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Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Na linha do tempo

Evidências

Em resposta ao CNJ, Moro disse que o levantamento do sigilo era necessário porque, em caso de condenação, teria de dimensionar os benefícios da colaboração; que a polícia apresentou elementos de corroboração só em 24/09 e ele esperou esse momento; que não houve intenção de influenciar as eleições; que o Judiciário não pode parar por haver eleição; e que o depoimento tratava de Lula, sem referência ao candidato do PT à Presidência.

DeclaraçãoFonte única

O CNJ pediu explicações a Moro em 04/10/2018, após representação do PT sobre o levantamento do sigilo da delação.

ReportagemFonte única

Em 04/08/2026 o plenário do CNJ aplicou a Gabriela Hardt, por maioria, pena de disponibilidade por dois anos (vencimentos proporcionais, segundo a Agência Brasil; a juíza continua recebendo salário, segundo o Congresso em Foco) em PAD relatado por Rodrigo Badaró, por ter homologado em 2019, como substituta na 13ª Vara, acordo entre Petrobras e MPF que destinava R$ 2 bilhões (segundo a Agência Brasil) ou R$ 2,5 bilhões (segundo o Congresso em Foco) a fundação privada gerida por procuradores; o relator apontou 'captura institucional', sem corrupção ou enriquecimento; a reportagem registra homologação em menos de 48 horas sem ouvir a União. O valor do acordo com o DOJ foi de US$ 682,5 milhões, segundo o STF.

Decisão judicial ou administrativaVárias fontes independentes

Em 15/04/2024 o corregedor nacional de Justiça, Luis Felipe Salomão, afastou preliminarmente Hardt e três desembargadores do TRF4; em 16/04/2024 o plenário do CNJ suspendeu o afastamento e ela voltou ao cargo; o verbete indica arquivamento posterior (referência de julho de 2024).

Decisão judicial ou administrativaFonte única