Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Na linha do tempo
- maio 2023 — TSE cassa o mandato de Dallagnol
- 16/05/2023 — TSE cassa o registro de candidatura de Dallagnol
- 21/05/2024 — TSE rejeita, por unanimidade, os recursos de PL e PT e mantém o mandato de Moro
- 21/05/2024 — TSE rejeita cassação do mandato de Moro
- 21/09/2026 — TSE mantém a suspensão da campanha de Dallagnol (5 a 2)
- 03/10/2026 — Floriano Marques indefere o registro de Dallagnol
- 03/10/2026 — TSE suspende a candidatura de Dallagnol ao Senado
- 04/10/2026 — Nunes Marques reverte a decisão e libera a candidatura de Dallagnol 'com recurso'
- 08/10/2026 — TSE adia o julgamento do registro de Dallagnol
Vínculos documentados
- TSE julgou Deltan Dallagnol: TSE cassou por unanimidade o registro de candidatura de Dallagnol em 2023 e, em 2026, o caso do registro ao Senado aguarda o plenário.
Fontes (2)
Em 16/05/2023 o TSE decidiu por unanimidade, com relatoria de Benedito Gonçalves, cassar o registro de candidatura de Dallagnol (eleito deputado federal pelo Podemos em 2022), entendendo que ele pediu exoneração do MPF para evitar punição administrativa do CNMP que o tornaria inelegível, em fraude à Lei da Ficha Limpa; a Câmara confirmou a perda do mandato em 06/06/2023.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: TSE cassa mandato de deputado de Deltan Dallagnol — Poder360, 16/05/2023 · corpo da matéria · abrir original ↗
Dallagnol (Novo) teve 2.904.594 votos (25,14%) para o Senado pelo Paraná no primeiro turno de 04/10/2026, segundo a Agência Brasil, que o coloca na segunda vaga; o TSE adiou em 08/10/2026, a pedido da defesa, o julgamento da validade do registro, sem nova data; o PT estadual contestou a elegibilidade.
ReportagemFonte únicaFonte: TSE adia julgamento sobre candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado — Agência Brasil, 08/10/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
- TSE julgou Sergio Moro: TSE rejeitou por unanimidade, em 21/05/2024, as ações que pediam a cassação do mandato de senador de Moro.
Fontes (1)
Em 21/05/2024 o TSE, por unanimidade e com relatoria de Floriano de Azevedo Marques, rejeitou os recursos do PL e da Federação Brasil da Esperança e manteve a decisão do TRE-PR (5 a 2, de 09/04/2024) que rejeitara as ações por caixa 2, abuso de poder econômico, uso indevido de meios de comunicação e irregularidades em contratos; o relator exigiu 'prova robusta', calculou o gasto em 17% do teto e disse que a conduta não era modelo ético, mas não provou excesso; Moro manteve o mandato de senador.
Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentesFonte: TSE livra Sergio Moro e ex-juiz mantém mandato de senador — Poder360, 21/05/2024 · corpo da matéria · abrir original ↗
Evidências
Segundo a tabela de partidos registrados no TSE, os números de legenda são: Podemos (PODE) 20, Partido Liberal (PL) 22, Partido Novo (NOVO) 30 e União Brasil (UNIÃO) 44. O Podemos passou a usar o número 20, do PSC incorporado, por decisão de 5 de março de 2024.
Fonte: Partidos políticos registrados no TSE — Tribunal Superior Eleitoral · tabelas 'Partidos registrados' e 'Utilização de número de partido extinto' · abrir original ↗
Na base de candidaturas do TSE, Deltan Dallagnol concorreu a deputado federal pelo Paraná em 2022 pelo Podemos, com o número 1919, e aparece como eleito por quociente partidário (o Podemos usava então a legenda 19).
Fonte: DivulgaCandContas — candidaturas de 2022 no Paraná (deputado federal e senador) — Tribunal Superior Eleitoral · cargo deputado federal (6), Paraná · abrir original ↗
Na base de candidaturas do TSE, Sergio Moro concorreu a senador pelo Paraná em 2022 pelo União Brasil, com o número 444, e aparece como eleito.
Fonte: DivulgaCandContas — candidaturas de 2022 no Paraná (deputado federal e senador) — Tribunal Superior Eleitoral · cargo senador (5), Paraná · abrir original ↗
Na base de candidaturas do TSE, Sergio Moro concorreu a governador do Paraná em 2026 pelo PL, com o número 22; o registro consta como deferido e a totalização como eleito.
Fonte: DivulgaCandContas — candidaturas de 2026 no Paraná (governador e senador) — Tribunal Superior Eleitoral · cargo governador (3), Paraná · abrir original ↗
Na base de candidaturas do TSE, Deltan Dallagnol concorreu a senador pelo Paraná em 2026 pelo Novo, com o número 300; o registro consta como 'deferido com recurso' e a totalização como eleito.
Fonte: DivulgaCandContas — candidaturas de 2026 no Paraná (governador e senador) — Tribunal Superior Eleitoral · cargo senador (5), Paraná · abrir original ↗
Em 21/5/2024 o TSE rejeitou, por unanimidade, os recursos de PL e PT contra a decisão do TRE-PR, mantendo o mandato de Moro; o relator, Floriano de Azevedo Marques, considerou irregulares gastos de R$ 777 mil, mas sem prova convincente de desvio de recursos partidários ou de candidatura simulada.
