportagem do Congresso em Foco, relatório da Corregedoria Nacional de Justiça registra que Hardt discutiu informalmente por WhatsApp a aprovação do acordo com Sergio Moro e Deltan Dallagnol; os dois negaram as acusações.
Fonte: CNJ afasta por dois anos a juíza Gabriela Hardt, substituta de Moro — Congresso em Foco, 04/08/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
A defesa de Hardt sustentou no CNJ que ela entendeu que o MPF de Curitiba e a Petrobras tinham legitimidade para assinar o acordo e não foi motivada por vieses.
Fonte: CNJ afasta ex-juíza da Lava Jato por dois anos — Agência Brasil, 04/08/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
O verbete lista condenações de Duque: 20 anos, 3 meses e 10 dias (08/03/2016); 10 anos e 8 meses (agosto de 2017, contratos da Andrade Gutierrez), elevada pelo TRF4 (8ª Turma) a 28 anos, 5 meses e 10 dias em 12 ou 13/09/2018; 6 anos e 8 meses pela juíza Gabriela Hardt (19/11/2018); e 29 anos e 2 meses pela Justiça Federal em Curitiba em 22/04/2025 (fraude de R$ 525 milhões em contratos, Multitek Engenharia).
Fonte: Renato Duque (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Condenações · abrir original ↗
Gabriela Hardt é juíza federal desde 26/01/2009, foi juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba de 2014 a novembro de 2018 e respondeu pela vara de 19/11/2018 a 30/04/2019 (TRF4 a designou); em 19/11/2018 proferiu sua primeira sentença na Lava Jato (Renato Duque) e em 06/02/2019 condenou Lula a 12 anos e 11 meses no caso do sítio de Atibaia.
Fonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seções Cargos e Decisões · abrir original ↗
Em 28/02/2019 Hardt divulgou versão revista da sentença de Atibaia, depois de a defesa alegar cópia da sentença de Moro; em novembro de 2019 o TRF4 anulou sentença dela contra membros de uma Oscip por trechos copiados sem atribuição.
Fonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção Decisões · abrir original ↗
Em 15/04/2024 o corregedor nacional de Justiça, Luis Felipe Salomão, afastou preliminarmente Hardt e três desembargadores do TRF4; em 16/04/2024 o plenário do CNJ suspendeu o afastamento e ela voltou ao cargo; o verbete indica arquivamento posterior (referência de julho de 2024).
Fonte: Gabriela Hardt (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · seção CNJ · abrir original ↗
Segundo o verbete da Operação Lava Jato: a PF deflagrou a operação em 17/03/2014; em dezembro de 2016 houve o acordo de leniência da Odebrecht; Moro deixou a operação em 19/11/2018 e Gabriela Hardt assumiu a vara; o verbete indica fim da operação em 01/02/2021; em setembro de 2023 Toffoli anulou as provas obtidas pelo acordo de leniência da Odebrecht.
Fonte: Operação Lava Jato (verbete da Wikipédia em português) — Wikipédia em português, 24/10/2026 · lead e seções 2014/2018/STF · abrir original ↗

