Ministro do STF e, em 2026, presidente do TSE; votou contra a suspeição de Moro e, em 04/10/2026, reverteu a decisão que indeferira o registro de Dallagnol.
Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.
Evidências que mencionam Nunes Marques
O Plenário do STF rejeitou, por 8 votos a 3, o agravo da PGR no HC 193.726 e confirmou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba e a anulação das ações penais do triplex, do sítio de Atibaia e do Instituto Lula; Nunes Marques abriu a divergência, acompanhado por Marco Aurélio e Luiz Fux.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento
Fonte: STF confirma anulação de condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato — Supremo Tribunal Federal, 15/04/2021 · corpo da notícia · abrir original ↗
Em 04/10/2026 o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reverteu monocraticamente a decisão de Floriano Marques, alegando risco de 'grave lesão à ordem pública' por mudança abrupta às vésperas da votação; a candidatura passou a constar 'deferida com recurso', com votos processados e validade condicionada ao julgamento do plenário.
Decisão judicial ou administrativaFonte única
Fonte: TSE reverte decisão contra Deltan Dallagnol ao Senado e votos devem ser processados — Diario de Pernambuco, 04/10/2026 · corpo da matéria · abrir original ↗
No Plenário, votaram pela tese de que só o Regimento Interno autoriza o Plenário a revisar decisões de Turma os ministros Gilmar Mendes, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski e as ministras Rosa Weber e Cármen Lúcia; divergiram Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Marco Aurélio e Luiz Fux.
Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento
Fonte: STF confirma suspeição de Sergio Moro na ação do triplex do Guarujá — Supremo Tribunal Federal (Secretaria de Comunicação), 23/06/2021 · Seção "Regimento" · abrir original ↗