Fonte: TSE rejeita, por unanimidade, cassação de mandato de Sergio Moro — Estado de Minas, 21/05/2024 · parágrafos 1 a 8 · abrir original ↗
Em 16/05/2023 o TSE decidiu por unanimidade, com relatoria de Benedito Gonçalves, cassar o registro de candidatura de Dallagnol (eleito deputado federal pelo Podemos em 2022), entendendo que ele pediu exoneração do MPF para evitar punição administrativa do CNMP que o tornaria inelegível, em fraude à Lei da Ficha Limpa; a Câmara confirmou a perda do mandato em 06/06/2023.
Fonte: TSE cassa mandato de deputado de Deltan Dallagnol — Poder360, 16/05/2023 · corpo da matéria · abrir original ↗
Segundo a Poder360, o relator apontou 15 procedimentos que poderiam virar PADs e entendeu que a exoneração antecipada fraudou a norma; o TRE-PR havia deferido o registro em 19/10/2022 porque não havia PAD instaurado; Marlon Reis considerou a análise precisa; Marco Aurélio Mello disse que a fraude não se presume e que a decisão poderia visar protagonistas da Lava Jato.
Fonte: Entenda a controvérsia sobre a decisão do TSE que cassou Dallagnol — Poder360, 06/06/2023 · corpo da matéria · abrir original ↗
Em 19/09/2026 o ministro Floriano de Azevedo Marques suspendeu por liminar a campanha de Dallagnol ao Senado pelo Paraná (Novo), e em 21/09/2026 o plenário do TSE manteve a suspensão por 5 votos a 2 (vencidos André Mendonça e Kassio Nunes Marques), vedando uso de fundos e participação em atos, rádio, TV e debates até o julgamento da inelegibilidade.
Fonte: Deltan Dallagnol ainda é candidato? Entenda decisão do TSE — Brasil de Fato, 21/09/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
Em 03/10/2026 Floriano Marques indeferiu monocraticamente o registro de Dallagnol, entendendo que a exoneração de 2021 foi manobra para evitar inelegibilidade, que a inelegibilidade de oito anos abrange 2026 (a Jovem Pan não informa o período nem as datas) e que não surgiram fatos novos; reformou o TRE-PR, que deferira o registro por entender que os procedimentos disciplinares haviam sido arquivados.
Fonte: TSE nega registro de candidatura a Deltan Dallagnol, que fica impedido de concorrer ao Senado — Jovem Pan (Estadão Conteúdo), 03/10/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
Em 04/10/2026 o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reverteu monocraticamente a decisão de Floriano Marques, alegando risco de 'grave lesão à ordem pública' por mudança abrupta às vésperas da votação; a candidatura passou a constar 'deferida com recurso', com votos processados e validade condicionada ao julgamento do plenário.
Fonte: TSE reverte decisão contra Deltan Dallagnol ao Senado e votos devem ser processados — Diario de Pernambuco, 04/10/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
Dallagnol (Novo) teve 2.904.594 votos (25,14%) para o Senado pelo Paraná no primeiro turno de 04/10/2026, segundo a Agência Brasil, que o coloca na segunda vaga; o TSE adiou em 08/10/2026, a pedido da defesa, o julgamento da validade do registro, sem nova data; o PT estadual contestou a elegibilidade.
Fonte: TSE adia julgamento sobre candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado — Agência Brasil, 08/10/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
Em 21/05/2024 o TSE, por unanimidade e com relatoria de Floriano de Azevedo Marques, rejeitou os recursos do PL e da Federação Brasil da Esperança e manteve a decisão do TRE-PR (5 a 2, de 09/04/2024) que rejeitara as ações por caixa 2, abuso de poder econômico, uso indevido de meios de comunicação e irregularidades em contratos; o relator exigiu 'prova robusta', calculou o gasto em 17% do teto e disse que a conduta não era modelo ético, mas não provou excesso; Moro manteve o mandato de senador.
Fonte: TSE livra Sergio Moro e ex-juiz mantém mandato de senador — Poder360, 21/05/2024 · corpo da matéria · abrir original ↗
As ações (PL, 0604176-51.2022.6.16.0000, e Federação Brasil da Esperança, 0604298-64.2022.6.16.0000) alegavam que Moro declarou cerca de R$ 5,1 milhões no período oficial contra teto de R$ 4,4 milhões e pediam cassação e oito anos de inelegibilidade; o Ministério Público Eleitoral opinou pela manutenção do mandato.
Fonte: TSE retoma julgamento de ação que pode cassar mandato de Moro — Poder360, 21/05/2024 · corpo da matéria · abrir original ↗
Em maio de 2023, o TSE cassou o mandato de deputado federal de Deltan Dallagnol, eleito pelo Podemos em 2022, por entender que ele pediu exoneração do MPF com procedimentos disciplinares pendentes; Dallagnol sustentou na entrevista de 14/10/2023 que a decisão negou seu registro mas não o tornou inelegível.
Fonte: TSE suspende candidatura e Deltan Dallagnol está inelegível — Brasil de Fato, 03/10/2026 · Seção "O que aconteceu?" · abrir original ↗
Em 3 de outubro de 2026, o relator no TSE, ministro Floriano de Azevedo Marques, suspendeu a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná, reformando decisão do TRE-PR que a havia autorizado; a decisão será submetida ao plenário.
Fonte: TSE suspende candidatura e Deltan Dallagnol está inelegível — Brasil de Fato, 03/10/2026 · Parágrafos iniciais · abrir original ↗

