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Processos

Registro de candidatura de Dallagnol ao Senado (TSE, 2026)

Órgão
TSE
Número
Número não informado nas fontes consultadas
Objeto
Elegibilidade de Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná em 2026.
Situação em 8 de outubro de 2026: Pendente de julgamento pelo plenário do TSE segundo a última notícia localizada (08/10/2026); registro deferido com recurso e 2.904.594 votos computados. Nada posterior a 08/10/2026 foi conferido.
Fontes (1)

Dallagnol (Novo) teve 2.904.594 votos (25,14%) para o Senado pelo Paraná no primeiro turno de 04/10/2026, segundo a Agência Brasil, que o coloca na segunda vaga; o TSE adiou em 08/10/2026, a pedido da defesa, o julgamento da validade do registro, sem nova data; o PT estadual contestou a elegibilidade.

ReportagemFonte única

Partes e papéis

Andamentos

  1. O ministro Floriano de Azevedo Marques suspende por liminar a campanha de Dallagnol.

    Fontes (1)

    Em 19/09/2026 o ministro Floriano de Azevedo Marques suspendeu por liminar a campanha de Dallagnol ao Senado pelo Paraná (Novo), e em 21/09/2026 o plenário do TSE manteve a suspensão por 5 votos a 2 (vencidos André Mendonça e Kassio Nunes Marques), vedando uso de fundos e participação em atos, rádio, TV e debates até o julgamento da inelegibilidade.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  2. Plenário mantém a suspensão da campanha (5 a 2).

    Fontes (1)

    Em 19/09/2026 o ministro Floriano de Azevedo Marques suspendeu por liminar a campanha de Dallagnol ao Senado pelo Paraná (Novo), e em 21/09/2026 o plenário do TSE manteve a suspensão por 5 votos a 2 (vencidos André Mendonça e Kassio Nunes Marques), vedando uso de fundos e participação em atos, rádio, TV e debates até o julgamento da inelegibilidade.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  3. Registro indeferido pelo relator.

    Fontes (1)

    Em 03/10/2026 Floriano Marques indeferiu monocraticamente o registro de Dallagnol, entendendo que a exoneração de 2021 foi manobra para evitar inelegibilidade, que a inelegibilidade de oito anos abrange 2026 (a Jovem Pan não informa o período nem as datas) e que não surgiram fatos novos; reformou o TRE-PR, que deferira o registro por entender que os procedimentos disciplinares haviam sido arquivados.

    Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes
  4. Presidente do TSE reverte.

    Fontes (1)

    Em 04/10/2026 o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, reverteu monocraticamente a decisão de Floriano Marques, alegando risco de 'grave lesão à ordem pública' por mudança abrupta às vésperas da votação; a candidatura passou a constar 'deferida com recurso', com votos processados e validade condicionada ao julgamento do plenário.

    Decisão judicial ou administrativaFonte única
  5. Julgamento adiado.

    Fontes (1)

    Dallagnol (Novo) teve 2.904.594 votos (25,14%) para o Senado pelo Paraná no primeiro turno de 04/10/2026, segundo a Agência Brasil, que o coloca na segunda vaga; o TSE adiou em 08/10/2026, a pedido da defesa, o julgamento da validade do registro, sem nova data; o PT estadual contestou a elegibilidade.

    ReportagemFonte única