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Pessoas · Magistrados

Cármen Lúcia, então presidente do STF (novembro de 2016); recorte 3x4
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil · CC BY 3.0 br

Cármen Lúcia

Cármen Lúcia Antunes Rocha

Ministra do STF; mudou o voto e formou a maioria pela suspeição de Moro na 2ª Turma em 23/03/2021 e relatou o recurso de Dallagnol contra a indenização a Lula.

Estar neste acervo não significa ter cometido irregularidade. Situação processual: ver cada processo e episódio, com data.

Cargos e papéis

  • Ministra do STF (2021–)
    Fontes (1)

    Segundo o STF, a 2ª Turma reconheceu por maioria, no HC 164.493, a parcialidade de Moro na condenação de Lula no caso do triplex; seguiram a divergência de Gilmar Mendes os ministros Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia (que ajustou o voto), enquanto Edson Fachin (relator) e Nunes Marques votaram contra.

    Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Episódios

Declarações (2)

Eu disse que estava aberta a novos elementos e o julgamento não acabou. Está tendo sequência o julgamento e com dados desse momento é que profiro o voto

Cármen Lúcia · 23 de março de 2021 · Voto · Segunda Turma do STF (HC 164.493)

Contexto, original e fontes →
Todo mundo tem direito a um julgamento justo, por um juiz imparcial

Cármen Lúcia · 23 de março de 2021 · Voto · Segunda Turma do STF (HC 164.493)

Contexto, original e fontes →

Evidências que mencionam Cármen Lúcia

A defesa de Lula sustentou que a aceitação, por Moro, do convite de Jair Bolsonaro para o Ministério da Justiça indicaria parcialidade e motivação política; Cármen Lúcia citou a condução coercitiva sem intimação prévia e a interceptação de advogados e disse que seu voto não considerava conversas divulgadas pela imprensa e ausentes dos autos.

AcusaçãoComprovado em documento

Em 24/05/2023 a ministra Cármen Lúcia considerou incabível o habeas corpus apresentado por um terceiro, nos autos do RE 1.433.814, para anular decisões da ação indenizatória, sem examinar o mérito do recurso extraordinário.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Em 22/04/2024 Cármen Lúcia rejeitou o recurso de Dallagnol e da ANPR contra a decisão do STJ, afirmando que eventual ofensa à Constituição seria indireta e que o STJ já resolvera as questões infraconstitucionais.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

Em 11/06/2024 a 1ª Turma do STF, em sessão virtual e por unanimidade (Cristiano Zanin impedido), manteve a decisão da relatora Cármen Lúcia, acompanhada por Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Luiz Fux; a relatora afirmou que os argumentos mostravam 'apenas inconformismo e resistência'.

Decisão judicial ou administrativaFonte única

No Plenário, votaram pela tese de que só o Regimento Interno autoriza o Plenário a revisar decisões de Turma os ministros Gilmar Mendes, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski e as ministras Rosa Weber e Cármen Lúcia; divergiram Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Marco Aurélio e Luiz Fux.

Decisão judicial ou administrativaComprovado em documento

Segundo o Poder360, em 2018, quando o HC 164.493 começou a ser julgado, a ministra Cármen Lúcia votou contra a suspeição de Moro, acompanhando o relator Edson Fachin.

ReportagemFonte única