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Pessoas · Dirigentes da Petrobras

Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, em depoimento à CPI da Petrobras na Câmara (maio de 2015)
Foto: Marcelo Camargo/ABr · CC BY 3.0 br

Paulo Roberto Costa

Ex-diretor de Abastecimento da Petrobras. Segundo o 20-F de 2014, foi preso em março de 2014 e denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva; seus depoimentos de 08/10/2014 estão entre os que embasaram o bloqueio cautelar de 29/12/2014. Condenações e acordo de colaboração não foram tratados nesta versão do acervo.

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Cargos e papéis

Processos

Episódios

Vínculos documentados

  • Paulo Roberto Costa dirigiu Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras: Diretor de Abastecimento (Chief Downstream Officer) da Petrobras segundo o 20-F de 2014.
    Fontes (1)

    A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.

    Documento oficialComprovado em documento
  • Paulo Roberto Costa dirigiu Petróleo Brasileiro S.A. — Petrobras: Diretor de Abastecimento da Petrobras entre 2004 e 2012 (datas segundo o verbete; documento da Petrobras em f03).
    Fontes (1)

    Paulo Roberto Costa ingressou na Petrobras em 01/02/1977, foi diretor da Gaspetro (1997–2000) e diretor de Abastecimento (2004–2012), indicado, segundo o verbete, pelo deputado José Janene (PP).

    ReportagemFonte única
  • Paulo Roberto Costa firmou acordo com MPF: Colaboração iniciada com depoimentos à PF em 05/09/2014; em fevereiro de 2017 o MPF pediu a Moro a suspensão dos benefícios por suposta mentira (alegação do MPF; resultado não localizado).
    Fontes (1)

    Costa foi preso pela PF em março de 2014 (dia não confirmado); começou a depor à PF em 05/09/2014 e firmou colaboração; foi condenado a 12 anos em regime fechado por lavagem com Youssef e executivos da Camargo Corrêa (reportagem de 20/07/2015), cumprindo inicialmente em domiciliar e, desde outubro de 2016, em semiaberto; em fevereiro de 2017 o MPF pediu a Moro a suspensão de seus benefícios sob o argumento de que mentira na colaboração.

    ReportagemFonte única

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Evidências que mencionam Paulo Roberto Costa

Segundo a Petrobras, com base em depoimentos de investigações criminais que se tornaram disponíveis a partir de outubro de 2014, pessoal sênior da empresa, contratadas e fornecedores formaram um cartel de 2004 a abril de 2012, que sobrefaturava contratos de aquisição de ativos; dois diretores e um gerente executivo, todos desligados desde abril de 2012, estariam envolvidos.

Documento oficialComprovado em documento

A Petrobras registrou que Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento) foi preso em março de 2014 e depois denunciado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, e que Renato Duque (ex-diretor de Serviços), Nestor Cerveró (ex-diretor Internacional) e Pedro Barusco (ex-gerente executivo de Serviços) foram ou deveriam ser denunciados.

Documento oficialComprovado em documento

Em 29/12/2014 a Diretoria Executiva da Petrobras criou comissões de análise de sanção (CAASE) e determinou o bloqueio cautelar de empresas de 23 grupos econômicos citados como participantes de cartel em depoimentos de Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e dos delatores da Toyo Setal e Setal, a que a empresa teve acesso em 03/12/2014.

Documento oficialComprovado em documento

Paulo Roberto Costa ingressou na Petrobras em 01/02/1977, foi diretor da Gaspetro (1997–2000) e diretor de Abastecimento (2004–2012), indicado, segundo o verbete, pelo deputado José Janene (PP).

ReportagemFonte única

Costa foi preso pela PF em março de 2014 (dia não confirmado); começou a depor à PF em 05/09/2014 e firmou colaboração; foi condenado a 12 anos em regime fechado por lavagem com Youssef e executivos da Camargo Corrêa (reportagem de 20/07/2015), cumprindo inicialmente em domiciliar e, desde outubro de 2016, em semiaberto; em fevereiro de 2017 o MPF pediu a Moro a suspensão de seus benefícios sob o argumento de que mentira na colaboração.

ReportagemFonte única

Paulo Roberto Costa morreu em 13/08/2022, no Rio de Janeiro, aos 68 anos, de câncer de pâncreas.

ReportagemVárias fontes independentes