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Biblioteca documental · Reportagem

CNJ afasta ex-juíza da Lava Jato por dois anos

Emissor
Agência Brasil
Data
4 de agosto de 2026
Tipo
Reportagem
Acesso
trecho examinado · consultado em 24/10/2026
Original
agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/cnj-afasta-ex-juiza-da-lava-jat

O que extraímos deste documento (2)

Em 04/08/2026 o plenário do CNJ aplicou a Gabriela Hardt, por maioria, pena de disponibilidade por dois anos (vencimentos proporcionais, segundo a Agência Brasil; a juíza continua recebendo salário, segundo o Congresso em Foco) em PAD relatado por Rodrigo Badaró, por ter homologado em 2019, como substituta na 13ª Vara, acordo entre Petrobras e MPF que destinava R$ 2 bilhões (segundo a Agência Brasil) ou R$ 2,5 bilhões (segundo o Congresso em Foco) a fundação privada gerida por procuradores; o relator apontou 'captura institucional', sem corrupção ou enriquecimento; a reportagem registra homologação em menos de 48 horas sem ouvir a União. O valor do acordo com o DOJ foi de US$ 682,5 milhões, segundo o STF.

Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

Reportagem · trecho examinado · consultada em 24/10/2026

Limitações: Número do PAD e placar numérico não informados; divergiram Jaceguara Dantas, Paulo Régis Machado Botelho, Fábio Esteves e Edson Fachin (um ano de disponibilidade), segundo Congresso em Foco.

A defesa de Hardt sustentou no CNJ que ela entendeu que o MPF de Curitiba e a Petrobras tinham legitimidade para assinar o acordo e não foi motivada por vieses.

Resposta/defesaFonte única

Reportagem · trecho examinado · consultada em 24/10/2026